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Portal da Mulher - TJSE

Vânia dos Santos Barbosa

Vânia dos Santos Barbosa

O Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE) participa da 2ª edição do congresso “Elas no Direito – liderança feminina e equidade no Judiciário”, realizado pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), entre os dias 5 e 6 de março, em Foz do Iguaçu (PR). O evento reúne magistradas e autoridades de todo o país para debater desafios, avanços e estratégias voltadas à ampliação da participação feminina nos espaços de decisão do Poder Judiciário.

A Presidente do TJSE, desembargadora Iolanda Santos Guimarães; a juíza Juliana Martins, Coordenadora da Mulher do TJSE; e a juíza Iracy Mangueira, Coordenadora da Infância e Juventude do TJSE, participam das atividades, levando ao encontro a visão e as experiências sergipanas relacionadas à promoção da equidade de gênero, ao fortalecimento da liderança feminina e às políticas de proteção a grupos vulneráveis.

Durante o congresso, a desa. Iolanda Guimarães reforçou o compromisso institucional do TJSE com práticas inclusivas e com a valorização das mulheres no sistema de Justiça. Para ela, espaços de troca e formação como o congresso são essenciais para acelerar mudanças estruturais. “A equidade de gênero no Judiciário não é apenas uma pauta institucional, mas um compromisso social. É fundamental discutirmos caminhos que ampliem oportunidades e fortaleçam a presença feminina em todos os níveis da magistratura”, destacou.

A participação da Presidente do TJSE também reafirma o alinhamento do Tribunal às diretrizes nacionais de promoção da igualdade, incluindo iniciativas como programas de liderança feminina, capacitações e políticas voltadas ao acolhimento de magistradas e servidoras.

A juíza Juliana Martins, que coordena a Política Judiciária de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher no âmbito do TJSE, contribuiu para os debates relacionados à proteção, aos mecanismos de prevenção e às ações de apoio às vítimas. Para ela, encontros como o “Elas no Direito” fortalecem redes interinstitucionais e promovem a troca de boas práticas entre tribunais. “A troca de experiências entre estados é essencial para aprimorarmos nossas ações. Cada avanço local contribui para um Judiciário mais sensível, preparado e comprometido com a defesa dos direitos das mulheres”, afirmou.

Já a juíza Iracy Mangueira levou ao evento as perspectivas da Infância e Juventude, destacando a importância da presença feminina em espaços de decisão que impactam diretamente políticas públicas voltadas à proteção de crianças e adolescentes. Sua participação reforça o compromisso do TJSE com a atuação transversal em temas de vulnerabilidade social e defesa de direitos.

Organizado pelo TJPR, o evento busca ampliar o diálogo sobre desigualdades de gênero no Judiciário brasileiro. Segundo dados apresentados no encontro, menos de 20% das cadeiras das instâncias superiores são ocupadas por mulheres, refletindo desafios históricos e culturais ainda presentes na estrutura das instituições.

A programação inclui palestras, painéis temáticos, mesas de debate e sessões de networking, contando com a presença de magistradas, pesquisadoras e lideranças femininas do sistema de justiça de todo o país.

 

Texto/Matéria: DICOM TJSE

Palestras, cursos e entrega do Selo Amigo da Mulher são as atividades que vão integrar a programação da Semana da Justiça pela Paz em Casa, que em Sergipe é organizada pela Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça (TJSE). Os eventos acontecerão de 9 a 13 de março.

A Semana da Justiça pela Paz em Casa faz parte da Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres no Poder Judiciário. Foi idealizada em 2015, pela então presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Supremo Tribunal Federal (STF), Ministra Cármen Lúcia, em parceria com os Tribunais de Justiça.

É realizada sempre no mês de março, em homenagem ao Dia da Mulher (08/03); em agosto para comemorar o aniversário da Lei Maria da Penha; e em novembro, quando a ONU estabeleceu o dia 25 como Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher.

Programação

09/03, segunda
9 às 12h - Palestras na Escola Uni+, bairros Atalaia e Centro

10 e 11/03, terça e quarta
Curso ‘Condução Qualificada de Grupos Reflexivos: técnicas e experiências’
Local: Ejuse
Para profissionais da rede, fechado ao público

12/03, quinta
9 às 11h - Evento Selo Amigo da Mulher
Local: auditório do Palácio da Justiça
Aberto ao público

13/03, sexta
10h30 às 12h - Palestra no ‘Sebrae Delas’ para mulheres empreendedoras
Local: AM Malls (Centro de Convenções)

 

Texto/Matéria: Dicom/TJSE

A Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) recebeu a visita, na manhã desta quinta-feira, 12/02, de gestores da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Sergipe (Fecomércio/SE) e do Sistema S. O objetivo foi alinhar novas parcerias para levar a mulheres em situação de vulnerabilidade social, inicialmente de municípios da região do Baixo São Francisco, diversos serviços de saúde e cultura. “São ações de itinerantes com serviços para mulheres vítimas de violência. O Sesc vai levar serviços de odontologia, cultura, biblioteca, médicos e exames para o diagnóstico de câncer de mama e útero. É uma campanha de cidadania e que deve agregar todas as pessoas que necessitam desses serviços. A primeira ação está prevista para o dia 27 de março, em Santana do São Francisco”, explicou a juíza Juliana Martins, coordenadora da Mulher do TJSE. O presidente da Fecomércio, Marcos Andrade, lembrou que na reunião de hoje foram discutidos os trâmites para essa nova parceria entre Poder Judiciário e Sesc. “Iremos beneficiar o Baixo São Francisco, especificamente Pacatuba, Brejo Grande, Ilha das Flores, Neópolis, Santana de São Francisco e Japoatã. Juntos também faremos mentorias com as mulheres vítimas de violência porque queremos chegar aonde a necessidade existe. Por isso, nosso slogan é cuidar de pessoas nos aproxima”, enfatizou. Também compareceram à reunião a diretora-regional do Sesc, Aparecida Farias; e Nilson Lima diretor-geral do Senac. Ainda durante o encontro, foi apresentado à equipe da Coordenadoria da Mulher o projeto ‘Mulheres em Ação’, desenvolvido pela Câmara da Mulher Empresária. O projeto contempla cursos do Senac, trilha da empresária, certificação para as participantes, plano de negócio e financiamento, além de oferta de empregos. Esta ação está diretamente alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) - Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) nº 3 (Saúde e Bem-Estar) nº 5 (Igualdade de Gênero) nº 10 (Redução das Desigualdades) nº 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes) nº 17 (Parcerias e Meios de Implementação) Informações adicionais Fotografias:Raphael Faria / Dicom TJSE Texto/Matéria: Dicom TJSE
A juíza Juliana Martins, coordenadora da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), apresentou o trabalho realizado em Sergipe, em defesa das mulheres vítimas de violência doméstica, no Girls Human Rights Festival 2026 (Festival de Direitos Humanos das Meninas), que acontece em Londres, na Inglaterra. A apresentação ocorreu na última segunda-feira, 2/2, na Suprema Corte do Reino Unido. A juíza disse ser uma honra apresentar as ações do TJSE em um espaço símbolo da democracia, justiça e proteção dos direitos humanos. “Minha atuação não se dá por meio de sentenças ou decisões judiciais, mas na fomentação de políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulheres e na prevenção das violências que atingem meninas desde a infância e a adolescência. Atuo para que a violência não evolua para o seu desfecho mais extremo: a morte”, ressaltou a magistrada durante a apresentação. Ela falou ainda que a Coordenadoria da Mulher do TJSE atua em três frentes: a primeira voltada às mulheres em situação de violência; a segunda direcionada aos homens autores de violência, por meio dos grupos reflexivos; e a terceira frente voltada aos adolescentes, especialmente às meninas. “No Brasil, temos observado um crescimento expressivo da misoginia na adolescência, impulsionada por discursos de ódio, conteúdos digitais e pela naturalização da violência de gênero”, explicou a juíza. Justamente por isso, a Coordenadoria da Mulher tem ido a escolas para realizar ações educativas, explicando as diversas formas de violência e promovendo uma cultura de respeito, igualdade e proteção às meninas. “Nossa experiência no Brasil nos ensina que o enfrentamento da violência contra mulheres e meninas não pode recair exclusivamente sobre o sistema de justiça. Ele exige articulação institucional, educação, escuta sensível e compromisso coletivo”, completou Juliana. Também compuseram a delegação brasileira do evento a juíza Vanessa Cavalieri, diretora de Direitos Humanos e Proteção Integral da Associação de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj); a promotora de Justiça Gabriela Lusquinhos, do Rio de Janeiro; e quatro parlamentares. O público do festival foi formado, majoritariamente, por mulheres ativistas de direitos humanos, estudantes de Direito e jovens advogadas. Texto/Matéria: Dircom TJSE

A articulação de políticas públicas para combater a violência doméstica e familiar continua sendo efetivada pela Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). Na manhã desta quarta-feira, 15/10, foi inaugurado no município de Carmópolis o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram) e instalada a Patrulha Maria da Penha, na qual a guarda municipal acompanha mulheres que tenham medidas protetivas deferidas pelo Poder Judiciário.

“Temos trabalhado muito articulando políticas públicas de combate à violência doméstica. Aqui em Carmópolis tivemos um plus, porque além do Cram temos a Patrulha Maria da Penha. Ou seja, duas inaugurações de equipamentos que consideramos muito importantes no combate à violência doméstica. É zero o índice de feminicídio entre mulheres que são acompanhada pela Patrulha Maria da Penha. O próximo passo é a instalação dos grupos reflexivos para homens autores de violência”, comentou a juíza Juliana Martins, que anunciou a doação de computadores para o Cram.

O Cram leva o nome de Anne Carolyne de Souza Sobral, moradora de Carmópolis vítima de feminicídio. A sede da Patrulha Maria da Penha, que começou a atuar no último mês de agosto, agora funcionará dentro do Cram. “Recebemos do Judiciário pedido para acompanharmos dez mulheres com medidas protetivas, sendo que sete aderiram. Fazemos visitas para verificar se as medidas protetivas estão sendo cumpridas e também na questão mesmo dos encaminhamentos”, explicou Naéte Alves, coordenadora da Patrulha Maria da Penha em Carmópolis.

Conforme o prefeito da cidade, Welber Andrade Leite, espera-se que com a instalação dos dois equipamentos as mulheres de Carmópolis sintam-se mais protegidas. “Nós temos essa obrigação e responsabilidade de cuidar da coisa pública e também cuidar das pessoas. O Cram vai fazer com que a lei seja cumprida para que as mulheres tenham mais acolhimento”, comentou o prefeito.

No Cram de Carmópolis, assim como nos outros cerca de 50 espalhados por Sergipe, serão oferecidos atendimento jurídico, psicológico e social, como também cursos profissionalizantes e palestras. “A gente aqui vai dar um apoio maior às mulheres que sofrem violência na nossa comunidade. A violência é um fator que sempre nos preocupa. Mas hoje, graças a Deus, aqui em Sergipe, estamos reduzindo esses números”, salientou Janeclécia Monteiro, coordenadora Cram.

A juíza titular da Comarca de Carmópolis, Vanessa Neves, também prestigiou a inauguração. “Ao longo desse ano, vimos um esforço do município na instituição de políticas públicas para combater a violência doméstica. Recentemente, houve capacitação dos guardas municipais para compor a Patrulha Maria da Penha. Hoje, tivemos a inauguração do Cram. Então, hoje estou aqui para prestigiar e parabenizar essa atuação do município, com o apoio e incentivo da Coordenadoria da Mulher do tribunal”, disse a magistrada.

O evento ainda teve a participação especial do grupo de idosas do município, que dançaram o carimbó. Este foi o segundo equipamento exclusivo de atendimento à mulher inaugurado esta semana em Sergipe, já que os municípios de Cedro de São João, Amparo do São Francisco e Telha instalaram um Cream na última segunda-feira. 

 

Esta ação está diretamente alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) - Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

nº 5 (Igualdade de Gênero)

nº 10 (Redução das Desigualdades)

nº 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes)

nº 17 (Parcerias e Meios de Implementação)

 

Texto/Matéria: Dicom TJSE

Fotografia: Rapahel Faria Dicom TJSE

Foi inaugurado na manhã desta segunda-feira, 13/10, no município de Cedro de São João, um Centro de Referência Especializado no Atendimento à Mulher (Cream). A instalação do equipamento, articulado pela Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), é resultado de um consórcio com os municípios vizinhos de Telha e Amparo do São Francisco. No local, serão oferecidos serviços jurídicos e psicossociais, além de palestras e cursos de capacitação, não só para vítimas de violência, mas também paras todas as mulheres dos três municípios.

“Realizamos várias reuniões para que hoje a gente conseguisse inaugurar esse equipamento muito importante para as mulheres porque entendemos que eles acolhem essas mulheres, qualificam essas mulheres para um trabalho e conseguem tirar elas do ciclo da violência. Então, estamos muito felizes porque o trabalho da Coordenadoria é justamente o de unir forças para que esses equipamentos surjam”, salientou a juíza Juliana Martins, coordenadora da Mulher do TJSE.

Ela lembrou que em Sergipe já são cerca de 50 equipamentos voltados para o atendimento exclusivo à mulher. Nesses municípios, as denúncias de violência costumam aumentar e, em contrapartida há uma redução de feminicídios. “Cerca de 70% dos feminicídios estão ocorrendo sem que a mulher procure o sistema de justiça. Então, o que a gente busca para esses equipamentos é que as mulheres venham, tenham coragem e denunciem para que a gente consiga ajudar a tempo”, completou a magistrada.

Conforme o prefeito de Cedro de São João, Neudo Alves, a inauguração do Cream é um momento ímpar para os três municípios. “Eu queria primeiro parabenizar a doutora Juliana por essa iniciativa brilhante e por estar sempre conduzindo os melhores caminhos para que as mulheres possam ser mais observadas e cuidadas. Até porque nós entendemos que lugar de mulher é onde ela bem entender”, destacou o prefeito de Cedro.

O prefeito de Amparo do São Francisco, Marcos Sandes, também participou da inauguração. “A violência hoje contra a mulher é um tema que além de preocupar os gestores, tem que preocupar todo cidadão brasileiro. Então, esse ato de hoje aqui é mais uma preocupação da cidade de Telha, de Amparo e Cedro para darmos amparo a essas mulheres, dar o acolhimento que elas precisam para terem um suporte e superar esse tipo de violência”, lembrou Marcos Sandes.

“Hoje é um momento histórico para nossa comunidade. Com essa inauguração vamos fortalecer mais as políticas públicas voltadas para as mulheres, podendo trazer nesse espaço diálogos e debates, palestras e cursos profissionalizantes”, ressaltou Taíse Santos dos Anjos, secretária municipal de Ação Social de Telha. Os prefeitos presentes fizeram questão que o desenlace da fita de inauguração fosse feito somente por mulheres. O juiz titular da comarca de Cedro, Henrique Gaspar, não pôde comparecer à inauguração por estar em um curso da Ejuse, em Aracaju, mas parabenizou a iniciativa e disse que o equipamento será de extrema relevância para as mulheres da região.

 

Matéria/Texto: Dicom TJSE

Fotografia: Raphael Faria Dicom TJSE

Em representação à Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e ao Fórum Nacional da Justiça Protetiva (Fonajup), a juíza Juliana Martins participou, nesta terça-feira (8), da sessão solene da Câmara dos Deputados em celebração ao Dia Internacional das Meninas, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para reforçar o compromisso global com a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento feminino desde a infância.

O evento, realizado no Plenário Ulysses Guimarães, reuniu autoridades dos Três Poderes, representantes do sistema de Justiça, entidades da sociedade civil e jovens lideranças femininas de diversas regiões do país. A cerimônia destacou os avanços e desafios na garantia dos direitos das meninas brasileiras, especialmente nas áreas de educação, proteção contra a violência e participação social e política.

Durante a solenidade, parlamentares e convidadas ressaltaram a importância de políticas públicas voltadas à prevenção da violência de gênero e ao fortalecimento da rede de proteção infantojuvenil. A presença da magistrada sergipana reforçou o compromisso do Judiciário com a pauta da proteção integral e da igualdade de oportunidades para meninas e adolescentes, valores que norteiam tanto as ações da Coordenadoria da Mulher do TJSE quanto as iniciativas do Fonajup, órgão vinculado à Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e da Juventude (ABRAMINJ).

Para a juíza Juliana Martins, a sessão representa um espaço fundamental de articulação institucional. “O Dia Internacional das Meninas é um convite à reflexão e à ação. É nosso dever, como Poder Judiciário, fortalecer políticas e práticas que garantam o direito de cada menina crescer livre, segura e com voz ativa em sua comunidade.”

O Dia Internacional das Meninas foi instituído pela ONU em 2011 e é celebrado anualmente em 11 de outubro. No Brasil, a data vem ganhando destaque no calendário legislativo e no debate público, mobilizando instituições e lideranças comprometidas com a promoção dos direitos humanos e a equidade de gênero.

 

Esta ação está diretamente alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) - Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU):

nº 5 (Igualdade de Gênero)

nº 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes)

nº 17 (Parcerias e Meios de Implementação)

 

Matéria/Texto: Dircom TJSE

 

Uma parceria entre a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e a Secretaria de Respeito às Políticas para as Mulheres de Aracaju (Ser Mulher Aju) permitirá a criação dos grupos reflexivos como política pública no Município de Aracaju.

“Um sonho começar esse grupo em Aracaju com o Poder Público, como política pública, porque já tínhamos, mas em parceria com instituições de ensino privadas. É assim que vamos diminuir os números de violência doméstica e de feminicídio. Todos os equipamentos, como os Crams, as Patrulhas e os grupos reflexivos, quando se unem, fortalecem o combate à violência e nós também temos trabalhado internamente no TJSE, com capacitações para os oficiais de Justiça, acompanhamento para o cumprimento dos prazos de decretação das medidas protetivas. Então, hoje, a rede está muito unida com o mesmo propósito”, comemorou a juíza-coordenadora da Mulher do TJSE, Juliana Martins.

Nesta sexta-feira, dia 26/09, foi dada início à capacitação dos servidores da Ser Mulher Aju, os quais atuarão como facilitadores nos grupos de homens autores de violência aplicando a metodologia dos grupos reflexivos. Após a abertura da capacitação feita pela juíza Juliana Martins, a psicóloga Sabrina Duarte e a assistente social Lia Maranhão deram continuidade ao curso.

“Essa capacitação para facilitadores de grupos reflexivos vem com a demanda da Ser Mulher, que é a Secretaria de Políticas para as Mulheres do Município de Aracaju, que iniciará com os grupos reflexivos como política pública. Algo que a gente, há muito tempo, vem solicitando, desejando, sonhando, enfim, vai se concretizar. Os grupos reflexivos têm toda uma metodologia pré-estabelecida e a gente se baseia nos estudos do grupo Margens, de Santa Catarina, que define de que forma esses encontros se realizam, quem são os profissionais que conduzem, a periodicidade, como são. Então, nós capacitamos para que o Tribunal tenha segurança quanto à eficácia quando do encaminhamento dos autores de violência aos grupos”, explicou Sabrina Duarte.

Os grupos reflexivos do Município de Aracaju terão início no mês de novembro, ocorrerão nas terças e quintas-feiras, com grupos a partir de 15 homens e no máximo 30, na Secretaria da Mulher de Aracaju (Ser Mulher).

“A gente acredita que através de parcerias a gente consiga fazer as verdadeiras políticas públicas e nesse momento a Coordenadoria chega junto à Ser Mulher para implantar o grupo reflexivo, algo que entendemos como de grande importância para a nossa capital. Temos a pretensão, dentro do nosso cronograma, de iniciar ainda esse ano, no mês de novembro, durante o período do 21 Dias de Ativismo”, relatou a secretária da Mulher de Aracaju, Elaine Oliveira.

De acordo com a diretora do Cram de Aracaju, Luciana Ribeiro, a motivação para a criação do grupo reflexivo como política pública no Município de Aracaju ocorreu durante a capacitação que o TJSE promoveu para os profissionais da área psicossocial que atuam nos municípios sergipanos, no mês de maio.

“O Cram acolhe e protege as mulheres, mas os homens também precisam passar por esse momento de reflexão acerca de seus atos. Porque eu vejo que a mulher precisa ser cuidada, mas quando você cuida dos homens, você também cuida de toda a família e esse homem não vai repetir aquele ato de agressão com outras mulheres. Essa é uma pauta muito importante e nós abraçamos juntamente com a prefeita Emília Correia. E a parceria com a Coordenadoria da Mulher, eu vejo como fundamental e teve início quando nós participamos de uma capacitação para os grupos reflexivos e  despertamos para esse desejo de implantar o grupo em Aracaju”, disse Luciana Ribeiro.

 

Esta ação está diretamente alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 4 (Educação de Qualidade), nº 5 (Igualdade de Gênero, nº 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes), nº 17 (Parcerias e Meios de Implementação) - Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

Texto/Matéria: Dircom TJSE

Fotografia: Raphael Faria Dircom TJSE

A Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) articulou mais uma parceria e, desta vez, foi realizado um curso de petit four, biscoitos finos, para mulheres moradoras de Nossa Senhora do Socorro. Ministrado pelo chefe de confeitaria Roberto Figueiredo, o curso aconteceu na tarde desta quinta-feira, 18/09, no Instituto Madam – Mulheres que se amam demais e se amam de menos, localizado no conjunto Albano Franco.

A juíza Juliana Martins e a assistente social Lia Maranhão, da Coordenadoria da Mulher do TJSE, estiveram no Madam e doaram para o instituto um fogão, que será utilizado em outras oficinas. “Fomos procuradas por Roberto, da Ciap, a Central Integrada de Alternativas Penais de Socorro, e ele nos apresentou um projeto de confeitaria artesanal. Essas mulheres serão capacitadas para fazer biscoitos e pães caseiros”, explicou a magistrada.

Além de aprenderem a fazer os biscoitos, as participantes receberam uma cartilha com diversas orientações para manipulação e conservação de alimentos. “É importante ter atenção quando se trabalha com alimentos e saber as regras básicas a serem seguidas. E também ensinamos os biscoitos amanteigados. É uma oficina mão na massa para elas terem a confiança de fazer em casa e assim ter uma renda extra”, informou o chefe Roberto, que ministrou a oficina como voluntário.

Segundo a diretora do Madam, Ana Silva, o instituto foi criado em 2022, alguns anos após ela mesma ter sido vítima de violência doméstica e familiar. “Aqui temos advogados, psicólogos e assistentes sociais. Esse curso hoje é para que todas as mulheres da comunidade conheçam a instituição que está de portas abertas”, esclareceu Ana.

Uma das participantes foi a dona de casa Selma Regina Barros. Ela disse que já esteve em outras oficinas e não perde a oportunidade de aprender coisas novas. “Aprender e fazer perfeito, é o que a gente quer. Além de fazer para minha família, quero ter uma renda. E me divertir, ocupar o tempo e a mente, é o que estamos precisando hoje em dia, para pensar só em coisas boas”, comentou Selma.

Para colaborar

A juíza Juliana Martins lembrou que quem desejar fazer doações para o Madam ou outras instituições que atendam a mulheres em situação de vulnerabilidade social, pode procurar a Coordenadoria da Mulher do TJSE, através do telefone 3226-3479 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. É possível também ser voluntária ou associada ao Instituto Madam, entrando em contato pelo Instagram @institutomadam.

 

 

Texto/Matéria: Dircom TJSE

Fotografias :Larissa Barros/Dicom TJSE

Foi instalada, na manhã desta terça-feira, 02/09, a Sala de Acolhimento às Vítimas de Violência Doméstica e Familiar, no Fórum Desembargador Artur Oscar de Oliveira Deda, localizado na sede do município de Nossa Senhora do Socorro. No ambiente mais humanizado, mulheres, crianças e adolescentes que forem ao fórum poderão esperar as audiências e conversar com os profissionais de maneira mais confortável e humanizada.

“A instalação desta sala de acolhimento representa mais do que a abertura de um espaço físico. Sabemos que cada mulher que cruza essa porta traz consigo uma história de sofrimento, mas também de resistência. A justiça não pode ser apenas um processo, um papel, uma decisão. A justiça precisa ser acolhimento, precisa ser presença e precisa ser proteção. Aqui cada vítima será ouvida. Aqui cada relato será respeitado. Aqui a mulher encontrará não apenas o olhar da lei, mas também o olhar humano da justiça”, salientou a desembargadora Iolanda Guimarães, presidente do TJSE.

A juíza Juliana Martins, Coordenadora da Mulher do TJSE, lembrou que muitas mulheres vítimas de violência doméstica vão ao fórum com os filhos. “Quando a mulher chega aqui, já chega muito violentada, sofrida, com algum trauma. E normalmente uma mulher quando é vítima de violência traz as crianças porque não tem nem com quem deixar. Então, quando ela entrar nessa sala vai ver que é bem-vinda, que vamos tentar diminuir um pouquinho esse sofrimento e a criança ficará interagindo com os brinquedos enquanto ela consegue conversar”, explicou a magistrada.

Conforme o secretário de Planejamento e Administração do TJSE, Thyago Avelino, a instalação da sala foi uma demanda verificada quando a presidente visitou o fórum, em fevereiro. “Durante a visita, foi constatada a necessidade de instalar aqui uma sala somente de acolhimento a vítimas de violência, assim como separar a testemunha de acusação e defesa. Então, hoje é um grande marco de mais uma entrega da gestão para a comunidade jurisdicionada de Socorro”, informou.

Quem também compareceu à instalação da sala foi a juíza Iracy Mangueira, titular da 1a Vara Criminal de Socorro e coordenadora da Infância e Juventude do TJSE. “É muito importante o dia de hoje porque aqui temos duas varas que recebem a demanda de violência doméstica. A gente entende que com essa sala de acolhimento a espera será mais humanizada”, comentou a juíza. O prefeito de Socorro, Samuel Carvalho, prestigiou a instalação da sala.

Esta ação está diretamente alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) - Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU)

 

nº 3 (Saúde e Bem-Estar)

nº 10 (Redução das Desigualdades)

nº 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes)

 

Texto/Matéria: Dircom TJSE

 

Fotografia: Larissa Barros Dircom TJSE