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Nova fase para a recuperação de documentos.
O Arquivo Judiciário já conta com a colaboração de uma técnica em restauração indicada pela Fundação Joaquim Nabuco (FJN), de Recife-PE. Vânia Lúcia Freitas Cândido (foto) apresentou-se em 31 de março passado, para um período de um ano, com a missão de ministrar treinamento à equipe do laboratório do Arquivo.
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A restauradora já participou do vários projetos de conservação preventiva em documentos gráficos, históricos e artísticos. Integrou a equipe de restauração de bens do Salão Nobre do Palácio da Justiça do Estado de Pernambuco; atuou na recuperação do painel cerâmico Batalha dos Guararapes (Francisco Brennand) e na conservação da Coleção de Mapas Históricos do Museu da Cidade do Recife.
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A vinda da restauradora foi propiciada por um convênio do Tribunal de Justiça com o Banco do Estado de Sergipe – Banese, que investiu na ativação do laboratório implantado e equipado em 2005, tendo em contra partida o treinamento de servidores de outras instituições culturais detentoras de acervos bibliográficos e arquivísticos no Estado.
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O acervo do Arquivo Judiciário conta boa parte da história sergipana através da riqueza de detalhes, característica dos autos judiciais. Trata-se do maior número de informações referentes aos séculos XVIII e XIX, que oferecem subsídios a linhas de pesquisa diversas.
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Segundo a Diretora do Arquivo Judiciário, Profª. M.Sc. Eugênia Andrade, a participação de outras instituições no treinamento será formalizada através da assinatura de Termos de Cooperação Técnica a ser firmado junto ao TJSE. “É nosso desejo que essas instituições possam implantar núcleos de preservação preventiva, gerando um movimento unificado de preservação dos acervos bibliográficos e arquivísticos sergipanos, tendo como ponto irradiador o Arquivo Judiciário”, afirmou a Diretora.
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