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Portal da Mulher - TJSE

Vânia dos Santos Barbosa

Vânia dos Santos Barbosa

Integrando à programação da IX Semana da Justiça pela Paz em Casa, teve início nesta quinta-feira, 23, II Seminário Tecendo Redes: construindo caminhos para enfrentamento da Violência contra Mulher. Cerca de 300 pessoas, entre operadores do direito, estudantes e profissionais da rede de atendimento/enfrentamento, participaram dos trabalhos, que foram abertos pelo presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Desembargador Cezário Siqueira Neto. O evento é idealizado pela Coordenadoria da Mulher do TJSE e pela Frente Parlamentar em Defesa da Mulher, em parceria com diversas instituições.

 

Durante o seu discurso, o Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Desembargador Cezário Siqueira Neto, reforçou a ideia do fortalecimento da rede de atendimento à mulher vítima de violência. “Que no dia de hoje possamos sair daqui, após o aprofundamento das discussões, revigorados para continuar levando essa bandeira, contribuindo para a construção de uma cultura de Paz”, ressaltou.

 

Já o Presidente da Assembleia Legislativa, Deputado Luciano Bispo, falou da cultura machista ainda presente na nossa sociedade. “O homem tem que acabar essa história de machismo e conviver bem com as mulheres, e não espancá-las. Mulheres devem fazer o que estão fazendo, denunciar mesmo, ter coragem para o enfrentamento”.

 

Representando o Governo do Estado de Sergipe, a Superintendente da Secretaria Estadual de Inclusão Social, Roseli Andrade, comemorou a união dos poderes no combate à violência domestica. “É muito importante juntarmos forças do Tribunal de Justiça, OAB, Frente Parlamentar e de todo o Estado para tentarmos combater a violência contra a mulher”. De acordo com a Presidente da Frente Parlamentar de Defesa da Mulher, Deputada Goretti Reis, é uma junção que “fortalece mais a execução da política pública, pois são vários parceiros com o mesmo foco, o mesmo objetivo”, explicou.

 

Já a Promotora de Justiça do Centro de Apoio Operacional da Mulher do Ministério Público de Sergipe, Gicele Mara Cavalcante, citou a Lei Maria da Penha para essa estruturação em rede. “Quando a gente fala na legislação a gente só pensa no caráter repressivo, mas precisamos acima de tudo é proteger integralmente essa vítima. E pra gente possa proteger é necessária essa integração e articulação de toda a rede de atendimento à mulher vítima de violência doméstica.”

 

A primeira palestrante da manhã foi da assistente social, Jane Curbane. Ex-vítima de violência doméstica, ela tratou da construção da rede de atendimento à mulher. “Eu costumo dizer que hoje a mulher já encontra uma rede alerta porque antigamente era uma rede adormecida. Estamos no caminho de termos uma rede que realmente atenda à mulher que sofre violência”, ressaltou.

 

Pela tarde, o evento teve seguimento com a palestra do Juiz de Direito do Tribunal de Justiça de São Paulo, Marcelo Salmaso. Especialista em Justiça Restaurativa, ele falou sobre a práticas restaurativas e violência doméstica. “A ideia é que a Justiça Restaurativa se torne uma política pública. Para que possamos repensar as formas de convivência social nenhuma instituição consegue dar conta da complexidade do ser humano mas todos juntos, inclusive com a participação da comunidade é possível alcançarmos esses objetivos”, explicou.

 

A mesa redonda Benchmarking: olhares sobre experiências exitosas, com os temas Patrulha Maria da Penha, com Vaneide Dias, da Guarda Municipal de Aracaju; e Justiça Restaurativa, com o Juiz de Direito do TJSE, Haroldo Luis Rigo da Silva, encerrou a programação dos trabalhos.

 

No final deste primeiro dia, a Juíza Coordenadora da Mulher do TJSE, Iracy Mangueira, reforçou a importância dos debates do evento. “Esse Seminário é primordial pois aqui está presente a Rede de combate à violência doméstica. Esse trabalho em rede é fundamental para que as decisões judiciais tenham força de transformar a realidade. Não basta apenas a denúncia e a sentença. Essa mulher tem que ser acolhida por políticas sociais”.

 

O seminário é uma parceria com o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe (ALSE), Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Sergipe (OAB/SE), Ministério Público de Sergipe (MPSE), Secretaria de Estado da Mulher, Secretaria Municipal de Assistência Social, Secretaria da Segurança Pública, Secretaria de Estado da Mulher, Inclusão e Assistência Social, do Trabalho e dos Direitos Humanos (Seidh), Associação Brasileira de Psicologia Social – Abrapso, Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) e com o Coletivo de Mulheres de Aracaju.

Fonte: Dircom/TJSE

Terça, 21 Novembro 2017 15:02

Semana da Justiça pela Paz em Casa

A IX Semana da Justiça pela Paz em Casa, terceira realizada só este ano, teve início ontem, 20/11, e prossegue até o próximo dia 29. O objetivo é o combate à violência doméstica e familiar contra a mulher e, dessa forma, a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) preparou uma programação com diversas atividades, entre elas Seminário Tecendo a Rede e capacitação com profissionais da rede de enfrentamento.

“Hoje temos uma importante ferramenta de combate à violência contra a mulher, que é a Lei Maria da Penha, mas infelizmente, os números crescem. E isso acontece porque a mulher tem recorrido à lei, sinalizando para nós a necessidade de priorizarmos sempre o julgamento desses processos”, destacou a Juíza Iracy Mangueira, Coordenadora da Mulher do TJSE. Ontem, ela divulgou a programação do evento no Bom Dia Sergipe, da TV Sergipe, e no programa Tolerância Zero, apresentado por Bareta, na TV Atalaia.

A magistrada também aproveitou para conversar com os colegas Juízes que participavam da última aula do ‘Enfrentamento Prático das Demandas Relativas à Mulher, Infância e Juventude - Ferramentas construídas junto às Coordenadorias e a interseção da Justiça Restaurativa’, na Escola Judicial de Sergipe (Ejuse). Ela distribuiu os panfletos do Seminário Tecendo a Rede II, que acontece na quinta e sexta-feira, dias 23 e 24/11, no auditório do Palácio da Justiça, a partir das 8 horas.

Nesta terça, a programação da Semana da Justiça pela Paz em Casa acontece na Comarca de Itabaiana, com a apresentação do Projeto Interior em Rede. Na quarta, haverá audiência pública em Lagarto, tratando da problemática da violência contra a mulher. Nos próximos dias 28 e 29, a partir das 8h, haverá capacitação da rede de enfrentamento à violência contra a mulher em Pacatuba.

A Semana da Justiça pela Paz em Casa faz parte de um programa do Poder Judiciário que integra a Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. A Semana foi idealizada pela Ministra Carmem Lúcia, em 2015. Desde então, é promovida pelos Tribunais Estaduais com o objetivo de ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha e realizar ações de cunho preventivo em parceria com a rede de atendimento e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

Aconteceu no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), entre os dias 8 e 11/11, o IX Fórum Nacional de Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid). O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) foi representado pelas magistradas Iracy Mangueira, da Coordenadoria da Mulher, Heloísa Castro Alves, Soraia Gonçalves e Patrícia Cunha Paz Barreto de Carvalho, sendo que esta última foi eleita representante da Região Nordeste para o Comitê Executivo do Fonavid.

Conforme a Juíza Iracy Mangueira, ter uma representante de Sergipe no Fonavid é importante para que o Estado possa acompanhar com maior ênfase as discussões sobre as medidas legais de proteção à mulher vítima de violência. “A Juíza Patrícia Cunha é uma magistrada bastante engajada com este tema e tenho a certeza que ela poderá nos manter atualizados sobre as discussões feitas no âmbito do Fonavid”, comentou Iracy. Também participou do evento Shirley Leite, assistente social da Coordenadoria da Mulher do TJSE.

O Fonavid tem como objetivo dar visibilidade e contribuir para a efetivação de ações e políticas articuladas de prevenção, enfrentamento e combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. Nesta edição, teve como foco a proposta de discutir a violência contra a mulher sob uma ótica multidisciplinar e como fenômeno mundial.

Segundo o Presidente do Fonavid, Deyvis Marques, a sociedade está aprendendo a se indignar contra a violência contra a mulher. “Os fatos não permanecem mais ocultos e as mulheres cada vez mais denunciam o que se passa com elas. Não há mais juízes julgando casos de violência como algo qualquer, como em tempos atrás, mas com os rigores exigidos pelo problema”, ponderou o magistrado.

Dentre os temas tratados, destacou-se a aplicação da Justiça Restaurativa na problemática da violência doméstica. “Não podemos fechar a porta para essa discussão sem, pelo menos, discutir. Alguns não apoiam a aplicação da Justiça restaurativa nesses casos. Mas, defendo um maior conhecimento do tema e debate”, explicou Rosivaldo Toscano, juiz do TJRN que coordenou uma oficina sobre Justiça Restaurativa aplicada às situações de violência doméstica.

O evento foi encerrado pela Ministra Carmen Lúcia, Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Nosso país tem números extremamente gravosos em termos de violência em geral. Em relação à violência contra a mulher, chega a ser algo lancinante porque não há nenhuma explicação. A violência continua sendo praticada em larga escala, dentro de casa e da maneira mais sórdida possível, porque não tem nem causa única. A violência é plural, praticada em todas as classes sociais, em todos os lugares, das formas mais temerárias e inimagináveis”, ressaltou a Ministra.

Livro

Durante o IX Fonavid, foi lançado o ‘I Livro de Leituras de Direito: Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher’. A magistrada Patrícia Cunha Paz Barreto de Carvalho integrou o Conselho Editorial do livro e publicou texto jurídico. O livro traz ainda textos de Fábio Dantas de Oliveira, Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais; e Adélia Moreira Pessoa, Presidente da Comissão Nacional de Gênero e Violência Doméstica do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM).

Com informações e imagens do TJRN

A IX Semana da Justiça pela Paz em Casa, evento que visa combater a violência contra a mulher, acontecerá de 20 a 29 de novembro. Várias atividades serão realizadas, como audiências públicas, simpósios temáticos, capacitação da rede de atendimento e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher e o Seminário Tecendo a Rede. Essa será a terceira edição da semana realizada somente este ano.

O evento faz parte de um programa do Poder Judiciário que integra a Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. A Semana foi idealizada pela Ministra Carmem Lúcia, em 2015. Desde então, é promovida pelos Tribunais Estaduais com o objetivo de ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha e realizar ações de cunho preventivo em parceria com a rede de atendimento e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

Clique aqui e confira a programação completa em Sergipe.

 
 

 

Quarta, 01 Novembro 2017 13:13

Coordenadoria e Servidores

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Basta contactar diretamente com a Coordenadoria da Mulher através dos números 3226-3468 (Secretaria); 3226-4194 (técnica judiciária), 3226-4195 (Assistente Social); 3226-4276 (Psicóloga).

Estamos disponíveis para sugestões também através do nosso e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

A Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe, criada através da Lei Estadual 7.183/2011, em cumprimento à determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na Resolução 128/11, tem como competência “assessorar a Presidência do Tribunal de Justiça para traçar políticas judiciárias no tratamento adequado da prevenção e repressão à violência doméstica” (art.3º, Lei 7.183/11).

 

            Em consonância com essas diretrizes, bem como, com Lei Federal nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), a Coordenadoria promove ações e projetos de combate e prevenção a crimes praticados contra a mulher, no âmbito doméstico e familiar. 

Nos dias 30 e 31/10, a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) deu início ao primeiro módulo do "Curso Presencial de Formação para o Combate à Violência Doméstica e Familiar e Patrulha Maria da Penha", em parceria com a Secretaria Municipal da Defesa Social e da Cidadania (Semdec), através da Guarda Municipal de Aracaju (GMA). A iniciativa visa capacitar guardas municipais para a atuação no enfrentamento à violência contra a mulher.

Segundo a Juíza Coordenadora da Mulher, Iracy Mangueira, o TJSE será o responsável pela capacitação de guardas municipais que atuarão na Patrulha Maria da Penha. “Temos uma excelente expectativa com a criação desta patrulha, pois quem ganha é a mulher vítima de violência, que terá a contribuição da GMA para seu encaminhamento para as políticas públicas de enfrentamento desenvolvidas pelo Município de Aracaju. O papel da Guarda não se confunde com o das Polícias, já que ela será o elo entre as mulheres e a rede de proteção”, destacou a magistrada.

O secretário da Defesa Social e da Cidadania, Luís Fernando Almeida, “é um entendimento da prefeitura que todas as ações que possam prevenir a violência contra a mulher resultam em um impacto importantíssimo na sociedade. Afinal, esse é um fator que desagua em outros tipos de violência, a exemplo das crianças que assistem às cenas e a maneira como isso interfere em seu comportamento, na relação com os colegas e em outras situações da vida. Essa é a contribuição da Prefeitura de Aracaju no sentido de aumentar a rede proteção à mulher e com isso transformar a nossa sociedade para que haja mais qualidade, respeito e humanidade", destacou.

De acordo com a coordenadora da iniciativa, a Guarda Municipal (GM) Vaneide Dias, a capacitação é um dos critérios para a implantação da Patrulha Maria da Penha. "Será através do treinamento que garantiremos um atendimento humanizado, com empatia e mais acolhedor para as mulheres vítimas de violência. O TJSE foi o primeiro órgão que entramos em contato para viabilizar a criação da nossa patrulha", ressaltou a coordenadora.

O curso terá duração de 16 horas, divididas em duas turmas com 30 guardas municipais em cada uma delas. A capacitação da segunda turma será realizada dias 13 e 14/10.

A formação será conduzida pela GMA juntamente com a equipe da Coordenadoria da Mulher, do TJSE, com participação da psicóloga Sabrina Duarte e da assistente social Shirley Amanda, sob a coordenação da Juíza Iracy Mangueira. “Desenvolveremos um trabalho sobre gênero e violência familiar contra a mulher para os guardas saberem como atuar e conduzir a sua ação. Temas como ser homem e mulher na sociedade e as formas de comunicação e sua relação com a mulher vítima e o agressor serão abordados”, completou a Sabrina Duarte.

O GM e aluno do curso, Santiago, afirmou que a criação da Patrulha da Mulher é uma ação inovadora. “Há um aumento nos casos de violência contra a mulher e a patrulha irá minimizar e prestar um serviço importante no atendimento às vítimas”.

Patrulha Maria da Penha

O programa, em Aracaju, será operacionalizado pela Secretaria Municipal da Defesa Social e da Cidadania (Semdec), através da GMA, que tem como parceiras a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe e a Diretoria de Direitos Humanos da Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social, por meio da Coordenadoria de Mulheres do Município de Aracaju.

Segundo a guarda municipal Karla Galvão, que também atuam no processo de implantação do programa, a patrulha direciona a atuação preventiva e, também, ostensiva da Guarda Municipal de Aracaju, diante dos casos de violência doméstica. "Esse trabalho visa promover maior segurança para as mulheres em situação de vulnerabilidade, evitando o descumprimento das medidas protetivas, assim como pretende estimular que as vítimas denunciem seus agressores", ressaltou a GM Karla Galvão.

Fonte: Dircom/TJSE - Com informações da Secretária de Defesa Social e GMA

Terça, 31 Outubro 2017 11:42

IX Semana da Justiça pela Paz em Casa

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) realizará em novembro a IX  Campanha da Justiça pela Paz em Casa, no período de 20 a 24, instituída pelo CNJ, numa campanha nacional que envolve todos Tribunais de Justiça.

Foi encerrado nesta quinta-feira, 21/09, o ciclo de Oficinas de Sensibilização de Gênero e Violência Doméstica contra a Mulher para alunos do Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar de Sergipe. A capacitação teve início em agosto e contou com sete turmas, com 238 futuros soldados treinados. A ação faz parte do Programa Educação da Coordenadoria da Mulher (CM), integrando o Projeto Construindo Conceitos e Ações, o qual tem por objetivo trabalhar com agentes de segurança pública temáticas relacionadas à violência contra a mulher.

Segundo a Psicóloga da CM, Sabrina Duarte, a preparação de policiais para o atendimento de ocorrências de violência contra a mulher é fundamental para as vítimas. “Serão eles, geralmente, os primeiros a chegar em uma situação de violência e, se o atendimento for efetivo, conseguiremos trazer a vítima para a rede de proteção. A ideia é sensibilizar os soldados para que atendam à ocorrência com empatia”, ponderou a servidora.

O aluno do curso de formação de soldados, Rafael Calumbi, destacou que a sensibilização para os casos de violência de gênero é fundamental para sua futura atuação como policial. “Iremos atender diariamente casos de violência contra a mulher e ter oportunidade de sermos capacitados pelo TJSE é bastante proveitoso. A partir de agora, vamos atuar conhecendo sobre o assunto e vai nos possibilitar a quebra de preconceitos e a inclusão de uma abordagem mais técnica no atendimento”, explicou o futuro policial.

 

Fonte: Dircom/TJSE

http://www.tjse.jus.br/agencia/noticias/item/10171-tjse-capacita-futuros-policiais-para-o-atendimento-a-mulher-vitima-de-violencia

Sexta, 22 Setembro 2017 08:32

STJ edita novas súmulas

As seções de direito penal do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprovaram três novas súmulas. Os enunciados são o resumo de entendimentos consolidados nos julgamentos do tribunal e servem de orientação a toda a comunidade jurídica sobre a jurisprudência do STJ.

Direito penal

Na Terceira Seção, foram aprovados os enunciados 587, 588 e 589, que tratam de crime de tráfico interestadual e de violência contra a mulher. As súmulas serão publicadas no Diário da Justiça Eletrônico, por três vezes, em datas próximas, nos termos do artigo 123 do Regimento Interno do STJ.

Súmula 587: Para a incidência da majorante prevista no artigo 40, V, da Lei 11.343/06, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da federação, sendo suficiente a demonstração inequívoca da intenção de realizar o tráfico interestadual.

Súmula 588: A prática de crime ou contravenção penal contra a mulher com violência ou grave ameaça no ambiente doméstico impossibilita a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos.

 

Súmula 589: É inaplicável o princípio da insignificância nos crimes ou contravenções penais praticados contra a mulher no âmbito das relações domésticas.

 

Fonte:STJ