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O professor/coordenador do projeto Viver Melhor - convênio da instituição FASE com o  TJ/SE, através da Coordenadoria, que tem os homens,  autores da violência, como público alvo, envolvidos em um trabalho de psicologia educativa -  junto com a juíza Coordenadora, faz alinhamento do projeto com possibilidade de ampliação do mesmo.

“Nós não podemos fazer política judiciária sem o apoio da rede”, com essa frase a Juíza Coordenadora da Mulher do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, Isabela Sampaio Alves Santana, abriu na manhã desta sexta-feira, 11, o encontro Tecendo a rede, construindo laços para o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, que encerrou as atividades da 4ª Semana Nacional da Justiça Pela Paz em Casa.

O lançamento, na Universidade Tiradentes, das exposições fotográficas "Colorindo a Dor" e "Reencontro", trabalho realizado em parceria com a escola de fotografias Studio D e seus alunos, está dentro do quadro de ações da Coordenadoria da Mulher do TJSE e das atividades da "IV Semana de Justiça pela Paz em casa", em homenagem a mulheres vítimas de violência doméstica, e principalemnte servindo de um alerta para a importância do combate e prevenção da Violência Doméstica contra a Mulher.

Nesta semana a UNIT deu destque às mulheres, promovendo diversas atividades ligadas ao tema da violência contra a mulher. Um debate sobre a temática, com a participação de profissionais de diversas áreas (delegado da polícia federal, assistente social do HUSE, representante da Secretaria Municipal da Saúde, Defendoria Pública e Coordenadoria da Mulher), dá diversos olhares sobre o tema.

A violência doméstica é responsável pela morte de cinco mulheres por hora no mundo, mostra a organização não governamental (ONG) Action Aid.  A informação é resultado de análise do estudo global de crimes das Nações Unidas e indica um número estimado de 119 mulheres assassinadas diariamente por um parceiro ou parente. A ActionAid prevê que mais de 500 mil mulheres serão mortas por seus parceiros ou familiares até 2030. O documento faz um apelo a governos, doadores e à comunidade internacional para que se unam a fim de dar prioridade a ações que preservem os diretos das mulheres. 

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