A juíza coordenadora da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe, Juliana Martins, foi empossada como segunda secretária da Comissão Executiva para 2025 do Colégio de Coordenadores da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário Brasileiro (Cocevid). A posse ocorreu, na quinta-feira, dia 03/04, durante a reunião do Cocevid realizada no Tribunal de Justiça de Bahia.
De acordo com a magistrada, as Coordenadorias da Mulher em Situação de Violência foram criadas em 2011, com o importante papel de fortalecer o enfrentamento à violência doméstica no âmbito do Judiciário.
"Em 2018, foi instituído o Colégio de Coordenadores (Cocevid), reunindo colegas de todo o país comprometidos com essa causa tão necessária. Desde então, Sergipe teve assento apenas uma vez, com a atuação da querida dra. Rosa Geane. Agora, tenho a alegria de viver essa segunda oportunidade de representar o nosso estado. Sinto-me verdadeiramente honrada por integrar esse colegiado formado por pessoas vocacionadas e engajadas, e mais ainda por representar o estado que escolhi como lar. Que Deus me dê força e sabedoria para seguir trabalhando com dedicação e sensibilidade nessa missão tão desafiadora quanto transformadora", destacou a juíza Juliana Martins.
Para a presidência do Cocevid foi empossada a desembargadora Nágila Sales Brito, presidente da Coordenadoria da Mulher do TJBA. O mandato da Comissão Executiva é de um ano, permitida a recondução por igual período.
A reunião do Cocevid
A programação do Cocevid ainda ocorre nesta sexta-feira, dia 04/04. Além da reunião, ocorrerá o evento “Mulheres e Poder: Liderar, Inspirar e Transformar”. Na oportunidade, a ministra Maria Elizabeth Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar (STM), e a desembargadora Salise Monteiro Sanchotene, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), farão explanações sobre o tema.
O encontro estimula os participantes a trocar experiências e conhecimento, além de buscar uniformizar os métodos e os critérios administrativos e judiciais nos processos de violência contra mulher, bem como os projetos e as práticas implementadas, observadas as peculiaridades regionais.
Com informações do TJBA.
Matéria: Dircom TJSE








