Índice alfabético remissivo
A Lei Maria da Penha e as Medidas Protetivas de UrgênciaA Lei Maria da Penha foi editada em 2006, e é um instrumento eficaz para prevenir e punir a violência doméstica e familiar. |
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⊆⊇ ALGEMAS e outros instrumentos de contenção em Audiências Judiciais ⊆⊇ – 81 páginas
Orientações práticas para implementação da Súmula Vinculante nº 11 do STF pela magistratura e Tribunais.
§ ATENDIMENTO INICIAL e integrado a ADOLESCENTE a quem se atribua a prática de ATO INFRACIONAL § – 140 páginas
- Manual Recomendação nº 87/2021.
◊ Conceitos básicos no atendimento inicial de adolescentes
◊ Articulação intersetorial para implantação do NAI e pactuação de fluxo
◊ Tomada de decisão judicial no atendimento inicial
◊ Garantias na audiência de apresentação
◊ Possibilidade de Justiça Restaurativa
Referências Bibliográficas (1583 páginas em 71 temas distintos – Links eletrônicos verificados)
∈∋ Cartilha para Vítimas de Crimes e Atos Infracionais ∈∋ – 70 páginas
Você sabia que as vítimas têm um conjunto de direitos específicos ?
VÍTIMAS, QUEM SÃO ?
Θ Por que é difícil se identificar como vítima ?
Θ Vítima direta
Θ Vítima indireta
Θ Vítimas em situação de Vulnerabilidade Acrescida
• Tipos de violência, atos violentos e violações de direitos
• Normativas de proteção aos direitos de vítimas de crimes e atos infracionais
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Cenário Penal e Socioeducativo FEMININO |
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Ξ Política Nacional de Atenção às MULHERES GESTANTES ou mães, e às crianças
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≤≥ Diagnóstico das EQUIPES MULTIDISCIPLINARES nas unidades Judiciárias ≤≥ – 104 páginas
A importância do trabalho realizado pelas equipes multidisciplinares, especialmente no acompanhamento de conflitos e/ou situações que exigem olhares e cuidados diferentes da perspectiva dos operadores do Sistema de Justiça que são formados na área de direito.
"Os conhecimentos técnico científicos da psicologia, da sociologia, do serviço social passaram a ser necessários em um Brasil que se urbaniza e se moderniza, com vistas a diagnosticar e prevenir as causas da pobreza; da delinquência juvenil; e da “má índole”. (Ízis Reis)
- Referências Bibliográficas - 41 temas com links eletrônicos verificados.
¤ Guia de Formação em Alternativas Penais I (Postulados, Princípios e Diretrizes) ¤ – 55 páginas
Passo importante visando a qualificação da política de alternativas penais e redução do encarceramento.
Δ Postulados para as alternativas penais no Brasil
Δ Princípios e diretrizes - intervenção penal mínima, desencarceradora, dignidade, liberdade e protagonismo das pessoas.
Δ Modalidades e finalidades de alternativas penais
Δ A central integrada - O corpo gerencial, atribuições e estrutura
⊥ Guia de Formação em Alternativas Penais V (Protetivas de urgência e demais ações) ⊥ – 60 páginas
* Bibliografia constando 43 autores distintos, somando 2.038 páginas ==> links verificados *
- Este Guia integra o material didático de formação e sensibilização dos atores que compõem o campo das alternativas penais.
Medidas de responsabilização para homens autores de violências contra as mulheres, com detalhamento sobre os serviços de responsabilização para homens, tal como os Grupos Reflexivos, de acordo com a Lei Maria da Penha.
Guia para a Estruturação da Política Judiciária de Atenção e Apoio às VítimasImplementação da Política Institucional do Poder Judiciário de Atenção e Apoio às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais. - 224 páginas |
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GUIA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA INTERNACIONALDireitos das pessoas privadas de liberdade - 222 páginas |
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Inspeções Judiciais e CNIEP - Cadastro Nacional de Inspeções nos Estabelecimentos PrisionaisEsta seção reúne os principais documentos, ferramentas e normativas relacionados à realização de inspeções judiciais em estabelecimentos de privação de liberdade, conforme a metodologia da Resolução CNJ nº 593/2024 e o uso do CNIEP. |
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- A QUEM SE DESTINA ESTA PUBLICAÇÃO - |
• Normativas, diretrizes e CNIEP (introdução) • Fundamentos e Objetivos dos Manuais de Inspeção
• MANUAIS e FORMULÁRIOS de INSPEÇÃO PENAL
• SUPORTE TÉCNICO CNJ |
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MANUAL DE FORTALECIMENTO dos GMFs
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- O Poder Judiciário como indutor - Parâmetros Conceituais
- Linha do Tempo
- Ações do CNJ e do DMF - Referências Bibliográficas- 5.463 páginas |
- Populações
- Populações LGBTI |
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Londres Internacional Centre for Prison Studies, 2002 Edição Brasileira - 187 páginas |
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MODELOS DE GESTÃO DA POLÍTICA PRISIONALDEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL
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CADERNO I - Fundamentos Conceituais e Principiológicos - 176 páginas Referências Bibliográficas CADERNO II Arquitetura organizacional e funcionalidades - 145 páginas |
CADERNO III - Competências e práticas específicas da administração penitenciária - 163 páginas ⊕ MATRIZ de PERCURSO FORMATIVO para implantação do Modelo de Gestão MODELO DE GESTÃO para a POLÍTICA PRISIONAL (415 páginas) DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL |
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∫ Os Conselhos da Comunidade no Brasil ∫ – 116 páginas
Desafios estruturais e práticas promissoras dos Conselhos da Comunidade no Brasil.
| PERÍCIA CRIMINAL PARA MAGISTRADOS | ||
Projeto Diálogos Polícias e Judiciário 1. A prova técnica no conjunto probatório 3. Breves notas sobre o cenário geral da perícia criminal no Brasil. ≈ CRIMINALÍSTICA 1. Exame de local de crime. |
≈ MEDICINA LEGAL 1. Exame de lesões pessoais. 2.1 Tempo de morte cronotanatogenese 3. Sexologia forense. ≈ TÓPICOS ESPECIAIS1. Toxicologia forense. 2. Identificação humana. 2.1. Papiloscópica |
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PESSOAS LGBTI no Sistema Penal Resolução nº 348 que estabelece diretrizes e procedimentos a serem observados pelo Poder Judiciário Identidades de gênero Θ Cisgênero Θ Transgênero Θ Mulheres trans Θ Homens trans Θ Pessoas não-binárias ou de gênero fluído Θ Pessoas intersexo. |
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| Transformando o Estado de Coisas Inconstitucional nas Prisões Brasileiras - 52 páginas |
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Ξ 17 Resoluções do CNJ ≡ 08 Recomendações do CNJ ≡ 04 Painéis ≡ Sistemas e Identificação civil ∴ 02 Manuais e 01 Folder (total de 110 páginas) ≡ Coleção Alternativas Penais ∴ 01 Manual - 05 Guias - 01 Diagnóstico (total de 665 páginas) ≡ Coleção Fortalecimento das Audiências de Custódia ∴ 06 Manuais - 02 Cadernos (total de 1.118 páginas) |
≡ Coleção Central de Regulação de Vagas e de Políticas para pessoas egressas ∴ 02 Manuais - 04 Cadernos - 01 Folder - 01 Guia (total de 964 páginas) ≡ Coleção Política Prisional ∴ 03 Cadernos - 01 Manual - 01 Diagnóstico (total de761 páginas) ≡ Coleção Socioeducativa ∴ 03 Cadernos - 01 Relatório - 06 Manuais - 01 Guia (total de 1.141 páginas) ≡ Coleção de Gestão e Temas Transversais ∴ 09 Manuais - 04 Folders - 02 Cartilhas - 02 Guias - 04 Diálogos - 03 Cadernos - 04 Relatórios - 01 Orientação (total de 2.232 páginas) |
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Lei Maria da Penha e as Medidas Protetivas de Urgência ⇑Conheça a Resolução 254/2018 do Conselho Nacional de Justiça Conheça a Resolução 412/2021 do Conselho Nacional de Justiça |
Você conhece a Lei Maria da Penha ?
Ir para a publicação ⇑ Voltar Assuntos correlatos
≈ LISTAS DAS DEFENSORIAS PÚBLICAS FEDERATIVAS (e.mails, telefones com Links Eletrônicos Verificados)Ir para a publicação ⇑ Voltar |
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| Guia de Formação em Alternativas Penais I ⇑ Postulados, Princípios e Diretrizes para a Política de Alternativas Penais |
ALTERNATIVAS PENAIS ________________________________________________________________________
1. HISTÓRICO DA POLÍTICA DE ALTERNATIVAS PENAIS
2. POSTULADOS PARA UM MODELO DE GESTÃO EM ALTERNATIVAS PENAIS
1) viabilizar modificações legislativas capazes de descriminalizar condutas que podem e devem ser resolvidas por outras formas de controle social formais ou informais; Ir para a publicação ⇑ Voltar
3.1. Princípios para intervenção penal mínima, desencarceradora (conjunto de ações jurídicas e políticas
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Guia de Formação em Alternativas Penais V ⇑ Medidas protetivas de urgência e demais ações de responsabilização para homens autores de violências contra as mulheres |
1. I) As ações previstas expressamente na Lei Maria da Penha A) “Medidas protetivas que obrigam o agressor” (art. 22); II) Metodologias alternativas que são desenvolvidas em contexto judiciário ou comunitário e podem ser agregadas às ações de responsabilização A) Grupos Reflexivos; 2. 2.1. Lei Maria da Penha e sistema criminal. I – suspensão da posse ou restrição do porte de armas 2.3. Possibilidades de intervenção, resultados esperados. 3. I) Recursos Humanos 4. I) Órgão fomentador e executor 5. 5.1. Trâmite da medida. Assuntos correlatos 1 - Resolução Nº 254 de 04/09/2018 Assuntos correlatos 2 - Resolução Nº 412 de 23/08/2021
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> * Bibliografia constando 44 autores distintos, somando 2.094 páginas * 2) 3) Porto Alegre, 2015. 4) 5) 6) 7) Tradução Maria Helena Kuhner. – 1 ed. – 8) 9) 10) 11) Dispõe sobre os Juizados Especiais Criminais. 12) 13) 14) 15) 16) 17) 18) 19) 20) 21) Comentários à Lei 11.340/2006 e sua inclusão no ciclo orçamentário.
24) 25)
Fortaleza: Núcleo de Gênero Pró-Mulher do Estado do Ceará/ Ministério Público do Estado do Ceará, 2012.
32) 33) 34) 35) 36) 37) 39) Hombres por la Equidade a.c. Coordinadores Roberto Garda Salas y Fernando Huerta Rojas, México, Distrito Federal, 2007. 40) Diretrizes para Implantação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores – 5 páginas 41) 42) Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais – COMSIV
44) Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. |
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| Algemas e Outros Instrumentos de Contenção em Audiências Judiciais ⇑ Orientações práticas para implementação da Súmula Vinculante nº 11 do STF pela magistratura e tribunais |
1. 1.1. Instrumentos de contenção e limitação de seu uso. 2. 2.1. Parâmetros da Súmula Vinculante nº 11 do STF 3. - Estados Unidos 4. 4.1. Tipos de instrumentos de contenção. 4.1.1. Algemas de corrente. 4.2. Técnicas para aplicação de instrumentos de contenção. 4.2.1. Aplicação frontal de contenção. - Considerações finais e recomendações. |
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ATENDIMENTO |
1. 1.1 Panorama brasileiro do atendimento a adolescente a quem se atribua a prática de ato infracional 1.2 O que é o atendimento inicial ? 1.3 O que é o NAI - Núcleos de Atendimento Integrado ? 1.4 Integralidade 2. - Temas a serem trabalhados na capacitação -
2.2 Articulando a instância de discussão e o plano de trabalho - Mapeamento da rede de atores e do fluxo interinstitucional do atendimento inicial 2.3 Construindo ou encontrando o imóvel adequado - Espaços necessário no NAI 2.4 Pactuando o fluxo - Encaminhamento qualificado 2.5 Implementando e gerindo o equipamento 2.6 Compartilhamento de informações entre as instituições Ir para a publicação ⇑ Voltar 3. 3.1 Contexto 3.2 Orientações fundamentais 3.3 Procedimento de apuração de ato infracional 3.3.1 Apreensão de adolescente 3.3.2 Atendimento em sede de delegacia - Princípios sobre entrevistas eficazes para investigação e coleta de informações – princípios Mendez 3.3.3 Exame de corpo de delito cautelar - O que é preciso constar no exame de corpo de delito 3.3.4 Apresentação ao representante do Ministério Público 3.4 Tomada de decisão judicial no atendimento inicial 3.4.1 Homologação de arquivamento ou remissão 3.4.2 Recebimento de Representação e Audiência de Apresentação 3.4.2.1 Garantias na audiência de apresentação - Condições básicas de alimentação, higiene e vestuário do(a) adolescente. 3.4.2.2 Processo decisório na audiência de apresentação - Sanar irregularidades. Apuração em unidade de internação provisória - Indícios de tortura ou maus-tratos 3.5 Possibilidade de Justiça Restaurativa - Programa de Justiça Restaurativa 3.6 Encaminhamentos posteriores à tomada de decisão judicial Figura 1 4. 4.1 Saúde mental 4.2 Acesso à saúde e higiene 4.3 Gestação, amamentação e maternidade 4.4 Identidade de gênero 4.5 Identidade étnico-racial e pertencimento cultural e religioso 4.6 Respeito à dignidade humana de pessoas com deficiência 5. 5.1 Seleção de Indicadores 5.2 Coleta de Dados e Definição de Metas 5.3 Utilização da Informação e o princípio da transparência 6. - LISTAS DAS DEFENSORIAS PÚBLICAS FEDERATIVAS - e.mails, telefones com Links Eletrônicos Verificados |
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> 2) 3) 5) 6) 7) 8) 9) 11) 12) 13) 14) 15) 16) 17) 18) 20) 21) 22) 24) 25) 26) 28) 29) 30) 31) 32) 33) 34) 36) 37) 38) 39) 40) 41) 42) 43) 44) 46) 47) 48) 49) 50) 51) 52) 53) 55) 56) 57) 58) 59) 60) 61) 62) 64) 65) 66) 67) 68) 69) 70) 71) Ir para a publicação ⇑ Voltar Ir para a página principal |
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Cartilha para Vítimas de Crimes e Atos Infracionais ⇑ |
1. 1.1. Por que é difícil se identificar como vítima? 1.2.1. Direito a um recurso efetivo. 2. - AUTOINFLIGIDA ATOS VIOLENTOS - FÍSICA ⊕ Crianças e adolescentes.
- Código de Processo Penal - Resolução ONU nº 40/1934 4. 4.1. O direito ao atendimento integral. 5. 5.1. Poder Judiciário. 6. 6.1. Você já ouviu falar em Justiça Restaurativa?
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Guia para a estruturação da Política Judiciária de atenção e apoio às vítimas ⇑
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1. 1.1. O conceito de vítimas e vitimização. 1.2.1. Direito a um Recurso Efetivo. 1.3. Direito à tratamento digno e respeitoso.
2.1. Princípios para Atenção às Vítimas nos tribunais. 2.5.1. Cartórios e Serventias. 2.6. Medidas para a promoção da reparação às vítimas. 2.7.1. Instâncias de gestão. 3. 3.1. Atribuições dos Centros Especializados. 3.2.1. Estruturação da equipe interdisciplinar. 3.3. Metodologias para o atendimento dos Centros Especializados de Atenção às Vítimas.
4.1. Pessoas negras vítimas de racismo, injúria racial e outros crimes. Referências ____________________________________________________________________________ ANEXO I - LISTAS DAS DEFENSORIAS PÚBLICAS FEDERATIVAS - e.mails, telefones com Links Eletrônicos Verificados |
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Os Conselhos da Comunidade no Brasil ⇑ |
1. Introdução. 1.3.1. Revisão normativa e bibliográfica. 2. Os Conselhos da Comunidade no Brasil 2.1.1. Desenho da pesquisa. 2.2. Identificação geral dos Conselhos da Comunidade respondentes. 2.2.1. Função exercida no Conselho pela pessoa respondente. 2.3. Constituição e composição dos Conselhos da Comunidade. 2.3.1. Período de instalação. 2.4. Estrutura dos Conselhos da Comunidade. 2.4.1. Recursos materiais. 2.5. Práticas dos Conselhos da Comunidade. 2.5.1. Ações realizadas. 3. Considerações finais. |
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Perícia Criminal para Magistrados ⇑
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| Pessoas LGBTI no Sistema Penal ⇑ Cartilha para implementação da resolução CNJ 348/2020 |
1. Introdução.
2.1. Orientação sexual. - Cisgênero - Transgênero - Mulheres trans - Homens trans - Pessoas não-binárias ou de gênero fluído 2.3. Pessoas intersexo.
3. E OS DIREITOS DA POPULAÇÃO LGBTI ? 3.1. E quais são esses direitos que precisam ser observados durante todo o ciclo penal ? 3.1.1. Autodeclaração e proteção dos dados pessoais. 3.2. Quais são as informações que a autoridade judicial deve apresentar para a declaração - A estrutura dos estabelecimentos disponíveis na respectiva área; 3.3. Essa consulta pelo/a magistrado/a é especialmente relevante quando: - Audiência de custódia realizada após a prisão em flagrante ou em cumprimento do mandado de prisão; 3.3.1. Proteção em casos de violência ou grave ameaça. - Hormonização e processo transexualizador 3.4. O que compete aos tribunais para a efetivação da Resolução CNJ n° 347/2022 |
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Transformando o Estado de Coisas Inconstitucional nas Prisões Brasileiras ⇑ Caminhos e avanços a partir do julgamento cautelar da ADPF 347 |
Seção 1 – Encarceramento e lotação. Pessoas privadas de liberdade. - Vagas. Como o CNJ incide. - Audiências de custódia.
Denúncias de violações de direitos humanos no sistema prisional. - Tortura – Registros abertos no Sistema de Audiência de Custódia - SISTAC. - Como o CNJ incide. - Inspeções e ações de prevenção e combate à tortura.
Estrutura dos estabelecimentos penais - % dos estabelecimentos inspecionados - Remição. Como o CNJ incide. - Identificação e documentação – Porta de entrada e pré-egressos. GMFs - Cidadania e Garantia de Direitos. Seção 4 – Atenção às pessoas egressas da prisão.
- Escritório Social - Como o CNJ incide. - Redes de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional – Raesp. Seção 5 – Fundo Penitenciário Nacional. - Custos prisionais • Custo médio, ponderada a população prisional de cada estado: R$ 1,8 mil mensais. - Calculando Custos Prisionais: Panorama Nacional e Avanços Necessários - 100 páginas
• Resolução CNJ nº 280/2019
Ir para a publicação ⇑ Voltar
• Recomendação CNJ nº 59/2019
Ir para a publicação ⇑ VoltarPaineis _________________________________________________________________________ - Painel de Monitoramento da Resolução CNJ n. 369/2021
- Painel Estatístico do Cadastro Nacional de Inspeções em Estabelecimentos prisionais (CNIEP).
Entre caminhos possíveis para o enfrentamento do estado de coisas inconstitucional com o julgamento definitivo da ADPF 347, indicamos: Ir para a publicação ⇑ Voltar
• Manual de Gestão para as Alternativas Penais.
Ir para a publicação ⇑ VoltarColeção Monitoração Eletrônica ____________________________________________________________
• Modelo de Gestão para Monitoração Eletrônica de Pessoas.
Ir para a publicação ⇑ Voltar
• Manual sobre Tomada de Decisão na Audiência de Custódia:
• Manual sobre Tomada de Decisão na Audiência de Custódia:
• Manual de Proteção Social na Audiência de Custódia:
• Manual de Prevenção e Combate à Tortura e Maus Tratos na Audiência de Custódia• Manual sobre Algemas e outros Instrumentos de Contenção em Audiências Judiciais:
• Caderno de Dados I
• Cadernos de Dados II
• Manual de Arquitetura Judiciária para a Audiência de Custódia
• Cartilha Audiência de Custódia: Informações Importantes para a Pessoa Presa e Familiares
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Cartilha da Mulher Presa 2ª edição 2012 - CNJ |
Índice Segue-me - texto da poetisa goiana Cora Coralina Direitos Deveres Disciplina As faltas disciplinares Sanções Benefícios Livramento Condicional (artigo 83 do Código Penal) Permissão de Saída (artigo 120 da Lei de Execução Penal) Saída Temporária (artigo122 da Lei de Execução Penal) Remição (artigo126 da Lei de Execução Penal) Indulto A pena de multa Outros lembretes importantes ! ANEXOS: – FORMULÁRIO PARA HABEAS CORPUS (modelo) FRAÇÕES PARA BENEFÍCIOS – CRIME COMUM – RÉU PRIMÁRIO – CRIME COMUM – REINCIDENTE – CRIME HEDIONDO – PRIMÁRIO – CRIME HEDIONDO – REINCIDENTE – CRIME COMUM + CRIME HEDIONDO – RÉU PRIMÁRIO – CRIME COMUM + CRIME HEDIONDO – RÉU REINCIDENTE |
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Cenário Penal
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1. Introdução 1.1 Pacto nacional pela primeira infância 2. Procedimentos, percursos e desafio metodológicos 2.1 abrangência da pesquisa 3. Evidências de partida: contextualização do tema com base na configuração das políticas públicas e na revisão de literatura 3.1 política de atenção às adolescentes e mulheres gestantes ou mães privadas de liberdade e seus(as) filhos(as) 3.1.1 política nacional de atenção às adolescentes grávidas ou mães e às crianças no sistema socioeducativo? 3.2. gênero e privação de liberdade: antecedentes ao modelo atual 3.2.1 adolescentes em conflito com a lei 3.3 privação de liberdade, maternidade e primeira infância 3.4.1 Alagoas 3.4.2 Pará 3.4.3 Mato Grosso e Mato Grosso do Sul 4. “Mamãezinhas” no socioeducativo: resultados referentes a adolescentes grávidas ou mães em 4.1 contexto geral do sistema socioeducativo 4.2 percepções sobre adolescentes gestantes e mães no sistema socioeducativo e seus atos infracionais 4.3 infraestrutura das unidades de internação e insumos oferecidos 4.5.1 ações de atenção no âmbito das unidades de internação 4.6 fluxos entre atores envolvidos no cumprimento da medi da socioeducativa pela adolescente grávida, lactante e/ou mãe 4.6.1 fluxo relacionado ao cumprimento da medida em meio fechado 4.7 adolescentes de povos e comunidades tradicionais 5. “que ela cumpra pelo seu erro”: resultados referentes a mulheres grávidas ou mães abrangidas 5.1 contexto geral carcerário 5.5.1 ações de atenção no âmbito das unidades penitenciárias 5.6 fluxos entre atores envolvidos na privação de liberdade da mulher grávida ou mãe 5.7.1 mulheres estrangeiras abrangidas pelo sistema penal 5.8 efeitos da pandemia da covid-19 na privação de liberdade de mulheres gestantes ou mães: “um isolamento múltiplo” 6. debates finais: desafios presentes e possibilidades para ultrapassá-los |
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Entrar com ações na justiça para defender direitos; Atuar em processos em andamento; Defender os direitos de pessoas que estão sendo processadas; Promover acordos e conciliações entre pessoas em conflito para evitar processo na Justiça. DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO ACRE |
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Substituição da privação de liberdade de gestantes, mães, pais e responsáveis por crianças e pessoas com deficiência Resolução CNJ nº 254 de 04/09/2018
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| MANUAL de FORTALECIMENTO dos GMFs Elaborado conforme a Resolução CNJ n.º 214/2015 |
FINALIDADE DA RECONFIGURAÇÃO E FORTALECIMENTO DOS GMFs Este Manual se divide em parte introdutória, em que é traçado o percurso do Poder Judiciário como indutor de políticas penais A partir da compreensão da importância do papel dos GMFs enquanto órgão local e especializado para o monitoramento e qualificação dos sistemas penal e socioeducativo. 1. PODER JUDICIÁRIO como indutor de POLÍTICAS PENAIS e SOCIOEDUCATIVAS
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Modelo de Gestão
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1. Introdução Dinâmicas do encarceramento: a seletividade penal e o lugar da prisão na sociedade brasileira contemporânea PARTE I _______________________________________________________________________________________ Fundamentos e aspectos conceituais do Modelo de Gestão Política Prisional 1. Postulados para um Modelo de Gestão da Política Prisional 1.1. Princípios para um Modelo de Gestão da Política Prisional Princípio Nº 01 - da segurança dos ambientes prisionais. Princípio Nº 02 – da liberdade como prioridade. Princípio Nº 03 – das pessoas privadas de liberdade como sujeitos de seus processos individuais e coletivos. Princípio Nº 04 – dos deveres das pessoas privadas de liberdade e das responsabilidades da Administração Penitenciária. Princípio Nº 05 – do respeito às diferenças e da qualificação dos sujeitos. Princípio Nº 06 – dos direitos civis, de informação e segurança individual. Princípio Nº 07 – da integridade física e mental das pessoas privadas de liberdade. Princípio Nº 08 – da integridade em trânsito e soltura. Princípio Nº 09 – da atenção aos egressos prisionais. Princípio Nº 10 – da profissionalização dos serviços penais e de suas estruturas de gestão. Princípio Nº 11 – do enfoque restaurativo na gestão de conflitos. Princípio Nº 12 – da participação social. Princípio Nº 13 – das políticas de diversidades. 1.2. Diretrizes para um Modelo de Gestão da Política Prisional. PARTE II ______________________________________________________________________________________ Interfaces entre a política prisional e políticas públicas 2. O papel das políticas e assistências na Gestão Prisional: parâmetros legais e normativas internacionais 2.1. O que diz a Lei de Execução Penal 2.1.1. Assistência Material 2.1.2. Assistência à Saúde 2.1.3. Assistência Jurídica 2.1.4. Assistência Educacional 2.1.5. Assistência Social 2.1.6. Assistência Religiosa 2.1.7. Assistência ao egresso 2.1.8. Trabalho 2.2. O estágio atual das políticas e assistências na Gestão Prisional: uma interpretação 2.2.1. Assistência material 2.2.2. Assistência à saúde 2.2.3. Assistência educacional 2.2.4. Assistência social 2.2.5. Assistência religiosa 2.2.6. Trabalho 3. Segurança Dinâmica: conceito, parâmetros e aplicações relacionados aos serviços, incluindo horários 3.1. Serviços 3.1.1. Horários de convívio, atividades e responsabilização dos sujeitos: o princípio da normalidade 3.1.2. Alimentação 3.1.3. Mecanismos de comunicação e contato com o mundo externo 3.1.4. Visitas sociais e visitas íntimas 3.1.5. Escoltas e transporte de pessoas privadas de liberdade LISTA DE GRÁFICOS, FIGURAS E TABELAS Gráfico 1: População prisional segundo tipos de crime. Brasil, 2008 a 2012 Gráfico 2: Estabelecimentos prisionais construídos ou adaptados. Elaboração própria a partir de dados do Infopen Gráfico 3: Serviços terceirizados. Elaboração própria a partir de dados do Infopen Gráfico 4: Novas equipes de saúde a partir do PNSSP e PNAISP Gráfico 5: Unidades com e sem salas de aula Gráfico 6: Tipologia das escolas nos estados Gráfico 7: Investimentos na política de educação em prisões Gráfico 8: Distribuição por gênero do quadro de assistentes sociais Gráfico 9: Quadro de agentes de custódia por gênero Gráfico 10: Unidades com espaços apropriados para visitação Gráfico 11: Unidades prisionais com e sem espaço para oficinas de trabalho Figura 1: Foto de alojamento em estabelecimento prisional de regime semiaberto. Março de 2016 Figura 2: AEVPs de São Paulo Tabela 1: Tabela 2: Tabela 3: Tabela 4: Tabela 5: Tabela 6: |
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> – 4.191 páginas em 89 itens 1) 2) 3) 4) 5) 6) Revista Delito y sociedad: revista de ciencias sociales. Nº 14. Universidad de La Rioja, 2000. 8) 9) 10) 11) 12) 13) 14) 15) 16) Serviço de Avaliação e acompanhamento de medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa com 17) 18) Resolução CNE/MEC Nº 02, de 19 de maio de 2010. Ministério da Educação - Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. 19) Secretaria Nacional de Assistência Social – SNAS. Departamento de Gestão do Sistema Único da Assistência Social – DGSUAS. LOAS ANOTADA - Lei Orgânica da Assistência Social – 36 páginas Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social, 2009. 20) Política Nacional de Assistência Social. Norma Operacional Básica – NOB SUAS 2005 – 149 páginas Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social, 2005. 21) Vida precária – 21 páginas In: Contemporânea – Dossiê Diferenças e (Des)Igualdades. Revista do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos. São Carlos: UFSCar. Nº 01, p. 13-33, jan./jun. 2011. 22) Pela metade: as principais implicações da nova lei de drogas no sistema de justiça criminal em São Paulo – 30 páginas Tese (Doutorado em Sociologia) – FFLCH – USP, São Paulo, 2015. 23) Avaliação de projetos sociais - 28 páginas Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. 24) Agua, saneamiento, higiene y hábitat en las cárceles. Guía complementaria – 86 páginas Genebra, agosto de 2013. 25) Resolução Nº 04, de 21 de junho de 2011 – 7 páginas 26) Administração Penitenciária: uma abordagem de direitos humanos – 187 páginas Manual para servidores penitenciários. Londres: Internacional Centre for Prison Studies, 2002. (Edição Brasileira) 27) Experiência e aprendizados do desenvolvimento comunitário em Curitiba. GETS - Grupo de Estudos do Terceiro Setor; United Way of Canada - Centraide Canada, 2002. 28) A invenção do cotidiano. Artes de fazer – 176 páginas Petrópolis: Vozes, 1998 29) Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias. Infopen – 2025. 30) Relatório de equipes de saúde existentes no sistema prisional: Brasília: Ministério da Justiça, Departamento Penitenciário Nacional, 2016a. 31) PCC: hegemonia nas prisões e monopólio da violência. São Paulo: Saraiva, 2013. (Col. Saberes Monográficos) 32) São Paulo: Humanitas, 2008. 33) Plural (USP), v. 13, p. 85-110, 2006 34) Informe de Gestión. Republica Argentina, Servicio Penitenciario Federal. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Republica Argentina, 2014. 35) Quem é o suspeito do crime de tráfico de drogas? Anotações sobre a dinâmica dos preconceitos raciais e sociais na definição das condutas de usuário e traficante In: Segurança pública e direitos humanos: temas transversais / organização: Cristiane Socorre Loureiro Lima... FBPS – Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Ano 2025 – 436 páginas 36) Fronteiras de Tensão. Política e violência nas periferias de São Paulo São Paulo: Editora UNESP: CEM: CEBRAP, 2011. 37) A estrutura do sistema prisional brasileiro frente aos objetivos da teoria da pena In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, XV, n. 103, ago 2012. 38) O círculo do poder – As práticas invisíveis de sujeição nas organizações complexas. In: PETTIGREWM, Andrew; BERTERO, Carlos Osmar; DUTRA, Joel Souza; MAANEN, John; SEGNINI, Liliana; FREURY, Maria Teresa Leme; SILVA, Márcia Terra da; FISCHER, Rosa Maria. Cultura e poder nas organizações. São Paulo: Atlas, 1996. P. 65-88 39) Pedagogia do Oprimido. 13.ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1983. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. 4.ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1996. Educação Como prática da Liberdade. 23.ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1999. 40) Fragmentos de discursos (não tão amorosos) sobre o Exame Criminológico: Um livro falado./ Cristiano Rodrigues de Freitas ... [et al.]. Rio de Janeiro: Conselho Regional de Psicologia 5ª Região, 2013. 41) Políticas, violência e agency: redes sociais de uma organização de direitos humanos na periferia de São Paulo. Redes Sociais no Brasil: sociabilidade, organizações civis e políticas públicas. 1ed. Belo Horizonte: Fino Traço, 2012, v., p. 211-247. 42) A cultura do controle: crime e ordem social na sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: REVAN, 2008. Punishment and Modern Society: a study in social theory. Chicago: Oxford University Press, 1993. 43) Manual de Derechos humanos de la función penitenciaria. Gendarmería de Chile - Unidad de protección y promoción de los derechos humanos. 44) Facilitando oficinas: da teoria à prática. Treinamento de capacitadores do Projeto GETS - United Way of Canada. São Paulo: United Way of Canada, Centraide Canada; GETS - Grupo de Estudos do Terceiro Setor, 2002. 45) Our annual review of human rights around the globe. 46) Manual de buena práctica penitenciaria. Implementación de las Reglas Mínimas de Naciones Unidas para el Tratamiento de los Reclusos. San Jose, Costa Rica: Instituto Interamericano de Direitos Humanos, 1998. 47) Direitos Civis e Direitos Humanos. Uma tradição judiciária pré republicana ? São Paulo: SÃO PAULO EM PERSPECTIVA, 18(1): 49-59, 2004. (1986) A tradição inquisitorial. 48) Prisões latino americanas. Tradução de Maria Lúcia Karam 49) Uma metodologia de desenvolvimento de competências – 11 páginas Base Tecnológica do Senac: a. Revista de Educação Profissional, Rio de Janeiro, v. 38, nº 1, jan/abr 2012. 50) A gestão da vida e da segurança pública no Brasil In: Revista Sociedade e Estado. V. 30. Nº 1. Janeiro/Abril 2015. 51) Segurança pública e direitos humanos: temas transversais – 250 páginas Direção geral: Isabel Seixas de Figueiredo. – Brasília: Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), 2014. (Coleção Pensando a Segurança Pública; v. 5) 52) As ciências sociais e os pioneiros nos estudos sobre crime, violência e direitos humanos no Brasil – 308 páginas São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública; Urbania; ANPOCS, 2011. 53) História das Prisões no Brasil, Volume 1. Rio de Janeiro: Rocco, 2009. 54) Manual de avaliação de projetos sociais. São Paulo: Saraiva, 2003. 55) Redes sociais, segregação e pobreza em São Paulo. São Paulo: Editora UNESP, Centro de Estudos da Metrópole, 2010. + Bichir, R.; Moya, M. ; Zoppi, M. ; Pantoja, I. ; PAVEZ, T. Personal Networks and Urban Poverty: Preliminary Findings. Brazilian Political Science Review, v. 2, p. 10-34, 2008. 56) Revista Saúde Sociedade. São Paulo, v.23, n.4, p.1222-1234, 2014. 57) O além-do-direto na Administração Penitenciária de São Paulo. Anais do 39º Encontro Anual da ANPOCS. Caxambu, MG, 26 a 30 de outubro de 2015. + As prisões de São Paulo: Estado e mundo do crime na gestão da reintegração social. São Paulo: Alameda Casa Editorial, 2014. + Jovens detentos enxergam cadeias de SP como ‘faculdade’, diz pesquisador. + CONTRA A “FALÊNCIA DA PRISÃO”: UM PERCURSO INTERPRETATIVO A PARTIR DO CRESCIMENTO + Inflexões paradoxais: disputas e negociações na oferta de educação nas prisões de São Paulo. REVEDUC - Revista Eletrônica de Educação. V. 7, nº 3, 2013. + Caderno de campo. Anotações dos anos de 2014, 2015 e 2016. Arquivo pessoal. Não publicado. 58) Buenos Aires, 14 de novembro de 2014. 59) Instituto de Políticas Públicas en Derechos Humanos del MERCOSUR, septiembre 2014. Serie Documentos de Trabajo 2. Miskolci, Richard . Os Saberes Subalternos e os Direitos Humanos. In: REIS, Rossana Rocha (Org.). 60) Rapporteurship on the Rights of Persons Deprived of Liberty. OEA/Ser.L/V/II.131. Doc. 38. March 13, 2009. 61) Informe sobre los Derechos Humanos de las Personas Privadas de Libertad em las Américas – 247 páginas Comisión Interamericana de Derechos Humanos. OEA/Ser.L/V/II. Doc.64, 2011. 62) O espaço da prisão e suas práticas educativas – 289 páginas Enfoques e perspectivas contemporâneas. + Educação escolar entre as grades. 63) A Educação na Prisão como Política Pública: entre desafios e tarefas Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 38, n. 1, p. 51-69, jan./mar. 2013. 64) Regras mínimas para otratamento de prisioneiros - Genebra, em 1955. 65) O Direito Humano à Água e Saneamento. Comunicado aos Media. Programa da Década da Água da ONU-Água sobre Advocacia e Comunicação (UNW-DPAC). + Los Derechos Humanos Y las prisiones. Manual de bolsillo de normas internacionales de derechos OTTOBONI, Mário. MAIA, Clarissa Nunes; NETO, Fábio de Sá; COSTA, Marcos; BRETAS, Marcos Luiz. 66) Perpétuas espirais: Falas do poder e do prazer sexual em trinta anos (1977-2009) da Penitenciária Feminina da Capital. Dissertação (Mestrado em Sociologia). UNICAMP, 2009. 67) Revista Brasileira de Segurança Pública, v. 5, p. 178-191, 2011. 68) Extinção de exame criminológico é um grande passo In: SEDEP – Acompanhamento de Processos. Publicado em 16 de junho de 2015. 69) Conter o poder punitivo: alternativas ao encarceramento em massa. Artigo em publicação eletrônica. Carta Maior. Publicado em 29/06/2015. 70) Insegurança e produção de subjetividades no Brasil Contemporâneo. In: Fractal: Revista de Psicologia, v. 21 – nº 2, p. 425-444, Maio/Ago. 2009. 71) A nova concepção de família no ordenamento jurídico brasileiro In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, XII, n. 69, out 2009. 72) A centralidade da família na política de assistência social Anais do 1 Congresso Internacional de Pedagogia Social. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica, Março de 2006. 73) GDUCC: Grupo de Diálogo Universidade - Cárcere Comunidade: uma experiência de integração entre a sociedade e o cárcere. Brasília: Ministério da Justiça, 2013. 74) Sugestão de um esboço de bases conceituais para um sistema penitenciário. In: Manual de Projetos de Reintegração Social. 75) A retomada do encarceramento, as masmorras high techs e a atualidade do pensamento de Michel Foucault. + O encarceramento em São Paulo: das enxovias à Penitenciária do Estado. Tese (Doutorado em Sociologia) – FFLCH-USP, São Paulo, 1997. 76) Consciência e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2010. 77) Seguridad dinámica en establecimientos penitenciarios federales – 98 páginas In: Servicio Penitenciario Federal. Gobierno de la República Argentina. Publicado em 05 de maio de 2015. 78) Praça Velho: um estudo sobre a socialização policial militar. Dissertação (Mestrado em Sociologia). Universidade Federal de Goiás – UFG, Goiânia, 2002. 79) O multiculturalismo e o reconhecimento: mito e metáfora – 12 páginas São Paulo: Revista USP, nº 42, junho/agosto 1999. 80) A filtragem racial na seleção de suspeitos: segurança pública e relações raciais – 38 páginas In: Segurança pública e direitos humanos: temas transversais / organização: Cristiane Socorre Loureiro Lima... [et al.]; Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), 2014. (Coleção Pensando a Segurança Pública; v. 5) 81) El multiculturalismo y la política del reconocimiento – 61 páginas Mexico: Fondo de Cultura Económica, 2009. 82) Mobilização social: um modo de construir a democracia e a participação – 90 páginas Brasília: UNESCO Brasil, 1996. 83) Economic and Social Council. United Nations Standard Minimum Rules for the Treatment of Prisoners (the Mandela Rules). Comission on Crime Prevention and Criminal Justice. 24ª Session. Viena, 18 – 22 May 2015. E/CN.15/2015/L.6/Rev.1. 84) Brasília: UNESCO; Ministério da Educação, 2010. 85) Handbook on Dynamic Security and Prison Intelligence. Criminal Justice Handbook Series. United Nations: Vienna, New York, 2015. 86) Handbook on strategies to reduce overcrowding in prisons. Criminal Justice Handbook Series. New York: United Nations, 2013. 87) Good governance for prison health in the 21st century. A policy brief on the organization of prison health. Copenhagen, Denmark, 2013. 88) O que é a Burocracia ? Brasília: Conselho Federal de Administração, s/d. 89) O novo paradigma da violência – 38 páginas In: Tempo Social. Revista de Sociologia da USP, São Paulo, 9(1): 5-41, maio de 1997. |
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PARTE III - Estrutura da Administração Penitenciária: como instituir uma base administrativa para o Modelo de Gestão 4. A estrutura organizacional e a gestão prisional nos Estados 4.1.Órgãos Gestores 4.1.1. O que diz a Lei de Execução Penal
CAPÍTULO VI 4.1.2. Tipologia e natureza dos órgãos gestores: o estágio atual de Administração Penitenciária 4.1.3. Outros órgãos da execução penal: Escolas Penitenciárias, Ouvidorias, Corregedorias processos individuais e coletivos 4.1.4. Referências internacionais sobre modelos organizacionais: uma perspectiva analítica 4.2. Quadro funcional e carreiras profissionais 4.2.1. O que diz a Lei de Execução Penal CAPÍTULO VI 4.2.2. Funções e denominações: um panorama sobre os servidores prisionais 4.2.3. Referências internacionais sobre o quadro de pessoal penitenciário: uma perspectiva analítica 4.3. Desafios quanto aos modelos organizacionais da Administração Penitenciária e carreiras dos servidores dos sistemas prisionais 4.3.1. Caráter civil da Administração Penitenciária e a “cisão” entre segurança e garantia de direitos 4.3.2. Carreiras e ocupação de cargos 4.3.3. Flexibilidade, similitudes e diferenças dos modelos organizacionais estaduais 5. Modelo de Organograma para a Administração Penitenciária 5.1. Das inovações propostas e suas justificativas 5.1.1. Das adaptações aos contextos estaduais 5.2. Dos critérios e mecanismos de ocupação dos cargos em nível estadual 5.3. Atribuições dos setores e órgãos da Administração Penitenciária 6. Modelo de organograma para um estabelecimento prisional 6.1. Atribuições e competências das Diretorias 6.2. Dos critérios e mecanismos de ocupação dos cargos de Diretorias, Assessorias e Coordenações 6.3. Quantificação de servidores para estabelecimentos prisionais 6.3.1. Tabela de distribuição de servidores nas esferas administrativas de estabelecimento prisional 6.4.Da inexorabilidade dos modelos organizacionais 6.5.Das aplicações e especificidades dos modelos organizacionais PARTE IV - Processos organizacionais e suas funcionalidades em um estabelecimento prisional 7. Ingresso de pessoas privadas de liberdade nos estabelecimentos prisionais 7.1. Porta de entrada: procedimentos, fluxos e rotinas 7.2. Inclusão: procedimentos, fluxos e rotinas 7.3. Acolhimento: procedimentos, fluxos e rotinas 7.4. Estrutura Organizacional para os procedimentos de ingresso das pessoas privadas de liberdade nos estabelecimentos prisionais Figura 6: Organograma do processo de ingresso. 7.4.1. Setores e Competências envolvidos no processo de ingresso das pessoas privadas de liberdade 8. Custódia e promoção de ambientes seguros 8.1. Premissas 8.2. Procedimentos, fluxos e rotinas 8.2.1. Dos deslocamentos internos: 8.2.2. Das assistências e serviços 8.2.3. Das visitas de profissionais, advogados ou representantes de organizações e movimentos sociais e religiosos 8.2.4. Dos registros, turnos e expedientes 8.2.5. Da gestão de conflitos 8.2.6. Situações de emergência, como tremores de terra, alagamentos de áreas internas do estabelecimento 8.2.7. Das especificidades de gênero e orientação sexual 8.3. Visitas 8.4. Revistas, transportes e inspeções 8.4.1. Revistas 8.4.2. Acesso de pessoas 8.5. Organogramas dos processos de promoção de ambientes seguros 8.5.1. Assistências 8.5.2. Serviços 8.5.3. Rotinas e Serviços especializados 8.5.3.1. Setores e Competências envolvidos na execução de rotinas e serviços especializados 9. Soltura e desligamento: procedimentos, fluxos e rotinas 9.1. Soltura 9.2. Desligamento 9.3. Organograma de vinculação social e promoção da liberdade 9.3.1. Setores e Competências envolvidos nos processos de vinculação social e preparação para a liberdade 10. Modelo Colaborativo e de Participação – a formação de Comissões com participação das pessoas privadas de liberdade 11. Gestão de informações 11.1. Setores e Competências envolvidos nos processos de gestão de informações |
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Modelo de gestão da política prisional
Competências e práticas específicas da administração penitenciária |
PARTE V
- Política de inclusão e singularização do atendimento às pessoas em privação de liberdade com foco na garantia de direitos e no reconhecimento das diferenças e diversidades 12. Classificação e individualização da pena: o que diz a Lei de Execução Penal 12.1. Breve analítica do cenário nacional 12.2. Alguns referenciais internacionais 12.3. O processo de singularização do atendimento às pessoas privadas de liberdade 12.3.1. Instrumento unificado de inclusão prisional 12.3.2. Desenvolvimento de Sociogramas 12.3.3. Sociogramas e redes sociais 12.3.4. Procedimentos para entrevistas e matriciamento 12.3.5. O projeto singular integrado 12.3.6. Pessoas em condições especiais de contenção 12.4. O acesso às políticas e assistências no cotidiano da gestão prisional 12.4.1. Educação 12.4.1.1. Diretrizes Gerais de Procedimentos da Educação nas Prisões 12.4.2. Trabalho 12.4.2.1. Ações junto aos ofertantes e comunidade 12.4.3. Qualificação profissional 12.4.3.1. Diretrizes Gerais para Qualificação Profissional nas Prisões 12.4.3.4. Recomendações 12.4.4. Cultura 12.4.4.1. Procedimentos para promover a articulação entre educação e cultura 12.4.5. Saúde 12.4.5.1. Procedimentos do setor de inclusão
12.4.6.1. Procedimentos de inclusão, entrevistas, matriciamento e elaboração do PSI
3) 10) CONCLUSÃO ANEXOS _______________________________________________________________________________________________________ Anexo 1 Gestão da Unidade: a utilização dos módulos
Anexo 2 Parte I
1) Modelo de Gestão Carga horária: 112 horas 2) Formação de formadores Carga horária: 48 horas 3) Rotinas e procedimentos para ingresso das PPLs Carga horária: 16 horas 4) Inspeção para acesso Carga horária: 16 horas 5) Inclusão e singularização da pena – redes e sociogramas Carga horária: 128 horas Carga horária: 90 horas Carga horária: 80 horas Carga horária: 90 horas Carga horária: 96 horas Carga horária: 70 horas |
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MODELO DE GESTÃO para a
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DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL |
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Apresentação Introdução 1. Justificativa: porque um modelo de gestão para a política prisional nacional
1.1 Dinâmicas do encarceramento: a seletividade penal e o lugar da prisão na sociedade brasileira contemporânea.
Parte I ___________________________________________________________________________________________________________ 1. Postulados para um Modelo de Gestão da Política Prisional 1.1 Princípios para um Modelo de Gestão da Política Prisional Princípio Nº 01- da segurança dos ambientes prisionais.
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Parte II ___________________________________________________________________________________________________________
2.1.1 O que diz a Lei de Execução Penal.
2.2.1 Assistência Material Ir para a publicação ⇑ Voltar |
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3. Segurança Dinâmica: conceito, parâmetros e aplicações relacionados ao serviços, incluindo horários de convívio e alimentação, além de mecanismos de comunicação e contato com o mundo externo
3.1.1 Horários de convívio, atividades e responsabilização dos sujeitos: Parte III ___________________________________________________________________________________________________________
4.2.1 O que diz a Lei de Execução Penal.
4.3 Desafios quanto aos modelos organizacionais da Administração Penitenciária e carreiras dos servidores dos sistemas prisionais. 4.3.1 Caráter civil da Administração Penitenciária e a “cisão” entre segurança e garantia de direitos. 5. Modelo de Organograma para a Administração Penitenciária 5.1 Das inovações propostas e suas justificativas. 5.1.1 Das adaptações aos contextos estaduais. 5.2 Dos critérios e mecanismos de ocupação dos cargos em nível estadual. 6.Modelo de organograma para um estabelecimento prisional 6.1 Atribuições e competências das Diretorias. 6.3.1 Tabela de distribuição de servidores nas esferas administrativas de estabelecimento prisional.
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Parte IV ___________________________________________________________________________________________________________
8. Custódia e promoção de ambientes seguros 8.1 Premissas. - 1. Revistas. 2.1 - Servidores. - 3. Acesso de veículos 4.1 Objetos e pertences pessoais. - 5. Inspeção de celas e de estabelecimentos prisionais 5.1- Revistas de celas e pavilhões/vivências habitacionais. - 6. Transporte de custodiados 8.5 Organogramas dos processos de promoção de ambientes seguros. 8.5.1 Assistências. 8.5.1.1 Setores e Competências envolvidos na garantia das assistências. 8.5.2 Serviços. 8.5.2.1 Setores e Competências envolvidos na execução dos serviços. 8.5.3 Rotinas e Serviços especializados. 8.5.3.1 Setores e Competências envolvidos na execução de rotinas e serviços especializados. 9. Soltura e desligamento: procedimentos, fluxos e rotinas 9.1 Soltura. 9.3.1 Setores e Competências envolvidos nos processos de vinculação social e preparação para a liberdade. 9.4 Modelo Colaborativo e de Participação: a formação de Comissões com participação das pessoas privadas de liberdade. 9.5.1 Setores e Competências envolvidos nos processos de gestão de informações. |
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Inspeções Judiciais e CNIEP
Plataformas, Ferramentas e Metodologia de Inspeções
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Exposição de Motivos da Resolução CNJ nº 593/2024 Introdução O CNIEP (Cadastro Nacional de Inspeções em Estabelecimentos Penais) é uma ferramenta desenvolvida pelo CNJ O CNIEP é uma plataforma digital nacional que organiza, padroniza e armazena as informações produzidas em inspeções A partir de metodologia detalhada na Resolução CNJ nº 593/2024 e no Manual de Inspeções, o CNIEP opera com base São instrumentos padronizados que organizam a coleta de dados nas inspeções mensais, divididos em cinco temas: Acesso ao CNIEP (Cadastro Nacional de Inspeções) - https://cniep.cnj.jus.br Este material está alinhado à Resolução CNJ nº 593/2024 e ao Manual de Inspeções Judiciais em Estabelecimentos
Manuais e Formulários de Inspeção Prisional
Manual - Volume II Caderno 1: Aspectos Gerais: estrutura, ocupação, população prisional e servidores/as penais - 115 páginas Manual - Volume III Formulários de Inspeção Judicial Formulário 3 – Serviços, assistências e contato com o mundo exterior - 75 páginas Formulário 4 – Segurança e prevenção da violência - 58 páginas Formulário 5 – Acesso à saúde integral - 44 páginas Perguntas e respostas sobre o Manual
Perguntas frequentes - Portal CNJ
Manual do Usuário
Este manual apresenta o funcionamento completo do Cadastro Nacional de Inspeções em Estabelecimentos Penais Nele, você encontrará instruções detalhadas para: - Acesso inicial ao sistema; - Início e acompanhamento de inspeções; - Preenchimento dos formulários temáticos; - Registro de providências; - Compartilhamento e trabalho em equipe; - Submissão final dos relatórios; - Referências normativas e materiais de apoio.
Estrutura do conteúdoO conteúdo do manual está dividido em seções temáticas organizadas na barra lateral, incluindo: Introdução: fundamentos e objetivos do CNIEP Acesso Inicial: como acessar a plataforma Inspeções: - Painel geral - Início de nova inspeção - Formulários e relatórios - Compartilhamento e equipe Qual é o objetivo do manual ? Fortalecer a atuação judicial na fiscalização de estabelecimentos de privação de liberdade, padronizando procedimentos, A quem se destina o manual ? - Magistrados(as) corregedores(as) de presídios; Como a nova metodologia e o manual foram construídos? Todas as etapas da nova metodologia de inspeções judiciais foram feitas através de estudos e pesquisas das melhores evidências Calendarização e Ciclo de Inspeções * Como funciona o calendário de inspeções ? As inspeções devem ser realizadas de maneira presencial mensalmente. * Quais são os cinco eixos temáticos ? Aspectos gerais (que deve ser aplicado nos meses de junho e dezembro); Habitabilidade e necessidades básicas; Serviços, assistências e contato com o mundo exterior; Segurança e prevenção da violência; Acesso à saúde integral. * O que deve ser feito antes da inspeção? Levantamento de informações da unidade, organização logística, consulta a registros anteriores e impressão * O que é esperado na inspeção? A inspeção deve incluir vistoria dos espaços, entrevistas com pessoas privadas de liberdade, familiares, policiais penais Por meio da triangulação da informação, realizar a verificação cruzada entre diferentes fontes (pessoas privadas de liberdade, * O que é esperado no pós-inspeção? O pós-inspeção é um momento crucial na nova metodologia, pois é neste momento que magistrados e magistradas, Voltar Ir para a página principal ⇑ Formulários e Providências
* O que são os formulários de inspeção? Instrumentos padronizados que guiam o(a) magistrado(a) na coleta de dados, verificação de direitos e posterior * Os formulários precisam ser sempre preenchidos? Sim. O preenchimento completo dos campos é essencial para o monitoramento, padronização e responsabilização. Atuação Responsiva
É uma atuação judicial emergencial diante de eventual situação de crise em estabelecimento prisional (tais como rebeliões, O que o(a) juiz(a) fiscal deve fazer diante de uma denúncia de tortura, maus-tratos ou óbito de pessoa privada de liberdade? Utilizar o formulário específico do Volume III, entrevistar a vítima com sigilo e adotar medidas de proteção, investigação e comunicação ao GMF. O GMF deve acompanhar administrativamente o andamento dos casos, verificar se os trâmites fiscalizatórios e de segurança O suporte técnico ao sistema é um serviço disponibilizado para te auxiliar na utilização da ferramenta CNIEP, garantindo maior eficiência e segurança nas operações.
Sistema de Chamados – Suporte CNJ - https://suporteti.cnj.jus.br Voltar Ir para a página principal ⇑ |
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| Diagnóstico das EQUIPES MULTIDISCIPLINARES nas unidades Judiciárias |
1. INTRODUÇÃOO relatório está dividido em seis capítulos, contando com esta introdução, como primeiro capítulo. 2. METODOLOGIA
3.4 ATRIBUIÇÕES DAS EQUIPES MULTIDISCIPLINARES Código Penal de 1890 Marco Legal da Primeira Infância Pacto Nacional da Primeira Infância– 80 páginas Minuta do Plano Nacional de ações da Política Judiciária Nacional pela Primeira Infância – 76 páginas Curso Oficina de Parentalidade Ir para a publicação ⇑ Voltar5. RESULTADOSResultados de aplicação de questionário com perguntas abertas e fechadas, enviado a dois grupos profissionais:
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> 3 - BRASIL. Decreto-Lei n. 3.689, de 3 de outubro de 1941. Código de Processo Penal. 4 - BRASIL. Lei n. 6.697, de 10 de outubro de 1979. 5 - BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 5 de outubro de 1988. 6 - BRASIL. Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990. 7 - BRASIL. Lei n. 10.216, de 6 de abril de 2001. 9 - BRASIL. Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006. 10 - BRASIL. Lei n. 11.343, de 23 de agosto de 2006. Ir para a publicação ⇑ Voltar11 - BRASIL. Lei n. 12.594, de 18 de janeiro de 2012. 12 - BRASIL. Lei n. 13.146 de 6 de julho de 2015. 13 - BRASIL. Lei n. 13.257 de 8 de março de 2016. 14 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 77, de 26 de maio de 2009. 15 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Corregedoria Nacional. 16 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 213, de 15 de dezembro de 2015. 17 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 253, de 4 de setembro de 2018. 18 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 288, de 25 de junho de 2019. 19 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 289, de 14 de agosto de 2019. 20 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 254, de 4 de setembro de 2018. Ir para a publicação ⇑ Voltar21 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 369, de 19 de janeiro de 2021. 22 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 386, de 9 de abril de 2021. 23 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 405, de 6 de julho de 2021. 25 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 470, de 31 de agosto de 2022. 26 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 485, de 18 de janeiro de 2023. 27 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 487, de 15 de fevereiro de 2023. 28 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. 29 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Ir para a publicação ⇑ Voltar31 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. 34 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 585 de 4 de outubro de 2024. 35 - CONTERATTO, Deisi e TOZI, Thalita Sanção. 36 - Luseni, ALENCAR, Joana e STUKER, Paola. 37 - FÁVERO, Eunice Teresinha, MELÃO, Magda Jorge Ribeiro, JORGE, Maria Rachel Tolosa (orgs.) 38 - MELLO, Marília Montenegro Pessoa de., ROSENBLATT, Fernanda Cruz da Fonseca, MEDEIROS, Carolina Salazar I’Armée Queiroga. 39 - OLIVEIRA, Jorge Amâncio de. 41 - VÊNCIO FILHO, Esmar Custódio. Ir para a publicação ⇑ Voltar Ir para a página principal ⇑ |
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| GUIA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA INTERNACIONAL |
1. 2. 2.1 Assunto do Complexo Penitenciário de Curado. 2 .1 .1 Características 2 .1 .2 Direitos Violados 2 .1 .3 Obrigações do Estado 2 .1 .4 Medidas de Reparação 2.2 Assunto do Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho. 2 .2 .1 Características 2 .2 .2 Direitos Violados 2 .2 .3 Obrigações do Estado 2 .2 .4 Medidas de Reparação Ir para a publicação ⇑ Voltar2.3 Assunto do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. 2 .3 .1 Características 2 .3 .2 Direitos Violados 2 .3 .3 Obrigações do Estado 2 .3 .4 Medidas de Reparação 2.4 Assunto da Penitenciária Evaristo de Moraes 2 .4 .1 Características 2 .4 .2 Direitos Violados 2 .4 .3 Obrigações do Estado 2 .4 .4 Medidas de Reparação 2.5 Comissão Interamericana de Direitos Humanos 2 .5 .1 Características 2 .5 .2 Obrigações do Estado 2 .5 .3 Medidas de Reparação 2.6 Comissão Interamericana de Direitos Humanos - decreto no 678, de 6 de novembro de 1992
2 .6 .2 Direitos Violados 2 .6 .3 Obrigações do Estado 2 .6 .4 Medidas de Reparação Ir para a publicação ⇑ Voltar3.
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