Normativos
Resolução CNJ 213
Dispõe sobre a apresentação de toda pessoa presa à autoridade judicial no prazo de 24 horas.
Resolução CNJ 417
Institui e regulamenta o Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP 3.0) e dá outras providências.
Portaria TJSE nº 6/2021
Dispõe sobre a realização de Audiência de Custódia, no âmbito da justiça comum, no Estado de Sergipe.
Orientações do TJSE
SEI 0014052-34.2023.8.25.8825
Audiência de Custódia em virtude de cumprimento de mandado de prisão expedido por outro Tribunal.
SEI 0014905-77.2022.8.25.8825
Presença física do Ministério Público, Advogado ou Defensor nas audiências de custódia.
Biblioteca
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≈ Manual sobre Algemas na Audiência de Custódia (81 páginas) ≈ Manual de Proteção Social na Audiência de Custódia (181 páginas) ≈ Prevenção e Combate à tortura e maus tratos (221 páginas) Atuação da magistratura brasileira na prevenção e enfrentamento. ≈ Sumário executivo (40 páginas) Essencial do Manual de Proteção Social na Audiência de Custódia. ≈ Tomada de Decisão na Audiência de Custódia I (185 páginas) Diretrizes para as decisões. ≈ Tomada de Decisão na Audiência de Custódia II (129 páginas) Coleção Fortalecimento da Audiência de Custódia ⊕ Caderno de Dados I – Dados Gerais sobre a Prisão em Flagrante durante a Pandemia de Covid-19 - 76 páginas⊕ Cadernos de Dados II – Covid-19: Análise do Auto de Prisão em Flagrante e Ações Institucionais Preventivas - 96 páginas⊕ Manual de Arquitetura Judiciária para a Audiência de Custódia - 244 páginasMateriais informativos⊕ Cartilha Audiência de Custódia: Informações Importantes para a Pessoa Presa e Familiares - 56 páginas⊕ Relatório Audiência de Custódia: 6 Anos - UNODC: Manuais de Justiça Criminal – Traduções para o português⊕ Manual de Princípios Básicos e Práticas Promissoras sobre Alternativas à Prisão - 90 páginas⊕ Manual sobre Programas de Justiça Restaurativa - 124 páginas |
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Prevenção e Combate à tortura e maus tratos |
1. Tortura e maus-tratos no Brasil. 2.1. Conceito de tortura. 3. Oitiva do relato de tortura ou maus-tratos. 3.1. Reconhecimento de condições adequadas de apresentação da pessoa custodiada. 3.1.1. Condições pessoais: alimentação, vestuário e saúde. 3.2. Esclarecimentos iniciais. 3.3. Perguntas sobre garantias do devido processo legal. 3.3.1. Ser informado sobre seus direitos no momento da prisão. 3.4. Perguntas sobre tortura e maus-tratos. 3.4.1. Dimensão material (O quê? Como?) 3.4.4. Dimensão temporal (Quando?). 3.5. Perguntas sobre medidas protetivas.
4. Avaliação dos registros e informações complementares. 4.1. Avaliação do registro médico - laudo cautelar. 4.1.1. Se o registro é adequado: sem diligências adicionais. ⊕ Capturar as lesões na gravação audiovisual da audiência de custódia. 4.2. Avaliação de outros registros do caso. 4.3.1. Bloqueio a visitas de órgãos de fiscalização. 5. Perguntas e requerimentos das partes. 6.1. Decisão sobre o relaxamento da prisão. 6.1.1. Caso constatada ilegalidade da prisão em flagrante. 6.2. Medidas judiciais de determinação de apuração. 6.2.1. Exame de corpo de delito após a audiência de custódia. ⊕ Órgãos de controle interno (administrativo): Corregedorias. 6.3. Medidas protetivas.
7.1. Formas de registro. 7.1.1. Ata da audiência. 7.2. Diligências e fluxos de encaminhamentos. 8. Gestão judiciária. 8.1. Segurança e condições adequadas nos ambientes relacionados à audiência de custódia. 8.1.1. Protocolo do uso da força nos espaços de custódia. 8.2. Sistema de Audiência de Custódia (SISTAC). 8.3.1. Interiorização das audiências de custódia e respectivos fluxos e procedimentos. 8.4. Articulação interinstitucional. 8.4.1. Serviço de Atendimento à Pessoa Custodiada. 9. Considerações finais. |
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| SUMÁRIO EXECUTIVO Proteção Social na Audiência de Custódia |
2.1 Base Legal e Infralegal. 3. Atendimento social prévio à audiência de custódia. 3.1 Etapas do atendimento social prévio. 4. Atendimento social posterior à audiência de custódia. 4.1 Encaminhamentos em geral. 5. Referenciamento para acompanhamento das medidas cautelares. 5.1 Central Integrada de Alternativas Penais (CIAP). 6. Articulação de rede intersetorial. Ir para a publicação ⇑ Voltar |
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| Tomada de Decisão na Audiência de Custódia I Parâmetros Gerais |
II. Garantias ligadas à realização da audiência de custódia.
≡ 1. ≡ 2. ≡ 3.
≡ 5. - Anexo - Fluxograma completo - AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA
Parte 1 - Verificar a adequação de aplicar medida cautelar Etapa 5 |
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Tomada de Decisão na Audiência de Custódia II Parâmetros para crimes e perfis específicos |
1. Furto (art. 155, CPP). 1.1. Legalidade do flagrante e hipóteses de crime impossível. 1.2.1. Necessidade de laudo de avaliação do valor da res furtiva. 1.3. Gravidade do crime e circunstâncias do fato. 1.3.1. Princípio da homogeneidade. 2. Roubo (art. 157, CPP). 2.1. Legalidade do flagrante e hipóteses de crime impossível. 2.2.1. Violência, grave ameaça e caracterização do roubo. 2.3. Gravidade do crime e circunstâncias do fato. 3. Tráfico de drogas (art. 33, Lei nº 11.343/2006). 3.1. Legalidade do flagrante e revista vexatória. 3.2.1. Necessidade de laudo toxicológico provisório. 3.2.3.1. Condições favoráveis como argumentação pela desnecessidade da prisão. 3.2.4. Classificação como “associação para o tráfico” (art. 35, Lei nº 11.343/2016). 3.3. Gravidade do crime, circunstâncias do fato e garantia da ordem pública.
1. Gravidez e maternidade. 1.1. Marco Legal da Primeira Infância, HC Coletivo nº 143.641 e Lei nº 13.769/2018. 2. Pais e demais responsáveis por dependentes. 5.1. Questões relativas à vulnerabilidade social. 6. Pessoas com doenças graves e outras questões de saúde. |
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Manual de Proteção Social na Audiência de Custódia Parâmetros para o Serviço de Atendimento à Pessoa Custodiada |
Em que pese os esforços empreendidos, cresce um sistema penitenciário com elevado índice de prisões provisórias, Assim, este Manual busca fornecer diretrizes e orientações práticas para o Serviço de Atendimento à Pessoa Custodiada,
2.1. Base legal e infralegal • Autonomia, Consensualidade e Voluntariedade 2.5. Escuta qualificada e identificação de necessidades 2.5.1. Vulnerabilidades 2.5.1.1. Vulnerabilidades e interseccionalidade 2.5.2. Grupos suscetíveis a vulnerabilidades específicas 2.5.2.1. Raça - População Negra 2.6. Estrutura, equipe e organização 2.6.1. Estrutura
3.1. Etapas do atendimento social prévio 3.1.1. Primeiro contato 3.2. Organização da agenda • Informações importantes sobre a dinâmica da prisão provisória a serem conhecidas pela equipe: 3.3. Sistema de informações
4.1. Encaminhamentos gerais 4.1.1. Encaminhamentos em casos de tortura ou maus-tratos
5.1. Central Integrada de Alternativas Penais (CIAP)
6.1. Proteção social e intersetorialidade 6.2. Rede de Proteção Social 6.2.1. Rede SUAS - Sistema Único de Assistência Social I. Serviços de Proteção Social Básica: - Abrigo institucional; b. Serviço de Acolhimento em República; 6.2.2. Rede SUS - Sistema Único de Saúde • Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU • Rede de Atenção Psicossocial - RAPS 6.2.3. Previdência Social • Aposentadorias (por idade, invalidez, especial e por tempo de contribuição); ü Auxílio-doença; 6.2.4. Outros 6.2.4.1. Moradia 7. Considerações Finais ANEXOS ANEXO 1. ANEXO 4. Ir para a publicação ⇑ Ir para a página principal Voltar |
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Manual sobre Orientações práticas para implementação da |
2. Súmula Vinculante nº 11 do STF (Enunciado) 2.1. Parâmetros da Súmula Vinculante nº 11 do STF 3. Parâmetros e práticas internacionais As boas práticas internacionais apontam que os instrumentos de restrição devem ser utilizados 4. Instrumentos de contenção no contexto judicial 4.1. Tipos de instrumentos de contenção 4.1.1. Algemas de corrente 4.2. Técnicas para aplicação de instrumentos de contenção 4.2.1. Aplicação frontal de contenção c) QUADROS COMPARATIVOS ENTRE TIPOS DE INSTRUMENTOS E TÉCNICAS DE APLICAÇÃO. d) TIPOS DE INSTRUMENTOS DE CONTENÇÃO E SEU USO EM AUDIÊNCIAS JUDICIAIS 6. Algemas de Corrente Abdominal / Cinto de transporte 7. Algemas de plástico – Descartáveis 8. Instrumentos de Contenção Não Rígidos / de Tecido e) TÉCNICAS DE APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE CONTENÇÃO NO CONTEXTO DE AUDIÊNCIAS ⊗ Considerações sobre o uso em audiências judiciais e ambientes forenses. 1. Aplicação Frontal de Contenção 2. Aplicação Dorsal de Contenção 3. Aplicação Simultânea 4. Aplicação Encadeada |
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