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Portal da Mulher - TJSE

Vânia dos Santos Barbosa

Vânia dos Santos Barbosa

Quinta, 26 Julho 2018 12:36

Capacitada 2ª Turma da Polícia Civil

Foi capacitada uma segunda turma da Polícia Civil,  no dia 18/07/2018, através do ciclo de Oficinas de Sensibilização de Gênero e Violência Doméstica contra a Mulher. A capacitação segue até o mês de novembro e contará com sete turmas, com pouco mais de 200 policiais treinados. A ação faz parte do Programa Educação da Coordenadoria da Mulher (CM), integrando o Projeto Construindo Conceitos e Ações, o qual tem por objetivo trabalhar com agentes de segurança pública temáticas relacionadas à violência contra a mulher.

 

Termo de Cooperação

O ciclo de Oficinas de Sensibilização de Gênero e Violência Doméstica contra a Mulher para Policiais Civis de Sergipe está previsto no Termo de Cooperação assinado entre o Poder Judiciário de Sergipe e a Secretaria de Segurança Pública (SSP) para capacitar policiais, buscando sempre o atendimento humanizado a mulheres vítimas de violência, especialmente no interior sergipano, nos municípios onde não há delegacias especializadas.

 

Fonte: Texto e fotos: Dircom/TJSE

A Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) realizou na última terça-feira, 24/7, em Itabaiana, mais uma capacitação para membros da rede de atenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. A ação faz parte do Programa Interior em Rede, que tem como objetivo fortalecer o atendimento à mulher vítima de violência.

Ao todo, participaram da capacitação, realizada na Secretaria Municipal de Educação, 21 representantes de Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Guardas Municipais e Policiais Militares de Itabaiana e também de Ribeirópolis.

Além do conteúdo teórico, apresentado pela Juíza Iracy Mangueira, Coordenadora da Mulher do TJSE, foram realizadas atividades lúdicas que visam à reflexão sobre gênero e violência doméstica. A ação também faz parte do Projeto Construindo Conceitos e Ações, que tem como uma das atividades as capacitações para agentes de segurança pública e membros da rede de atendimento.

 

Fonte: Dircom/TJSE

Debater a efetividade da lei 11.340/2006 foi um dos principais objetivos da XII Jornada Maria da Penha, que aconteceu em Brasília, na última quinta e sexta-feira, dias 9 e 10/08. Três magistradas do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) participaram do evento, Iracy Mangueira, Juíza da Coordenadoria da Mulher do TJSE; Hercília Brito, representando a Escola Judicial de Sergipe (Ejuse); Soraia Melo, do Tribunal do Júri; e Patrícia Cunha, representante do Nordeste do Fórum Nacional de Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid). Ao fim da XII Jornada Maria da Penha será elaborada uma Carta de Intenções, ratificando as discussões e decisões aprovadas no encontro.

“A Jornada permite a articulação de políticas públicas entre as instituições que fazem parte da rede de atendimento e proteção à mulher vítima de violência. Sergipe esteve presente com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública e Polícia Civil, o que é um ganho imenso, porque temos a oportunidade de sair do evento com políticas articuladas para qualificar a intervenção do sistema de justiça e segurança no atendimento das demandas em que as mulheres figurem como vítimas de violência, contribuindo para mudança desse desenho de sociedade que ainda subalterniza a mulher”, comentou a Juíza Iracy Mangueira.

Conforme a Juíza Hercília Brito, o tema central da XII Jornada, o feminicídio, foi debatido tanto por operadores do Direito quanto por pesquisadores da academia e atores ligados à investigação criminal. “O tema foi iniciado com uma discussão ligada ao processo de compreensão do próprio crime, sua nomenclatura, importância simbólica, singularidade na investigação, processo e julgamento. Esses debates nos faz ampliar as nossas lentes para enxergar a questão da violência doméstica como um problema que afeta o direito, mas requer para o seu eficaz enfrentamento uma análise metajurídica e uma sensibilidade dos profissionais que atuam nessa área”, ressaltou.

O evento foi aberto pela ministra Cármen Lúcia, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), que alertou para o aumento no número de casos de assassinatos de mulheres vítimas de feminicídio no país. Para a ministra, apesar da Lei 11.340/2006 (Lei Maria da Penha) ter modificado substancialmente o tratamento da violência contra a mulher, ainda falta descobrir as motivações desses crimes, que seguem causando milhares de vítimas unicamente por questões de gênero.

Atualmente, tramitam no Judiciário 10 mil processos de feminicídio. “A violência contra a mulher não pode ficar em silêncio. O silêncio permite que a violência prossiga. Precisamos nos voltar para esse crime. A violência contra a mulher expõe uma sociedade machista, preconceituosa, agressiva. Violenta com suas crianças, com suas mulheres e com todos aqueles que sejam diferentes. Precisamos mudar para um patamar civilizatório de respeito aos direitos, de maneira contínua, coerente e necessária para que tenhamos democracia na sociedade e não apenas no Estado. Caso contrário, não sabemos onde iremos parar”, afirmou Cármen Lúcia.

Uma vez por ano, o CNJ realiza a Jornada Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), que auxiliou na implantação das Varas especializadas nos estados brasileiros. O órgão promoveu a criação do Fonavid, bem como incentivou a uniformização de procedimentos das varas especializadas em violência doméstica e familiar contra a mulher. Em 2017, o CNJ instituiu a Política Nacional de Combate à Violência contra Mulheres por meio da Portaria 15/2017, assinada pela ministra Cármen Lúcia. 

Justiça pela Paz em Casa

Durante o evento foi lembrando que, em todo país, entre os dias 20 a 24 deste mês, acontecerá a XI Semana Justiça pela Paz em Casa. Nesta edição, o foco será o julgamento de feminicídio nos Estados. “Espero que tenhamos Júris que prestem à sociedade a resposta adequada. Para que as famílias, as crianças, não se deem como alguém sem resposta a uma agressão tão grave como é o assassinato de uma mulher”, afirmou a presidente do CNJ.

Com informações do CNJ

A Coordenadoria da Mulher do TJSE vai participar, no período de 20 a 24 agosto, da 11ª edição da Semana da Justiça Pela Paz em Casa.

O Programa Justiça pela Paz em Casa é promovido pelo CNJ em parceria com os Tribunais de Justiça estaduais e tem como objetivo ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006), concentrando esforços para agilizar o andamento dos processos relacionados à violência de gênero.

Nas 10 edições já realizadas, foram julgados 126 mil processos e concedidas mais de 64 mil medidas protetivas de urgência. “Infelizmente, a violência contra a mulher ainda é muito invisível. As causas do preconceito contra a mulher, todo mundo prefere não ver”, afirmou Cármen Lúcia, que durante seu mandato na presidência do CNJ instituiu a Política Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres no âmbito do Judiciário (Portaria n. 15/2017).

Fonte: Dircom- TJSE

Terça, 19 Junho 2018 13:07

Tecendo a Rede Municipal - Aracaju

No dia 11 de junho, a Rede de Assistência Municipal de Aracaju realizou a reunião com a Coordenadoria da Mulher e representante do Juizado de Violência Doméstica da Comarca de Aracaju, de iniciativa da Secretária Maria Teles, no trabalho Tecendo a Rede.

Na tarde do dia 05 de junho, foram apresentados alguns dados prévios sobre o projeto de pesquisa da Professora do curso de psicologia da Unit, Marlizete, com o tema Caracterização da Violência contra Mulheres em Sergipe e Estratégias de Atuação nas Redes de Atenção, trabalho que vem sendo realizado em parceria da Universidade Tiradentes e a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça.

A Coordenadoria da Mulher esteve na Comarca de Estância para apresentação do Projeto Interior em Rede, no dia 24 de maio. A reunião atendeu ao pedido do Juiz titular de Estância, Dr. Antônio Henrique de Almeida Santos, que reuniu toda Rede de Assistência ao atendimento à mulher vítima.

O Projeto Interior em Rede busca uma aproximação entre a rede de enfrentamento à VDFCM local e o Judiciário, em um trabalho de implantação de ações de atendimento à VDFCM na localidade e combate à violência no interior do Estado.

 

Nos dias 21 e 22 de maio, foram realizadas oficinas com adolescentes do Instituto Luciano Barreto Jr., pelas psicóloga e assistente social da Coordenadoria. As palestras, que ocorreram nos três turnos, têm como objetivo  trabalhar a educação preventiva, buscando inserir, em contextos diversos da população, a reflexão sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher.

Entendendo que a violência doméstica e familiar contra a mulher tem um caráter não somente jurídico, mas, acima de tudo, social e cultural. Mudar a realidade de violência contra as mulheres envolve não somente ações punitivas, mas, acima de tudo, a realização de ações educativas.

A educação, neste sentido, deve ser realizada sob dois aspectos: de forma preventiva, divulgando a questão de gênero e a legislação vigente, trabalhando crianças, adolescentes e adultos para refletir sobre o feminino e o masculino, os papéis sociais/culturais assumidos e como a violência contra mulher se insere nestas questões.

A Comarca de Malhador recebeu, nos dias 16 e 17/05, uma capacitação promovida pela Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) para atendimento a questões relacionadas à violência doméstica e familiar contra a mulher.

O trabalho faz parte do Projeto Construindo Conceitos e Ações, que integra o Eixo Educação da Coordenadoria, bem como contempla o Programa Interior em Rede, que visa levar ações da Coordenadoria ao interior do Estado.

O evento, que atendeu ao convite da Juíza da Comarca, Drª Patrícia Cunha Paz Barreto de Carvalho, contou com representantes das Polícias Civil e Militar, profissionais da Rede de de Assistência Social e Conselho Tutelar dos municípios de Moita Bonita e Malhador, abordando conceitos de gênero e de violência doméstica e familiar contra a mulher.

 

Fonte: Dircom/TJSE

oi iniciado na última quarta-feira, 09, o ciclo de Oficinas de Sensibilização de Gênero e Violência Doméstica contra a Mulher para Policiais Civis de Sergipe. A capacitação segue até o mês de novembro e contará com sete turmas, com pouco mais de 200 policiais treinados. A ação faz parte do Programa Educação da Coordenadoria da Mulher (CM), integrando o Projeto Construindo Conceitos e Ações, o qual tem por objetivo trabalhar com agentes de segurança pública temáticas relacionadas à violência contra a mulher.

Segundo a Psicóloga da CM, Sabrina Duarte, a preparação de policiais para o atendimento de ocorrências de violência contra a mulher é fundamental para as vítimas. “Serão eles, geralmente, os primeiros a tratarem sobre a situação de violência com a vítima e, se o atendimento for efetivo, conseguiremos manter a vítima na rede de proteção. A ideia é discutir com os policiais sobre o atendimento à ocorrência e uma forma empática de fazê-lo.”, ponderou a servidora.

 

Termo de Cooperação

O ciclo de Oficinas de Sensibilização de Gênero e Violência Doméstica contra a Mulher para Policiais Civis de Sergipe está previsto no Termo de Cooperação assinado entre o Poder Judiciário de Sergipe e a Secretaria de Segurança Pública (SSP) para capacitar policiais, buscando sempre o atendimento humanizado a mulheres vítimas de violência, especialmente no interior sergipano, nos municípios onde não há delegacias especializadas.

 

Fonte: Texto e fotos: Dircom/TJSE