|
PARTE I _______________________________________________ Entendendo a metodologia e seus fundamentos 1. O que é a Metodologia de Mobilização de Pessoas Pré - Egressas? Quais são seus objetivos ? 2. Quem é a pessoa pré - egressa no contexto da metodologia e quais são suas condicionantes ?
2.1. Presença da questão social: as desigualdades de raça e de classe 2.2. Desconsideração aos direitos individuais 2.3. Consequências da vida na prisão
3. Quais os princípios que embasam as ações propostas?
3.1. Reconhecimento da realidade prisional e de suas consequências 3.2. Inserção na realidade social, territorial e comunitária 3.3. Perspectiva de rede contraposta às práticas endógenas e isoladas 3.4. Reconhecimento da pessoa pré - egressa como sujeito de direitos, comprometimento com os direitos humanos e respeito às diferenças 3.5. Práticas realizadas com avaliação e crítica permanentes 3.6. Participação como base das ações
4. Quais são as instituições implicadas e quais as atribuições propostas?
4.1. Escritórios Sociais 4.2. Órgão central de administração penitenciária 4.3. Unidades prisionais 4.4. Prefeituras municipais 4.5. Conselhos da Comunidade 4.6. Poder Judiciário
PARTE II_________________________________________
Preparando a implementação das ações 5. Como a Metodologia se organiza? Quais os eixos das ações? 6. Como iniciar a implantação da Metodologia de Mobilização de Pessoas Pré-Egressas ? Com quem articular ? 7. O que é o diagnóstico situacional ?
7.1. Realidade social 7.2. Realidade prisional
8. Como elaborar o planejamento local ?
Ir para a publicação⇑ Voltar PARTE III_________________________________________ O atendimento direto 9. Como se dá o ingresso no atendimento ?
10. O que é o Plano Individual de Saída ?
11. O que deve ser abordado no atendimento individual ? 12. O que é o Mapa de Saída ? 13. O que são as oficinas temáticas e quais temáticas devem ser abordadas ? 14. Quais são as finalidades de cada temática e quais seus instrumentos e técnicas ?
14.1. Direitos e recursos de cidadania (o significado de ter direitos) 14.2. A prisão e suas consequências 14.3. Relações pessoais, familiares e comunitárias 14.4. Trabalho e alternativas profissionais
15. Que atividades complementares podem ser desenvolvidas ? PARTE IV ________________________________________ Qualificação técnica, apoio e divulgação da prática 16. O que é a formação continuada ?
16.1. Para executores da Metodologia 16.2. Atividades para o conjunto de servidores do estabelecimento prisional 16.3. Capacitação da rede de serviços e parcerias
17. Como é feito o monitoramento e supervisão da prática ? 18. Quando e como é importante fazer a avaliação das atividades ? 19. Como fazer a comunicação social e a divulgação ?
19.1. Divulgação Interna 19.2. Divulgação na rede participante e comunidade em geral 19.3.Comunicação científica
20. O quê e porquê registrar as ações realizadas ?
20.1. Registro das atividades em geral 20.2. Registro dos atendimentos individuais
21. Depois de tudo, o que é importante destacar ?
Ir para a publicação⇑ Voltar
> REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Links Eletrônicos Verificados >
* 785 páginas em 50 temas distintos *
1) ANYAR DE CASTRO, Lola. A participação do cidadão na prevenção do delito Discursos Sediciosos nº 7 e 8. Rio de Janeiro, Instituto carioca de Criminologia, Revan, 1999.
2) ALMEIDA, Silvio. O que é racismo estrutural ? – 162 páginas Belo Horizonte, ed. Letramento, 2018.
3) ALEXADER. Michele. A nova segregação – racismo e encarceramento em massa. São Paulo, Boitempo, 2017.
4) BAPTISTA, Nilo. Pena Pública e escravismo. Capítulo Criminológico. v.34 n.3 Maracaibo sep. 2006.
5) BAPTISTA, Nilo. Os sistemas penais brasileiros. In: ANDRADE, Vera Regina Pereira (Org). Verso e reverso do controle penal (des)aprisionando a sociedade da cultura punitiva. Florianópolis Fundação Boiteux Vol I 2002.
6) BARATTA, Alessandro. Cárcel y estado social. Problemas de legitimación em el estado social. OLIVAS, Enrique (org.). Madrid: Editorial Trotta, 1991.
7) BARATTA, Alessandro. Criminologia Crítica e Crítica do Direito Penal. Rio de Janeiro, Revan 2011. Vídeo 1 - assista
8) BARROCO. Maria Lúcia S. Barbárie e neoconservadorismo: os desafios do projeto ético - político. – 14 páginas
9) BEHRING, Elaine R. SANTOS, Silvana M. Moraes. Questão social e direitos. In: Direitos Sociais e competências profissionais. Brasília: ABEPSS, CFESS, 2009.
10) BOSCHETTI, Ivanete. Avaliação de políticas, programas e projetos sociais. In: Direitos Sociais e competências profissionais. Brasília: ABEPSS, CFESS, 2009.
Ir para a publicação⇑
11) CALVI, Kéttini Upp. O controle social nos conselhos de políticas e de Direitos – 12 páginas Revista Emancipação
12) CARVALHO, Salo. O encarceramento seletivo da juventude negra brasileira: a decisiva contribuição do poder judiciário Revista da Fac Direito UFMG n. 67
13) CARVALHO, Eder A.; KODATO, Sergio; PAULA, Alexandre da S. Diversidade sexual e de gênero no sistema prisional: discriminação, preconceito e violência. Contemporânea – Revista de Sociologia da UFSCar, v. 9, n. 1, jan.- jun. 2019, pp. 253-273.
14) CASARA, Rubens e PRADO, Geraldo. Dispositivos penais desencarceradores: o óbice hermenêutico. In: ABRAMOVAY, Pedro Vieira e BATISTA, Vera Malagutti (orgs). Depois do grande encarceramento. Rio de Janeiro, Editora Revan, 2010.
15) CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Política Nacional de Atenção à Pessoa Egressa do Sistema Prisional. Elaboração de Felipe Athayde Lins de Melo. Brasília: CNJ, 2020. (Col. Justiça Presente)
16) CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. resolução nº 307, de 17 de dezembro de 2019
17) DUARTE, Evandro Charles P. Criminologia e racismo. Curitiba, Juruá, 2011.
18) DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias - 65 páginas
19) FANON, Franz. Pele Negra, Máscaras Brancas. Salvador, EDUFBA, 2008.
20) FLAUZINA Corpo negro caído no chão: o sistema penal e o projeto genocida do Estado brasileiro. Dissertação de Mestrado. UNB Brasília 2006.
Ir para a publicação⇑
21) FERAJOLI, Luigi. Prefácio. In: RIVERA BEIRAS, Iñaki. Desencarceramento - por uma política de redução da prisão a partir de um garantismo radical. Florianópolis, Tirantlo Blanch, 2019.
22) FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. Petrópolis, Vozes, 1986.
23) GONZALEZ, Lelia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. in: silva, luiz augusto, silva, l. a. et al. movimentos sociais urbanos, minorias e outros estudos. ciências sociais hoje Brasília, anpocs n. 2, p. 223-244, 1983
24) INSTITUTO DE PESQUISAS APLICADAS. Reincidência Criminal no Brasil – Relatório de Pesquisa - 162 páginas Rio de Janeiro 2015.
25) INSTITUTO TERRA, TRABALHO E CIDADANIA. Mulheres sem prisão. Enfrentando a (in)visibilidade das mulheres submetidas à justiça criminal – 188 páginas São Paulo 2019.
26) GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. Rio de Janeiro, Petrópolis, Vozes, 1994.
27) GOFFMAN. Erving. Manicômios, prisões e conventos. São Paulo, Editora Perspectiva, 1974.
28) GOHN, Maria da Glória. Conselhos Gestores e Participação Sociopolítica. São Paulo: Cortez, 2011.
29) HART, Carl. Um preço muito alto. Rio de Janeiro, Zahar, 2014.
30) KARAM, Maria Lúcia. O processo de democratização e o Poder Judiciário. Discursos Sediciosos nº 12. Rio de Janeiro, Instituto carioca de Criminologia, Editora Revan, 2002.
Ir para a publicação⇑
31) MACCAULAY, Fiona Parcerias entre Estado e Sociedade Civil para Promover a Segurança Cidadã no Brasil. Sur - Revista Internacional de Direitos Humanos. Ano 2, número 2, 2005. 32) MACHADO, Loiva Mara de Oliveira. Controle Social da Política de Assistência Social: caminhos e descaminhos. Porto Alegre, Edipucrs, 2012. 33) MASCARO. Alysson Leandro. Estado e forma política São Paulo, Editorial Boitempo, 2013.
34) MATTOS, Maurílio Castro. Assessoria, consultoria, auditoria, supervisão técnica. In: Direitos Sociais e competências profissionais. Brasília: ABEPSS, CFESS, 2009. 35) MELOSSI, Dario e PAVARINI, Máximo. Cárcere e Fábrica - As Origens do Sistema Penitenciário (Século XVI-XIX) Coleção Pensamento Criminológico nº 11. 36) MIOTO, Regina Célia. Orientação e acompanhamento social a indivíduos, grupos e família.
37) ORGANIZAÇÃO DA NAÇÕES UNIDAS.
Regras de Mandela – 45 páginas
Regras de Bangkok – 43 páginas
Convenção contra a tortura e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanas ou degradantes
Princípios de Yogyakarta – 14 páginas
Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos 38) ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS Pacto de São José da Costa Rica
39) PROVÍNCIA MARISTA BRASIL CENTRO-NORTE/ UNIÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO E ENSINO. Encantar a vida com a Organização da Produção Comercialização Justa e Solidária e Consumo. 40) RAICHELIS, Raquel. Gestão pública e a questão social na grande Lua Nova: Revista de Cultura e Política nº 69. São Paulo 2006.
Ir para a publicação⇑ 41) RAICHELIS, Raquel. Democratizar a gestão das políticas sociais – um desafio a ser enfrentado pela sociedade civil. In MOTA, Ana Elisabete ett al. (orgs) Serviço Social e Saúde: Formação e Trabalho Profissional. São Paulo, Cortez, 2008. 42) RIVERA BEIRAS, Iñaki. Desencarceramento - por uma política de redução da prisão a partir de um garantismo radical. Florianópolis, Tirant lo Blanch, 2019 43) SCHERER, Giovane Antonio Territórios Violentados e Vidas Descartáveis: a dinâmica espacial do capital diante da crise estrutural. Revista Emancipação v. 18 n. 2. 2018 44) STEIN, Rosa Helena. A descentralização como instrumento de ação política e suas controvérsias. Serviço Social e Sociedade n° 54. São Paulo, Cortez Editora, 1997. 45) TEIXEIRA, Joaquina Barata. Formulação, administração e execução de políticas públicas. In: Direitos Sociais e competências profissionais. Brasília: ABEPSS, CFESS, 2009. 46) WACQUANT, Löic. A reinserção do prisioneiro como mito e cerimonia. In: Carlen, Pat; França, Leandro Aires, Org. Criminologias alternativas. Editora Canal Ciências Criminais. Porto Alegre, 2017. As prisões da miséria 1999. Rio de Janeiro, Zahar editores, 2001. 47) WOLFF, Maria Palma. Antologia de vidas e histórias na prisão. Rio de Janeiro, Lúmen Júris, 2005. - Postulados, princípios e diretrizes para a política de atendimento às pessoas egressas do Sistema Prisional – 70 páginas Brasília. 2016. - Direitos sociais – fundamentos e políticas de implementação. São Paulo, Estúdio Editores, 2015. - Políticas de atendimento à pessoa egressa no Brasil: da idealização à necessidade de reconhecimento da demanda e da responsabilidade pública. in: daufemback, valdirene; de vitto, renato c. p. Para além da prisão: reflexões e propostas para uma nova política penal no Brasil. Belo Horizonte, Casa do Direito, 2018.
48) WORLD PRISON POPULATION LIST 2018 Documentário: What are Human Rights disponível dublado. https://www.youtube.com/watch?v=8xt0ujMak8E
49) VALVERDE MOLINA, Jesús. La cárcel y sus consecuencias: La intervención sobre la conducta desadaptada. Madrid: Editora Popular, S.A., 1997 50) ZAFARONI, Eugenio Raul. - Sentido y justificación de la pena. Jornadas sobre sistema penitenciário y derechos humanos. Buenos Aires: Editorial del Puerto, 1997. - A questão Criminal Rio de Janeiro, Revan, 2014.
Ir para a publicação⇑ Voltar ANEXOS Anexo 1________________________________________________
Folder explicativo da Metodologia - notas sobre a metodologia de mobilização de pessoas pré-egressas Anexo 2 _________________________________________________
Diagnóstico situacional - Levantamento da realidade local - Caracterização da Unidade Prisional Anexo 3 _________________________________________________
Roteiro de planejamento local - Planejamento das atividades de atendimento da pessoa pré-egressa no Presídio X Anexo 4 _________________________________________________
Plano Individual e Mapa da Saída Anexo 5 _________________________________________________
Atividades complementares - Cine debate Anexo 6 _________________________________________________
Portaria estadual de adoção da Metodologia
Ir para a publicação⇑ Voltar
Ir para a página principal
|