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Unidades Prisionais no Estado de Sergipe



GESTÃO E CONTROLE


DEPARTAMENTO DO SISTEMA PRISIONAL – DESIPE

Diretor: AGENILDO MACHADO DE FREITAS JÚNIOR
Vice-Diretor: HÉLIO MATHEUS DE OLIVEIRA SANTOS

Endereço: Rua José Zuckman, Bairro América – CEP: 49080-350
Bairro: América
Cidade: Aracaju/SE
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Telefone: (79) 3225-2017 - (79) 3225-6021


CENTRAL DE MONITORAMENTO ELETRÔNICO DE PRESOS - CEMEP

Diretor: EDEN DA SILVA SANTOS
Vice-Diretor: CRISTIANO AMADO SANTOS

Endereço: Rua José Zuckman, CEP: 49080-350


Bairro: América
Cidade: Aracaju/SE
Telefones:
(79) 3225-6003 (Público em Geral)
(79) 3225-6010 (Exclusivo para Vítimas e Sistema de Justiça Criminal)
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ESCOLA DE GESTÃO PENITENCIÁRIA DE SERGIPE – EGESP

Diretor: SYDNEY MARINHO DO PASSO JÚNIOR

Endereço: Rua José Zuckman Nº 52 - em frente à Praça da Liberdade
Bairro: América
Cidade: Aracaju/SE

Telefones: 
(79) 98849-9837 / 3225-6037

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Site: https://sejuc.se.gov.br/egesp/




CONTEÚDO DIDÁTICO


UNIDADES PRISIONAIS - LISTA



RELATÓRIO DE INFORMAÇÕES PENAIS - RELIPEN
14º CICLO - PERÍODO DE JANEIRO A JUNHO DE 2023 - SISDEPEN - Sistema Nacional de Informações Penais
MJSP - Ministério da Justiça e Segurança Pública

Presos – Cela física

Prisão Domiciliar COM Monitoramento Eletrônico

Prisão Domiciliar SEM Monitoramento Eletrônico



MONITORAMENTO DE LOCAIS DE DETENÇÃO  - um guia prático

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA - SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS / ASSOCIAÇÃO PARA A PREVENÇÃO DA TORTURA / ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS IBERO-AMERICANOS

A Associação para a Prevenção da Tortura (APT) é uma organização não governamental, com sede em Genebra, Suíça,
e que trabalha ao redor do mundo para prevenir a tortura e outras formas de maus-tratos.



MODELOS DE GESTÃO DA POLÍTICA PRISIONAL

CADERNO I
Fundamentos Conceituais e Principiológicos                                                    (176 páginas)
  

Referências Bibliográficas - 89 publicações correlatas totalizando 4.191 páginas (Links eletrônicos verificados).

CADERNO II
Arquitetura organizacional e funcionalidades                                                    (145 páginas)

CADERNO III
Competências e práticas específicas da administração penitenciária             (163 páginas)


CURSOS ESPECIALIZADOS

- PROCESSOS EDUCATIVOS para o Modelo de Gestão da Política Prisional

- MATRIZ de PERCURSO FORMATIVO para implantação do Modelo de Gestão



 Manual para Servidores Penitenciários


36 TEMAS – –> Links verificados, totalizando 2.654 páginas

Instrumentos de Direitos Humanos Relevantes - confira

- Carta Internacional dos Direitos do Homem
- Proibição contra a tortura
- Prevenção da discriminação
- Direitos das mulheres
- Direitos da criança
- Administração da justiça
- Instrumentos Regionais de Direitos Humanos

 





Londres
Internacional Centre for Prison Studies, 2002

Edição Brasileira - 187 páginas


 
UNIDADES PRISIONAIS


Unidade de Custódia Psiquiátrica - UCP

Endereço: Rua Argentina 421 - Cep. 49.080-080 - Bairro América - Aracaju/SE
Telefone: (79) 3225-6028
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DIRETOR: ANTÔNIO CLÁUDIO VIANA DOS SANTOS 

VICE-DIRETORA: ANDRÉA FERNANDA ANDRADE



Cadeia Territorial de Nossa Senhora do Socorro – CADEIÃO

Endereço: Rua da Frente, Povoado Taboca, Cep. 49.160-000 - Nossa Senhora do Socorro/SE
Cartório: (79) 3225-6042
Serviço Social: (79) 3225-6043
Direção: (79) 3225-1601
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DIRETOR: MARIA EDINÓLIA DE SOUZA OLIVEIRA

VICE-DIRETOR: RONNY ANDERSON NASCIMENTO LUZ 



Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto – COPEMCAN

Endereço: BR-101 – Povoado Timbó, Cep. 49.100-000 - São Cristóvão – SE
Administração Geral: (79) 3225-6038 - 3225-6040
Serviço Social: (79) 3225-6041 – Emissão de Carteirinha - (79) 3225-6046
Vídeoaudiência : (79) 3225-6045
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DIRETOR: EMERSON COSTA FRANÇA 

VICE-DIRETOR: MARCELO FERREIRA MACEDO



Presídio Feminino – PREFEM

Endereço: Rua da frente 167 A - Povoado Tabocas - Cep. 49.160-000 - Nossa Senhora do Socorro / SE
Telefone: (79) 3225-6039
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DIRETORA: MÔNICA SOARES BARRETO PINTO 

VICE-DIRETORA: ELILDA SOUZA BARROS ALVES 



Presídio Regional Juiz Manoel Barbosa de Souza – PREMABAS

Endereço: Rod. Antônio Carlos Valadares s/n -  KM 4 - Cep. 49.300-000 - Tobias Barreto/SE
Telefone: (79) 3225-6034
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DIRETOR: JOSÉ RAIMUNDO DE SANTANA

VICE-DIRETOR: GENÍLSON MENEZES DOS SANTOS



Presídio Regional Senador Leite Neto – PRESLEN

Endereço: Rua Higínio Amaral S/N -  Cep. 49.680-000 - Nossa Senhora da Glória/SE
Telefone: (79) 3225-6035
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DIRETOR: ANTÔNIO RICARDO DE OLIVEIRA MANHÃES

VICE-DIRETOR: FRANCINALDO FERREIRA BATISTA



Presídio Semiaberto de Areia Branca - PRESAB

Endereço: BR 235 -  KM 36 - Areia Branca/SE
Geral: (79) 3288-1959
Administração: (79) 3225-6036
Serviço Social: (79) 3225-6507
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DIRETOR: AUGUSTO HENRIQUE DE JESUS

VICE-DIRETOR: SHELTON MARQUES DA SILVA


COGESTÃO


Cadeia Pública de Areia Branca

Endereço: BR 235 - KM 36 - Areia Branca/SE
Telefone: (79) 3142-1861 / 3142-1862
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

DIRETOR: JOSÉ PEDRO DA CONCEIÇÃO JÚNIOR

VICE-DIRETOR: MÁRIO CAVALCANTI DE SANTANA JÚNIOR


Cadeia Pública de Estância

Endereço: BR101 KM147 - s/n - Distrito Dizilena (atrás do Posto Cidade Jardins) - Cep. 49.200-000 - Estância/SE
Telefones: (79) 3530-3550 / 3530-3551
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DIRETOR: VANÍLSON SOARES BARBOSA 

VICE-DIRETOR: ANTÔNIO JOSÉ FRANCA JÚNIOR


Complexo Penitenciário Advogado Antônio Jacinto Filho – COMPAJAF

Endereço: Rua 37 Nº 1501 -  Conj. Terra Dura -  Bairro Santa Maria, Aracaju/SE
Telefones: (79) 3142-1572 / 3142-1573
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

DIRETOR: JEAN GUIMARÃES SANTOS 

VICE-DIRETORA: JULIANNA MARIA DOS SANTOS
                                                                                                                                                        Voltar



MONITORAMENTO DE LOCAIS DEDETENÇÃO  - um guia prático


Capítulo I: Monitoramento de locais de detenção                                                                                             


1. A proteção das pessoas privadas de liberdade

1.1 Privação de liberdade

1.2 Proteção das pessoas privadas de liberdade

2. Monitoramento das condições de detenção através de visitas

2.1 O que se entende por monitoramento de locais de detenção?

2.2 A importância do monitoramento

2.3 Visitas a locais de privação de liberdade – a principal ferramenta do monitoramento

3. Princípios básicos do monitoramento de locais de detenção


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Capítulo II: Órgãos de monitoramento de locais de detenção                                                                         

1. Visitas no âmbito nacional

1.1 Inspeções internas

1.2 Inspeções judiciais

1.3 Monitoramento externo independente

2. Mecanismos de visita internacionais e regionais

3. O Protocolo Facultativo à Convenção contra a Tortura das Nações Unidas

3.1 O Subcomitê do CCT

3.2 Mecanismos nacionais de prevenção sob o Protocolo Facultativo

3.2.1 Estabelecimento dos novos mecanismos nacionais de prevenção

3.2.2 O formato dos mecanismos nacionais de prevenção

3.2.3 O mandato dos mecanismos nacionais de prevenção

3.2.4 Garantias relativas aos mecanismos nacionais de prevenção

3.2.5 Acesso aos locais onde se encontram pessoas privadas da liberdade

 

3.3 Acompanhamento das visitas sob o Protocolo Facultativo

3.3.1 Relatório e recomendações

3.3.2 Ação preventiva complementar

3.3.3 Contato direto com o Subcomitê

4. Coordenação entre os diferentes órgãos de visita

4.1 Coordenação entre os órgãos de visita domésticos

4.2 Coordenação entre os órgãos de visita internacionais e os nacionais

4.3 Coordenação entre os órgãos de visita internacional

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Capítulo III: Como monitorar locais de detenção                                                                                              

1. O marco do monitoramento

2. Estabelecimento de um programa de monitoramento

2.1 Estabelecimento de um programa de visitas

2.2 A escolha dos locais

2.3 Duração das visitas

2.4 Frequência das visitas

2.5 A equipe de visita

2.5.1 Composição

2.5.2 Tamanho

2.5.3 Capacitação

3. Preparação da visita

3.1 Trabalho preparatório

3.2 Estabelecer os objetivos da visita

4. A visita

4.1 Conversa inicial com o diretor ou diretora do local de privação de liberdade

4.2 Consulta aos registros e outros documentos

4.3 Visitas a todas as instalações dos estabelecimentos de detenção

4.4 Entrevistas com as pessoas privadas de liberdade

4.4.1 Considerações Gerais

4.4.2 Entrevista em grupos

4.4.3 Entrevistas privadas

4.4.4 Entrevistas com o corpo técnico encarregado das pessoas privadas de liberdade

4.5 Entrevista final com o diretor ou a diretora


5. Acompanhamento da visita

 

5.1 Acompanhamento interno

5.2 Redação de relatórios de monitoramento sobre as condições de detenção

5.2.1 Redação dos relatórios de visita

5.2.2 Redação de um relatório global

5.2.3 Difusão dos relatórios globais

5.3 Acompanhamento da implementação das recomendações

5.4 Ações de acompanhamento externo ao processo de monitoramento

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Capítulo IV: Questões a examinar                                                                                                                       

1.Tratamento

Tortura e maus-tratos

Isolamento

Medidas de coerção

Uso da força

Revistas corporais

Mulheres privadas de liberdade

2. Medidas de proteção

Registros e prontuários

Informação às pessoas privadas de liberdade

Inspeção e monitoramento

Procedimentos disciplinares

Procedimento de queixas, recursos e denúncias

Separação da população privada de liberdade por categorias

3. Condições materiais

Alimentação

Iluminação e ventilação

Instalações sanitárias

Higiene pessoal

Vestimenta e roupa de cama

Superpopulação e alojamento

4. Regime e atividades

Contatos com a família e amigos

Contato com o mundo externo

Educação

Exercício ao ar livre

Atividades culturais e de recreação

Religião

Trabalho

5. Serviços Médicos

Acesso à assistência médica física e psicológica

Pessoal Médico

Assistência específica à saúde das mulheres

Assistência específica à saúde das pessoas com transtorno mental

Doenças transmissíveis

6. Corpo técnico

Questões gerais

Capacitação do corpo técnico

7. Detenção pela polícia

Garantias fundamentais

Registros e prontuários

Interrogatórios

Informação

Condições materiais das delegacias

ANEXOS

Anexo 1: Lista básica de aspectos da privação da liberdade a examinar

Anexo 2: Exemplos de registros de uma visita

Anexo 3: Protocolo Facultativo à Convenção contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes

Anexo 4: Lista de normas internacionais e regionais

Anexo 5: Lista de contatos


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RELATÓRIO DE INFORMAÇÕES PENAIS - RELIPEN

Dados fornecidos pelas Secretarias de Administração Prisional de todos os Estados e Distrito Federal, e pelo Sistema Penitenciário Federal




Sumário – Presos – Cela física

Dados Estatísticos


População prisional – totais

Capacidade de vagas – totais

Déficit de vagas – totais

Quantidade de estabelecimentos Prisionais

População prisional por regimes

Total de presos em outras prisões (carceragens de forças de segurança)

Presos provisórios com mais de 90 dias de prisão, em regime fechado que progrediram e aguardam transferência

– Presos com atestado de Pena

Trabalho e Estudo no Sistema Prisional

Presos em trabalho no sistema prisional

Módulos de oficinas de trabalho

Presos por remuneração

Total de atividades educacionais no sistema prisional

Atividades de ensino formal e atividades complementares

Módulos de educação

Livros nos estabelecimentos

Trabalho e estudo simultaneamente

Mulheres no Sistema Prisional

População prisional feminina

Quantidade de gestantes e lactantes

Celas/dormitórios para gestantes

Quantidade de filhos nos estabelecimentos

Faixa etária dos filhos nos estabelecimentos

Berçários e creches nos estabelecimentos

Equipes próprias para atendimentos nos berçários

 

Grupos Específicos no Sistema Prisional

Alas ou Celas exclusivas para presos LGBT, Idosos, Estrangeiros e Indígenas

Alas ou Celas exclusivas para presos com deficiência

Presos com deficiência

Presos estrangeiros

Nacionalidade dos presos estrangeiros

Perfil do Preso

Presos por faixa etária

Presos por cor de pele/raça/etnia

Presos por procedência

Presos por estado civil

Presos por grau de escolaridade

Presos por posse de documentos pessoais

Presos por número de filhos

Presos por tempo total de pena

Presos por tempo de pena remanescente

Presos por tipo penal

Presos cujas famílias recebem auxílio-reclusão

Presos com visitantes cadastrados

Presos que receberam visitas

Saúde no sistema prisional

Módulos de saúde

Procedimentos de saúde realizados

Presos com agravos transmissíveis

Número de mortes no sistema prisional

Administração Prisional

Servidores no sistema prisional

Tipos de estabelecimentos

Gestão dos estabelecimentos

Serviços terceirizados

Estabelecimentos Adaptados; Estabelecimentos com Regimento Interno

Estabelecimentos com local específico para visitação e para visita íntima

Estabelecimentos com salas de atendimento para Serviço Social, Psicologia e para o atendimento jurídico gratuito

Estabelecimentos com sala de videoconferência

Estabelecimentos com cela-seguro


Sumário – Presos – Cela física


Administração Prisional

Estabelecimentos com espaços para construção de novos módulos

Estabelecimentos com prestação sistemática de assistência jurídica gratuita

Quantidade de visitas registradas

Visitas de inspeção nos estabelecimentos prisionais

Movimentações no sistema prisional

Número de entradas no sistema prisional

Número de Abandonos (não retorno à Saída Temporária)

Número de Alvarás de Soltura

Número de transferências/remoções

Número de Permissão de Saída

Número de Saída Temporária


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Prisão Domiciliar COM Monitoramento Eletrônico
Dados Estatísticos


Prisão domiciliar com monitoramento eletrônico – totais

Quantitativo de Tornozeleiras – totais

Quantitativo por regimes

Trabalho e Estudo Quantitativo em trabalho

Quantitativo por remuneração

Total de atividades educacionais

Atividades de ensino formal e atividades complementares

Trabalho e estudo simultaneamente

Grupos Específicos COM deficiência – Quantitativos

Estrangeiros – Quantitativos

Nacionalidade dos estrangeiros


– Perfil

Perfil por faixa etária

Por cor de pele/raça / etnia

Por procedência

Por estado civil

Por grau de escolaridade

Por número de filhos

Por tempo total de pena

Por tempo de pena remanescente

Por tipo penal

Saúde de Pessoas com agravos transmissíveis

Número de mortes

Administração Prisional Servidores vinculados

Movimentações Número de inclusões


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Prisão Domiciliar SEM Monitoramento Eletrônico
Dados Estatísticos


Prisão domiciliar com monitoramento eletrônico – totais

Quantitativo por regimes

Trabalho e Estudo Quantitativo em trabalho

Quantitativo por remuneração

Total de atividades educacionais

Atividades de ensino formal e atividades complementares

Trabalho e estudo simultaneamente

Grupos Específicos Com deficiência – Quantitativos

Estrangeiros – Quantitativos

Nacionalidade dos estrangeiros

– Perfil

Perfil por faixa etária

Por cor de pele/raça/etnia

Por procedência

Por estado civil

Por grau de escolaridade

Por número de filhos

Por tempo total de pena

Por tempo de pena remanescente

Por tipo penal

Saúde Pessoas com agravos transmissíveis

Número de mortes

Administração Prisional Servidores vinculados

Movimentações Número de inclusões


ANEXO para impressão - Formulário de Informações Prisionais.


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Manual para servidores penitenciários

36 TEMAS – –> Links verificados, totalizando 2.654 páginas

Instrumentos de Direitos Humanos Relevantes - confira

- Carta Internacional dos Direitos do Homem
- Proibição contra a tortura
- Prevenção da discriminação
- Direitos das mulheres
- Direitos da criança
- Administração da justiça
- Instrumentos Regionais de Direitos Humanos

  Londres
Internacional Centre for Prison Studies, 2002
Edição Brasileira - 187 páginas
 
   
1 - Introdução  

- A quem se destina o presente manual ?

Tem por objetivo auxiliar a todos aqueles que estão direta ou indiretamente envolvidos com estabelecimentos prisionais.


- Um conjunto de princípios claros - 

Os temas abordados no presente manual evidenciam a complexidade da administração penitenciária.


- Normas internacionais -

Essas normas foram acordadas pela comunidade internacional, geralmente por meio das Nações Unidas.

- Normas regionais - 

Essas normas internacionais são suplementadas por uma série de instrumentos regionais de direitos humanos.

- Monitores internacionais - 

No âmbito dos Estados Membros do Conselho da Europa, a observância das normas de direitos humanos em estabelecimentos de detenção também é monitorada pelo Comitê para a Prevenção da Tortura e de Tratamentos ou Penas Desumanos ou Degradantes.


- Legitimidade - 

A legitimidade do presente manual sobre administração penitenciária resulta de sua sólida fundamentação nessas normas internacionais de direitos humanos, reconhecidas em todo mundo.


- Experiência prática - 

Não basta, entretanto, que os responsáveis pelas prisões estejam cientes dessas normas internacionais e as consultem. Para que eles de fato implementem as normas em seu trabalho diário, eles devem poder interpretá-las e aplicá-las nas situações de trabalho reais.

- Direitos humanos são parte integral da boa administração  penitenciária - 

O International Centre for Prison Studies realiza todos os seus projetos práticos de administração penitenciária no contexto dos direitos humanos.

- Uma ferramenta adicional - 

Espera-se que o presente manual assuma o lugar que lhe cabe ao lado dessas e de outras obras semelhantes e que seja uma ferramenta útil em prol da boa administração penitenciária.


   
2 - Os Servidores Penitenciários e a Administração Penitenciária  

O contexto

- Um importante serviço público
- A base ética da administração penitenciária
- Relações entre servidores penitenciários e presos são a chave

- Boa liderança é crucial
- A necessidade de pessoal de qualidade
- O papel dos servidores penitenciários

- Integridade pessoal
- O perigo do isolamento
- O status dos servidores penitenciários
- Educação do público sobre as prisões


Valores e comunicação

- A dignidade inerente a todos os seres humanos
- Uma mensagem clara
- Qualidades pessoais dos servidores penitenciários
- Os perigos de servidores penitenciários de perfil inadequado
- Uma estratégica coerente


Prisões na estrutura governamental

- Um serviço civil
- Controle democrático
- Separação entre a polícia e as prisões

- As consequências da transferência de responsabilidade
- Vínculos com órgãos sociais
- Uma organização disciplinada e hierárquica


Recrutamento de servidores penitenciários

- A importância do pessoal certo
- Seleção dos candidatos de perfil adequado
- Ausência de discriminação

- Os valores de sustentação
- A importância do pessoal certo
- Seleção dos candidatos de perfil adequado

- Ausência de discriminação
- Capacitação técnica
- Prevenção da desordem

- Capacitação contínua
- Capacitação de servidores mais graduados
- Treinamento de servidores especializados, principalmente o corpo médico

- Capacitação para trabalhar com grupos de presos especiais
- Treinamento quanto ao uso da força
- Procedimentos relativos ao uso de força

- Uso mínimo de força
- Treinamento quanto ao uso de armas de fogo
- Uso somente para impedir a perda de vida humana


Capacitação de servidores penitenciários

- Os valores de sustentação
- Capacitação técnica
- Prevenção da desordem
- Capacitação contínua


Condições de emprego para servidores penitenciários

- A necessidade de boas condições
- Níveis de remuneração
- Outras condições de emprego

- É preferível morar na comunidade
- Igualdade de tratamento
- Transferências
- Representação dos servidores


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3 - Os Presos São Seres Humanos

  O contexto

- Os presos têm direito à proteção de seus direitos humanos
- O preso como pessoa
- Proibição total da tortura e de tratamento cruel, desumano ou degradante

- Quais direitos são confiscados ?
- A humanidade em comum entre presos e servidores penitenciários
- Proteger os direitos humanos melhora a eficiência operacional


Tortura e maus tratos nunca são permitidos

- Nenhuma circunstância justifica a tortura
- Extrair confissões mediante tortura é prática proibida
- Maus tratos nunca devem ser vistos como normais
- Os servidores devem ser informados da proibição da tortura

- Momentos de perigo de maus tratos
- Abuso sexual
- Regulamentação do uso da força
- Uso de cassetetes ou similares

- Uso mínimo de métodos de força
- Queixas de tortura e de maus tratos
- Acesso para observadores independentes


Procedimentos de admissão

- A admissão é um momento de vulnerabilidade
- Procedimentos de admissão que respeitam a dignidade humana
- Todas as pessoas presas têm esses direitos


Condições de vida

- A pena é a privação da liberdade
- O dever de um atendimento adequado
- Uso de recursos escassos

- Riscos à saúde
- Espaço disponível
- Superpopulação

- Tempo que se passa na cela
- Utilização de todo o espaço disponível
- Utilização de todos os recursos disponíveis

- Celas individuais ou coletivas
- Roupas para os presidiários
- Uniformes

- Roupa de cama
- Instalações sanitárias
- Alimentação e bebidas
- Exercício ao ar livre


Religião

- Observância religiosa
- Todas as religiões reconhecidas devem ser incluídas


 
   
 4 - Pessoas Presas e o Atendimento à Saúde   O contexto

- O direito à boa saúde
- As pessoas presas têm salvaguardas adicionais
- Minimização dos riscos

- Os presos trazem consigo problemas de saúde
- Doenças transmissíveis predominantes
- Presos idosos
- Uma obrigação mesmo em tempos de dificuldade econômica


O direito ao atendimento à saúde

- O que dizem os instrumentos internacionais
- Um ambiente saudável
- O impacto do ambiente prisional

- Doenças transmissíveis
- Educação dos servidores sobre transmissão de doenças
- Distúrbios mentais
- Monitoramento das condições gerais na prisão


Tratamento individual

- Acesso a consultas médicas
- Privacidade
- Confidencialidade
- Registros médicos

- Tratamento
- Tratamento pré e pós-sentenciamento
- Presos com doença terminal


Pessoal de saúde

- Código de ética para profissionais de saúde que trabalham em contextos prisionais
- Equivalência do atendimento
- Presos como pacientes

- Apoio ao pessoal de saúde
- Apoio a enfermeiros(as) em contextos prisionais
- Documentação da tortura

- Revistas corporais
- Greves de fome
- Participação em penas de morte
- Capacitação para todos os servidores


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5 - Como Operar Prisões Seguras e Ordenadas

 

O contexto

- Segurança e justiça
- O equilíbrio certo
- Um ambiente seguro
- Necessidade de um conjunto claro de regras e regulamentos

- Avaliação do nível de segurança apropriado
- Excesso de segurança e controle pode ser um perigo
- Uso de força como último recurso


O equilíbrio entre segurança e programas de reintegração social

- Classificação da segurança
- Diferentes níveis de segurança
- Confinamento em solitária
- Avaliação do risco

- Nível de segurança para presos que aguardam julgamento
- Classificação de segurança a ser decidida pela administração penitenciária
- Revisão periódica do nível de segurança

- Segurança física
- Segurança de procedimentos
- Revista de pessoas presas

- Procedimentos de revista
- Revista de visitantes
- Revista de servidores penitenciários

- Outros procedimentos de segurança
- Segurança dinâmica
- Presos informantes

- O uso de meios de contenção física
- Meios de contenção física como último recurso
- Autorização do uso de meios de contenção física
- Segurança fora da prisão


O equilíbrio entre segurança e contato com o mundo externo

- Direito a fazer contato com a família e advogados
- Monitoramento independente como elemento de contato externo
- O equilíbrio entre controle e uma comunidade bem-ordenada

- Restrições somente na medida necessária
- Presos nunca devem ser empregados para controlar outros presos
- É fundamental uma gestão firme, porém legítima

- Quando o controle e a boa ordem se desintegram
- Condições de segurança máxima
- Presos difíceis e que causam transtorno


 
   

6 - Procedimentos e Punições Disciplinares

  O contexto

- O estado de direito deve prevalecer na prisão
- Disciplina administrativa
- Normas externas


A justiça dos procedimentos disciplinares

- A justiça natural deve ser respeitada
- Observação dos procedimentos corretos
- Uma autoridade competente deve ouvir os casos

- Preparação de uma defesa adequada
- Direito a recurso
- Advertências informais


As punições devem ser justas e proporcionais

- A punição sempre é individual
- Nunca punir duas vezes pela mesma transgressão
- Penas administrativas
- Restrições às punições

- Contenção física não deve ser usada como punição
- Papel restrito do médico
- Punições não-oficiais são proibidas
- Confinamento em solitária


Proibição da privação de sentidos e de celas escuras

- Monitoramento diário
- Perigos do confinamento em solitária
- Confinamento em solitária e segurança máxima


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7 - Atividades Construtivas e Reintegração Social

 

O contexto

- Prevenção da degradação dos presos
- Oportunidades de mudança e desenvolvimento
- A obrigação de proporcionar atividades

- Preparação dos presos para a vida após a soltura
- Uso das organizações da sociedade civil
- Reconhecimento da pessoa presa como indivíduo

- Estimular o desenvolvimento individual
- Presos que cumprem penas curtas
- O valor do trabalho

- Condições de trabalho
- Desenvolvimento de uma rotina
- Desenvolvimento de habilidades

- Reconhecimento da pessoa presa como um indivíduo
- Trabalho e desenvolvimento de habilidades
- Educação e atividades culturais
- Preparação para a soltura


 
   
8 - Contato com o Mundo Externo   O contexto

- O direito à vida familiar
- Proximidade de casa
- Saída temporária para visitar a família
- Visitas familiares em particular

- Mães presas e seus filhos
- Adolescentes e seus pais
- Tratamento de visitantes

- Cartas e telefonemas
- Acesso a material de leitura, televisão e rádio
- Presos estrangeiros


Visitas, cartas, telefonemas

- Vínculos familiares e pessoais por meio de visitas
- Visitas de familiares
- Visitas íntimas
- Visitas públicas

- Visitas a presos que aguardam julgamento
- Revista de visitantes
- Visitas fechadas ou sem contato

- Videoconferências
- Visitas voluntárias
- Benefícios para a penitenciária


Cartas

- Censura ou leitura da correspondência dos presos
- Verificação de conteúdos proibidos


Telefonemas

- Monitoramento e gravação de telefonemas
- Correio eletrônico
- Contato com assessores legais e outros profissionais


Acesso a material de leitura, televisão e rádio

- Acesso regular a informações externas
- Internet
- Um mundo além da prisão


Presos estrangeiros

- Cartas ou telefonemas gratuitos
- Material impresso em idioma estrangeiro
- Contatos na comunidade


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9 - Pedidos e Queixas
  O contexto

- Administração penitenciária justa e eqüitativa
- Procedimentos claros para pedidos e queixas
- Queixas em diferentes níveis

- Não-vitimização dos que se queixam
- Queixas de familiares ou representantes


O que dizem os instrumentos internacionais

- Procedimentos compreensíveis
- Informação sobre os métodos de queixa
- Eliminação de dissuasivos a queixas

- Prevenção da vitimização
- Resolução de pedidos e queixas
- Resolução de acusações informalmente

- Um procedimento formal
- Rapidez é importante
- Queixas levadas a uma instância superior

- Queixas a órgãos externos independentes
- Denúncias de tortura
- Alegações de atividades criminosas

- Queixas sobre o processo legal
- Recursos contra decisões disciplinares
- As queixas são importantes para os presos


 
   

10 - Procedimentos de Inspeção

 

O contexto

- As prisões devem estar sujeitas ao escrutínio público
- Inspeção externa é indispensável
- O valor do escrutínio externo

- O escrutínio externo é fator de proteção para os servidores
- A participação da sociedade civil é uma forma de escrutínio
- Vigilância de leigos independentes

- Inspeções administrativas
- Inspeções independentes
- Organismos regionais e outros mecanismos de inspeção


O que dizem os instrumentos internacionais

Colocação em prática


- A participação da sociedade civil pode prevenir abusos
- Vigilância por membros da sociedade civil
- A inspeção de incidentes graves é tarefa importante

- Na maioria dos sistemas são realizadas inspeções administrativas
- Comprovação do cumprimento dos procedimentos oficiais
- Os inspetores internos devem ter acesso irrestrito

- É importante identificar as boas práticas
- Inspeções independentes são essenciais para a boa gestão penitenciária
- Supervisão judicial

- A posição pública do inspetor independente
- A função dos inspetores após um incidente grave
- Outras formas de inspeção
- Informar e responder a inspeções


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11 - Presos que Aguardam Julgamento e Outros Detentos Não-Sentenciados

 

O contexto

- Algumas definições
- A presunção de inocência
- Problemas de detenção na fase pré-julgamento

- Excesso de presos na fase pré-julgamento
- Distinção entre autoridades investigadoras e penitenciárias


O que dizem os instrumentos internacionais

Colocação em prática


- Situação especial de presos que aguardam julgamento
- Salvaguardas contra detenção arbitrária
- Monitoramento do período de detenção antes do julgamento

- Assistência jurídica
- Regras distintas


O direito a representação legal

Colocação em prática


- Função das prisões na garantia de representação legal
- Privacidade da correspondência com representantes legais

- Privacidade das reuniões com representantes legais
- O tratamento de presos em fase de julgamento


O tratamento de presos em fase de julgamento

Colocação em prática


- Presos em fase de pré-julgamento têm status especial
- Separação de presos condenados

- O que a prisão precisa oferecer
- Os níveis de segurança devem ser estipulados previamente


Outros detentos não-sentenciados

Colocação em prática


- Presos administrativos não são condenados
- Imigrantes ilegais e pessoas em busca de asilo


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12 - Adolescentes e Jovens Privados de Liberdade

 

O contexto

- Algumas definições
- A posição do Direito Internacional

- Menores de 18 anos não devem ficar em prisões
- Prisão para adolescentes é a última opção

- Legalidade da detenção de adolescentes
- Ênfase no bem-estar do adolescente

- O problema da inexistência de registros de nascimento
- Jovens adultos


O que dizem os instrumentos internacionais

Colocação em prática

- Jovens privados de liberdade
- Expostos a abusos

- Capacitação dos servidores penitenciários
- Bem-estar e necessidade de educação

- Estreita articulação com a sociedade civil
- Vínculos familiares
- Soltura e reintegração



   

13 – Presidiárias

 

O contexto

- As presidiárias são minoria
- O efeito da legislação contra o narcotráfico

- As presidiárias enfrentam problemas distintos
- Responsabilidades familiares

- Prevenção de abusos
- Grávidas


O que dizem os instrumentos internacionais

Colocação em prática


- Os servidores precisam de treinamento especial
- A mulher enfrenta discriminação
- Instalações prisionais


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14 - Presos Condenados à Prisão Perpétua e a Longas Penas de Reclusão

 

O contexto

- Aumenta o número de presos condenados a longas penas de reclusão
- Uma definição
- Efeitos da abolição da pena de morte

- Presidiários condenados à prisão perpétua
- Como gerenciar as penas não-determinadas
- Nem todos os condenados a longas penas de reclusão representam um alto grau de periculosidade

- Presidiários de alto grau de periculosidade
- Presidiários definidos como terroristas
- O problema da institucionalização


O que dizem os instrumentos internacionais

Oferecer oportunidades

Colocação em prática


- Planejamento inicial após a condenação
- Avaliação de risco

- Trabalho, educação e outras atividades
- Não há justificativa para o isolamento

- Contatos com a família e com o mundo externo
- O andamento do processo

- Uma revisão periódica é fundamental
- Transferência para uma prisão de segurança mínima


Presos idosos

- Número crescente de presos idosos

- Os problemas dos idosos

- Perda de contato com a família



   

15 - Presidiários Sentenciados à Pena de Morte

  O contexto

- A aplicação da pena de morte está diminuindo
- Presos no corredor da morte
- Tratamento dos presos e dos servidores penitenciários


O que dizem os instrumentos internacionais

Colocação em prática


- Tratamento digno e humano
- Separação dos presos sentenciados à pena de morte

- Não há justificativa para uma separação automática
- Igualdade de tratamento

- Acesso irrestrito aos advogados
- Visitantes

- Os servidores penitenciários devem ser criteriosamente selecionados
- Reações após uma execução


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16 - Reconhecimento da Diversidade

 

O contexto

- Tratamento justo para todos os presos
- Reconhecer as diferenças

- Perigo de discriminação
- Obrigação de combater a discriminação


O que dizem os instrumentos internacionais

Colocação em prática

- Monitorar a discriminação
- Reforçar a não-discriminação

- Servidores penitenciários de minorias étnicas
- Agir de forma positiva

- Presos estrangeiros
- Reintegração social
- Consulta formal



   

17 - Aplicação de Penas Privativas da Liberdade e Alternativas à Prisão

 

O contexto

- Aplicação crescente de penas de reclusão
- A superlotação carcerária

- O interesse das administrações penitenciárias
- O papel que cabe às administrações penitenciárias


Disposições pós-sentenciamento

- Soltura antecipada
- Aceitação da soltura antecipada pela opinião pública


Penas alternativas à prisão

- Uma contribuição para o debate
- A prisão como último recurso


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Instrumentos de Direitos Humanos Relevantes

 

Carta Internacional dos Direitos do Homem

Ξ Declaração Universal dos Direitos Humanos

Ξ Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais

Ξ Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos


Proibição contra a tortura

Ξ Convenção contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis,
Desumanas ou
Degradantes


Prevenção da discriminação

Ξ Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial

Ξ Declaração sobre a Eliminação de Todas as Formas de Intolerância e Discriminação com Base em Religião ou Crença

Ξ Declaração sobre os Direitos de Pessoas Pertencentes a Minorias Nacionais ou Étnicas, Religiosas e Lingüísticas


Direitos das mulheres

Ξ Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres

Ξ Declaração sobre a Eliminação da Violência contra a Mulher


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Direitos da criança

Ξ Convenção sobre os Direitos da Criança


Administração da justiça

Ξ Regras Mínimas para o Tratamento de Pessoas Presas  - 45 páginas

Ξ Princípios Básicos para o Tratamento de Pessoas Presas  - 40 páginas

Ξ Conjunto de Princípios para a Proteção de Todas as Pessoas sob Qualquer Forma de Detenção ou Prisão - 344 páginas

Ξ Regras das Nações Unidas para a Proteção de Crianças e Adolescentes Privados de Liberdade - 24 páginas

Ξ Convenção contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes  - 27 páginas

Ξ Princípios de Ética Médica relevantes para o Papel de Profissionais de Saúde, principalmente
Médicos, na Proteção de Pessoas Presas e Detidas contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes - 5 páginas

Ξ Salvaguardas de Garantia de Proteção dos Direitos das Pessoas Sentenciadas à Pena de Morte - 344 páginas

Ξ Código de Conduta para Funcionários de Execução da Lei

Ξ Princípios Básicos sobre o Uso de Força e Armas de Fogo por Funcionários de Execução da Lei

Ξ Princípios Básicos sobre o Papel dos Advogados

Ξ Diretrizes sobre o Papel dos Promotores - 153 páginas

Ξ Regras Mínimas das Nações Unidas relativas a Medidas Alternativas à Prisão (Regras de Tóquio) - 13 páginas

Ξ Diretrizes das Nações Unidas para a Prevenção da Delinqüência Juvenil (Diretrizes de Riade) - 19 páginas

Ξ Regras Mínimas das Nações Unidas para a Administração da Justiça para Crianças e Adolescentes (Regras de Beijing) - 31 páginas

Ξ Declaração dos Princípios Básicos de Justiça para Vítimas de Crime e Abuso de Poder

Ξ Princípios Básicos sobre a Independência do Judiciário

Ξ Modelo de Tratado sobre a Transferência de Processos em Matérias Penais - 628 páginas

Ξ Modelo de Tratado sobre a Transferência de Supervisão de Transgressores sob Condenação Condicional ou sob Soltura Condicional - 99 páginas

Ξ Declaração sobre a Proteção de Todas as Pessoas contra Desaparecimentos Forçados - 10 páginas

Ξ Princípios de Prevenção e Investigação Efetiva de Execuções Extra-Judiciais, Arbitrárias e Sumárias - 20 páginas


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Instrumentos Regionais de Direitos Humanos

Ξ Declaração Africana dos Direitos Humanos e dos Povos - 131 páginas

Ξ Declaração Africana dos Direitos e Deveres do Homem - 20 páginas

Ξ Convenção Americana de Direitos Humanos - 470 páginas

Ξ Convenção Inter-Americana para a Prevenção e Punição da Tortura - 21 páginas

Ξ Convenção Européia de Direitos Humanos - 35 páginas

Ξ Convenção Européia para a Prevenção da Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Desumanos ou Degradantes - 15 páginas

Ξ Regras Penitenciárias Européias - 40 páginas


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