O presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe, des. Ricardo Múcio Santana de Abreu Lima, visitou o Hospital e Maternidade Santa Isabel nesta quarta-feira, dia 18/12. Acompanhado da juíza coordenadora da Mulher, Jumara Porto e da secretária-chefe de Gabinete, Paula Cecília Ferreira da Silva, o desembargador-presidente conheceu a estrutura física e as melhorias implementadas na unidade hospitalar que desenvolve o Projeto Gestabel, o qual foi objeto de um termo de cooperação assinando com o Poder Judiciário para atendimento de mulheres gestantes em vulnerabilidade social e em situação de violência.
“Eu estou impressionado com a estrutura que eu encontrei nesta unidade. Parabenizo a toda equipe porque esse trabalho é revertido para a sociedade, para os que mais necessitam”, ressaltou o presidente do TJSE Ricardo Múcio.
Os magistrados foram conduzidos pelo diretor-geral do Hospital e Maternidade Santa Isabel, Rubens Moreira. “Fico muito feliz com esta visita e com a parceria que firmamos com o Poder Judiciário para o Projeto Gestabel e Elas, que atenderá até 20 mulheres gestantes em nossa casa para assistência psiquiátrica, pré-natal e também o acompanhamento pediátrico de crianças até um ano de idade. É uma parceria que demonstra a preocupação do Judiciário com a sociedade e evidencia que saúde e Judiciário podem andar juntos para prestar um melhor serviço”, disse o diretor-presidente.
Ao termo de cooperação assinado no dia 13/12, foi acrescida uma cláusula que permitirá a abertura de vagas de trabalho para as mulheres em situação de violência e em vulnerabilidade no Hospital e Maternidade Santa Isabel.
“O aditivo tem por objetivo ampliar o acolhimento às mulheres. Além do tratamento obstétrico e pediátrico às mulheres em vulnerabilidade e do tratamento psiquiátrico às vítimas de violência, este convênio permitirá a indicação de mulheres em vulnerabilidade para trabalhar aqui, porque existe uma lei aprovada pela Assembleia Legislativa que prevê 10% dos cargos do hospital e de órgãos estatais para mulheres em vulnerabilidade. Então, quem vai fazer a indicação das mulheres será a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça”, explicou a juíza Jumara Porto.
Texto/Matéria: Dircom TJSE








