Índice alfabético remissivo
- A Lei Maria da Penha e as Medidas Protetivas de Urgência (6 Páginas)
ALGEMAS e outros instrumentos de contenção em Audiências Judiciais (81 páginas)-
ATENDIMENTO INICIAL e integrado a ADOLESCENTE a quem se atribua a prática de ATO INFRACIONAL – 140 páginas
- Referências Bibliográficas (1583 páginas em 71 temas distintos – Links eletrônicos verificados)
- Cartilha para Vítimas de Crimes e Atos Infracionais (70 páginas)
Cartilha da MULHER PRESA - 2ª edição 2012 - CNJ (40 páginas)
- DEVERES
- DIREITOS
- BENEFÍCIOS
- LISTAS DAS DEFENSORIAS PÚBLICAS FEDERATIVAS - e.mails, telefones com Links Eletrônicos Verificados- Cenário Penal e Socioeducativo FEMININO (204 páginas)
- Política Nacional de Atenção às MULHERES GESTANTES ou mães, e às crianças
- Gênero e privação de liberdade: antecedentes ao modelo atual
- ADOLESCENTES em conflito com a lei
- Privação de liberdade, MATERNIDADE e primeira infância
- GÊNERO E PRIVAÇÃO DE LIBERDADE nos Estados da Federação - uma abordagem baseada nos estudos locais - Diagnóstico das EQUIPES MULTIDISCIPLINARES nas unidades Judiciárias - (104 páginas)
A importância do trabalho realizado pelas equipes multidisciplinares, especialmente no acompanhamento de conflitos e/ou situações que exigem olhares e cuidados diferentes da perspectiva dos operadores do Sistema de Justiça que são formados na área de direito.
"Os conhecimentos técnico científicos da psicologia, da sociologia, do serviço social passaram a ser necessários em um Brasil que se urbaniza e se moderniza, com vistas a diagnosticar e prevenir as causas da pobreza; da delinquência juvenil; e da “má índole”. (Ízis Reis)
- REFERÊNCIAS com 41 links eletrônicos verificados
Guia de Formação em Alternativas Penais I (Postulados, Princípios e Diretrizes) (55 páginas)
Guia de Formação em Alternativas Penais V (Protetivas de urgência e demais ações) (60 páginas)
Guia para a Estruturação da Política Judiciária de Atenção e Apoio às Vítimas (224 páginas)-
GUIA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA INTERNACIONAL (224 páginas)
Direitos das pessoas privadas de liberdade.
A Unidade de Monitoramento e Fiscalização das decisões do Sistema Interamericano de Direitos Humanos (UMF/CNJ) lança este Guia, que contém a legislação e a jurisprudência internacionais, voltadas aos direitos das pessoas privadas de liberdade.
Inspeções Judiciais e CNIEP - Cadastro Nacional de Inspeções nos Estabelecimentos Prisionais
Esta seção reúne os principais documentos, ferramentas e normativas relacionados à realização de inspeções judiciais em estabelecimentos de privação de liberdade, conforme a metodologia da Resolução CNJ nº 593/2024 e o uso do CNIEP.
Destinatários, a saber:
- Magistrados(as) corregedores(as) de presídios;
- Juízes e juízas da execução penal e com competência criminal;
- Equipes das varas de execução penal (VEPs);
- Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs);
- Corregedorias, e todos os atores envolvidos na fiscalização e monitoramento do Sistema Penal.
- Normativas, diretrizes e CNIEP (introdução)
- Fundamentos e Objetivos dos Manuais de Inspeção
- Manuais e Formulários de Inspeção Penal - totalizando 1.320 páginas
- SUPORTE TÉCNICO CNJ
MANUAL DE FORTALECIMENTO dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo - GMFs - Resolução CNJ n.º 21 --------------------------------------------------------------------------------------------------- (205 páginas)
- Referências Bibliográficas - *5.463 páginas em 63 temas distintos* (Links eletrônicos verificados)
- O Poder Judiciário como indutor
- Parâmetros Conceituais - Incidências na execução/custódia, e nas portas de entrada/saída
- Populações em contexto de vulnerabilidade acrescida
- Linha do Tempo - Ações do CNJ e do DMF - Departamento de Monitoração e Fiscalização- Manual da resolução nº 369/2021 (86 páginas)
- MÃES LIVRES - A maternidade invisível no sistema de Justiça
- Legislação - Tratados Internacionais e Soft Laws (adultos e adolescentes)
- Elementos para facilitar / Check list para orientar / Diretrizes para monitoramento e cumprimento
- Decisões do S T F - Modelo de Gestão da Política Prisional
Caderno I: Fundamentos Conceituais e Principiológicos (176 páginas)
- Referências Bibliográficas - 89 publicações correlatas totalizando 4.191 páginas (Links eletrônicos verificados)
Os Conselhos da Comunidade no Brasil (116 páginas)
Perícia Criminal para Magistrados (146 páginas)
Pessoas LGBTI no Sistema Penal (27 páginas)
Transformando o Estado de Coisas Inconstitucional nas Prisões Brasileiras (52 páginas)
- Resoluções
- Recomendações
- Painéis
- Sistemas e Identificação civil - 02 Manuais e 01 Folder (total de 110 páginas)
- Coleção Alternativas Penais - 01 Manual - 05 Guias - 01 Diagnóstico (total de 665 páginas)
- Coleção Fortalecimento das Audiências de Custódia - 06 Manuais - 02 Cadernos (total de 1.118 páginas)
- Coleção Central de Regulação de Vagas e de Políticas para pessoas egressas - 02 Manuais - 04 Cadernos - 01 Folder - 01 Guia (total de 964 páginas)
- Coleção Política Prisional - 03 Cadernos - 01 Manual - 01 Diagnóstico (total de761 páginas)
- Coleção Socioeducativa - 03 Cadernos - 01 Relatório - 06 Manuais - 01 Guia (total de 1.141 páginas)
- Coleção de Gestão e Temas Transversais - 09 Manuais - 04 Folders - 02 Cartilhas - 02 Guias - 04 Diálogos - 03 Cadernos - 04 Relatórios - 01 Orientação (total de 2.232 páginas)
Lei Maria da Penha e as Medidas Protetivas de Urgência ⇑Conheça a Resolução 254/2018 do Conselho Nacional de Justiça Conheça a Resolução 412/2021 do Conselho Nacional de Justiça |
Você conhece a Lei Maria da Penha ?
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| Guia de Formação em Alternativas Penais I ⇑ Postulados, Princípios e Diretrizes para a Política de Alternativas Penais |
1. HISTÓRICO DA POLÍTICA DE ALTERNATIVAS PENAIS
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| Guia de Formação em Alternativas Penais V ⇑ Medidas protetivas de urgência e demais ações de responsabilização para homens autores de violências contra as mulheres |
1. AS MEDIDAS PROTETIVAS DE URGÊNCIA E DEMAIS AÇÕES DE RESPONSABILIZAÇÃO PARA HOMENS 2.1. Lei Maria da Penha e sistema criminal. 3. O ACOMPANHAMENTO ÀS AÇÕES DE RESPONSABILIZAÇÃO AOS HOMENS AUTORES DE VIOLÊNCIAS 5.1. Trâmite da medida. Referências bibliográficas. |
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| Algemas e Outros Instrumentos de Contenção em Audiências Judiciais ⇑ Orientações práticas para implementação da Súmula Vinculante nº 11 do STF pela magistratura e tribunais |
1. Considerações gerais sobre instrumentos de contenção. 1.1. Instrumentos de contenção e limitação de seu uso. 2. Súmula Vinculante nº 11 do STF. 2.1. Parâmetros da Súmula Vinculante nº 11 do STF. 3. Parâmetros e práticas internacionais. 4.1. Tipos de instrumentos de contenção. 4.1.1. Algemas de corrente. 4.2. Técnicas para aplicação de instrumentos de contenção. 4.2.1. Aplicação frontal de contenção. - Considerações finais e recomendações. |
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ATENDIMENTO INICIAL |
1. Conceitos básicos no atendimento inicial de adolescentes a quem se atribua a prática de ato infracional 1.1 Panorama brasileiro do atendimento a adolescente a quem se atribua a prática de ato infracional 1.2 O que é o atendimento inicial ? 1.3 O que é o NAI - Núcleos de Atendimento Integrado ? 1.4 Integralidade 2. Articulação intersetorial para implantação do NAI e pactuação de fluxo 2.1 Implementação do NAI 2.2 Articulando a instância de discussão e o plano de trabalho - Mapeamento da rede de atores e do fluxo interinstitucional do atendimento inicial 2.3 Construindo ou encontrando o imóvel adequado - Espaços necessário no NAI 2.4 Pactuando o fluxo - Encaminhamento qualificado 2.5 Implementando e gerindo o equipamento 2.6 Compartilhamento de informações entre as instituições Ir para a publicação ⇑ Voltar3. Fluxo de atendimento 3.1 Contexto 3.2 Orientações fundamentais 3.3 Procedimento de apuração de ato infracional 3.3.1 Apreensão de adolescente 3.3.2 Atendimento em sede de delegacia - Princípios sobre entrevistas eficazes para investigação e coleta de informações – princípios Mendez 3.3.3 Exame de corpo de delito cautelar - O que é preciso constar no exame de corpo de delito 3.3.4 Apresentação ao representante do Ministério Público 3.4 Tomada de decisão judicial no atendimento inicial 3.4.1 Homologação de arquivamento ou remissão 3.4.2 Recebimento de Representação e Audiência de Apresentação 3.4.2.1 Garantias na audiência de apresentação - Condições básicas de alimentação, higiene e vestuário do(a) adolescente 3.4.2.2 Processo decisório na audiência de apresentação - Sanar irregularidades Apuração em unidade de internação provisória - Indícios de tortura ou maus-tratos 3.5 Possibilidade de Justiça Restaurativa - Programa de Justiça Restaurativa 3.6 Encaminhamentos posteriores à tomada de decisão judicial Figura 1
4. Garantia dos direitos humanos de adolescentes a quem se atribui a prática de ato infracional durante o atendimento inicial 4.1 Saúde mental 4.2 Acesso à saúde e higiene 4.3 Gestação, amamentação e maternidade 4.4 Identidade de gênero 4.5 Identidade étnico-racial e pertencimento cultural e religioso 4.6 Respeito à dignidade humana de pessoas com deficiência
5. Monitoramento dos resultados 5.1 Seleção de Indicadores 5.2 Coleta de Dados e Definição de Metas 5.3 Utilização da Informação e o princípio da transparência 6. Conclusão |
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> 2) ARAUJO DE MATTOS, Ruben. 3) ÁVILA, Thiago. 5) BAGGIO, Roberta Camineiro, RESADORI, Alice Hertozog; GONÇALVES, Vanessa Chiari. 6) BRASIL. Ministério da Saúde 7) BRASIL. Lei n° 8.069, de 13 de julho de 1990. 8) BRASIL. Lei complementar nº 75, de 20 de maio de 1993a. 9) BRASIL. Lei nº 8.625, de 12 de fevereiro de 1993b. 11) BRASIL. 12) BRASIL. 13) BRASIL. 14) BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA 15) BRASIL. 16) BRASIL. 17) BRASIL. Conselho Nacional de Justiça 18) BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. 20) BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. 21) BRASIL. 22) BRASIL. Conselho Nacional de Justiça 24) BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. 25) BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. 26) BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. 28) BRASIL. 29) BUDO, Marília de Nardin; BOLZAN, Bárbara Eleonora Taschetto; NEUBAUER, Maria Eduarda de Reis. 30) CARNEIRO, Larissa Maria Magalhães Vieira. 31) CAVALCANTE, Carolina. 32) Centro de direitos humanos e educação popular do Campo Limpo – CDHEP. 33) CHIAVERINI, Dulce Helena (org.). 34) CIFALI, Ana Claudia. 36) CONANDA. 37) COSTA, Ana Paula Motta. 38) COSTA, Ana Paula Motta. 39) CRAIDY, Carmem Maria. 40) SZUCHMAN, Karine (orgs). 41) ESTEVES, Diogo; SILVA, Franklyn Roger Alves. 42) DYE, Thomas D.U 43) FOLEY, Conor. 44) FUNDO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A INFÂNCIA. 46) GISI, Bruna; VINUTO, Juliana. 47) INICIATIVA ANTI-TORTURA; ASSOCIAÇÃO PARA A PREVENÇÃO DA TORTURA; 48) INSTITUTO DE DIREITOS HUMANOS DA INTERNATIONAL BAR ASSOCIATION (IBAHRI); INICIATIVA ANTITORTURA (ATI); SIRA 49) INSTITUTO JONES DOS SANTOS NEVES. 50) LAZZAROTTO, Gislei Domingas Romanzini; NASCIMENTO, Luiza de Oliveira & AGUIRRE DA SILVA, Jéssica. 51) LIMA, Márcia; REZENDE, C. B. 52) MACIEL, Kátia Regina Ferreira Lobo Andrade (org.). 53) MECANISMO NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE À TORTURA. (2019). 55) MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL. 56) MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME. 57) ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. 58) OEA. 59) OEA. Inter-American Commission on Human Rights. 60) ONU. 61) ONU. 62) PEDROSA, Antonio Renato Gonçalves; FARIAS, Érica Regina Albuquerque de Castro Brilhante; 64) PRINCÍPIOS DE YOGYAKARTA 65) ROSSATO, Luciano Alves; LÉPORE, Paulo Eduardo; CUNHA, Rogério Sanches. Estatuto da Criança e do Adolescente: 66) SÁ, Leonardo; NETO, João Pedro de Santiago. 67) SECCHI, Leonarod. 68) SUAS. (2018). 69) TEIXEIRA, Alessandra. 70) WAIZELFISZ, Julio Jacobo. 71) World Health Organization. |
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Cartilha para Vítimas de Crimes e Atos Infracionais ⇑ |
1. VÍTIMAS, QUEM SÃO? 1.2.1. Direito a um recurso efetivo.
4.1. O direito ao atendimento integral. 5. O PAPEL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA DE JUSTIÇA E DE SEGURANÇA PÚBLICA. 5.1. Poder Judiciário. 6. OUTRAS FORMAS DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS: JUSTIÇA RESTAURATIVA,
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Guia para a estruturação da Política Judiciária de atenção e apoio às vítimas ⇑
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1. A POLÍTICA INSTITUCIONAL DO PODER JUDICIÁRIO DE ATENÇÃO ÀS VÍTIMAS DE CRIMES E ATOS INFRACIONAIS: 1.2.1. Direito a um Recurso Efetivo. 1.3. Direito à tratamento digno e respeitoso. 2.5.1. Cartórios e Serventias. 2.6. Medidas para a promoção da reparação às vítimas. 2.7.1. Instâncias de gestão. 3. CENTROS ESPECIALIZADOS DE ATENÇÃO ÀS VÍTIMAS NO PODER JUDICIÁRIO. 3.1. Atribuições dos Centros Especializados. 3.2.1. Estruturação da equipe interdisciplinar. 3.3. Metodologias para o atendimento dos Centros Especializados de Atenção às Vítimas. |
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Os Conselhos da Comunidade no Brasil ⇑ |
1. Introdução. 1.3.1. Revisão normativa e bibliográfica. 2. Os Conselhos da Comunidade no Brasil 2.1.1. Desenho da pesquisa. 2.2. Identificação geral dos Conselhos da Comunidade respondentes. 2.2.1. Função exercida no Conselho pela pessoa respondente. 2.3. Constituição e composição dos Conselhos da Comunidade. 2.3.1. Período de instalação. 2.4. Estrutura dos Conselhos da Comunidade. 2.4.1. Recursos materiais. 2.5. Práticas dos Conselhos da Comunidade. 2.5.1. Ações realizadas. 3. Considerações finais. |
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Perícia Criminal para Magistrados ⇑PARTE 1
ATRIBUIÇÕES DE CADA PROFISSIONAL DE PERÍCIA
3. Breves notas sobre o cenário geral da perícia criminal no Brasil.
PROTOCOLO BRASILEIRO DE PERÍCIA FORENSE NO CRIME DE TORTURA
PARTE 2
Exame de Local de:
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| Pessoas LGBTI no Sistema Penal ⇑ Cartilha para implementação da resolução CNJ 348/2020 |
1. Introdução. 2.1. Orientação sexual. 3. E OS DIREITOS DA POPULAÇÃO LGBTI ? 3.1. E quais são esses direitos que precisam ser observados durante todo o ciclo penal? 3.1.1. Autodeclaração e proteção dos dados pessoais. 3.2. Quais são as informações que a autoridade judicial deve apresentar para a declaração de preferência pela pessoa LGBTI? 3.3.1. Proteção em casos de violência ou grave ameaça. 3.4. O que compete aos tribunais para a efetivação da Resolução CNJ n° 347/2022. |
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| Transformando o Estado de Coisas Inconstitucional nas Prisões Brasileiras ⇑ Caminhos e avanços a partir do julgamento cautelar da ADPF 347 |
Seção 1 – Encarceramento e lotação. - Vagas. Como o CNJ incide. - Audiências de custódia. Seção 2 – Garantia da dignidade humana e controle externo. - Tortura – Registros abertos no Sistema de Audiência de Custódia - SISTAC. - Como o CNJ incide. - Inspeções e ações de prevenção e combate à tortura. Seção 3 – Estrutura e funcionamento. - % dos estabelecimentos inspecionados - Remição. Como o CNJ incide. - Identificação e documentação – Porta de entrada e pré-egressos. GMFs. - Cidadania e Garantia de Direitos. Seção 4 – Atenção às pessoas egressas da prisão. - Escritório Social - Como o CNJ incide. - Redes de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional – Raesp. - Custos prisionais • Custo médio, ponderada a população prisional de cada estado: R$ 1,8 mil mensais. - Calculando Custos Prisionais: Panorama Nacional e Avanços Necessários - 100 páginas
Paineis - Painel de Monitoramento da Resolução CNJ n. 369/2021 – Gestantes, mães, pais e responsáveis por crianças e pessoas com deficiência privados de liberdade.
- Painel Estatístico do Cadastro Nacional de Inspeções em Estabelecimentos prisionais (CNIEP).
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| Cartilha da Mulher Presa 2ª edição 2012 - CNJ |
A Cartilha da Mulher Presa destina-se a esclarecer os direitos e deveres das mulheres encarceradas, com informações claras e diretas sobre garantias constitucionais, prerrogativas legais e administrativas, e é uma ferramenta voltada para a ressocialização da mulher presa, disponibilizada gratuitamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Índice Segue-me - texto da poetisa goiana Cora Coralina Direitos Ir para a publicação ⇑
Disciplina As faltas disciplinares Sanções Benefícios Ir para a publicação ⇑ Livramento Condicional (artigo 83 do Código Penal) Permissão de Saída (artigo 120 da Lei de Execução Penal) Saída Temporária (artigo122 da Lei de Execução Penal) Remição (artigo126 da Lei de Execução Penal) Indulto A pena de multa Outros lembretes importantes ! ANEXOS: – FORMULÁRIO PARA HABEAS CORPUS (modelo) – FRAÇÕES PARA BENEFÍCIOS – CRIME COMUM – RÉU PRIMÁRIO – CRIME COMUM – REINCIDENTE – CRIME HEDIONDO – PRIMÁRIO – CRIME HEDIONDO – REINCIDENTE – CRIME COMUM + CRIME HEDIONDO – RÉU PRIMÁRIO – CRIME COMUM + CRIME HEDIONDO – RÉU REINCIDENTE |
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Cenário Penal
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1. Introdução 1.1 Pacto nacional pela primeira infância 2. Procedimentos, percursos e desafio metodológicos 2.1 abrangência da pesquisa Ir para a publicação ⇑ Voltar 3.1 política de atenção às adolescentes e mulheres gestantes ou mães privadas de liberdade e seus(as) filhos(as) 3.1.1 política nacional de atenção às adolescentes grávidas ou mães e às crianças no sistema socioeducativo? 3.2. gênero e privação de liberdade: antecedentes ao modelo atual 3.2.1 adolescentes em conflito com a lei 3.3 privação de liberdade, maternidade e primeira infância 3.4.1 Alagoas 3.4.2 Pará 3.4.3 Mato Grosso e Mato Grosso do Sul Ir para a publicação ⇑ Voltar 4.1 contexto geral do sistema socioeducativo 4.2 percepções sobre adolescentes gestantes e mães no sistema socioeducativo e seus atos infracionais 4.3 infraestrutura das unidades de internação e insumos oferecidos 4.5.1 ações de atenção no âmbito das unidades de internação 4.6 fluxos entre atores envolvidos no cumprimento da medi da socioeducativa pela adolescente grávida, lactante e/ou mãe 4.6.1 fluxo relacionado ao cumprimento da medida em meio fechado
5. “que ela cumpra pelo seu erro”: resultados referentes a mulheres grávidas ou mães abrangidas |
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Entrar com ações na justiça para defender direitos; Atuar em processos em andamento; Defender os direitos de pessoas que estão sendo processadas; Promover acordos e conciliações entre pessoas em conflito para evitar processo na Justiça. DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO ACRE |
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| Substituição da privação de liberdade de gestantes, mães, pais e responsáveis por crianças e pessoas com deficiência
Resolução CNJ nº 254 de 04/09/2018
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| MANUAL DE FORTALECIMENTO dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo Elaborado conforme a Resolução CNJ n.º 214/2015 |
FINALIDADE DA RECONFIGURAÇÃO E FORTALECIMENTO DOS GMFs Este Manual se divide em parte introdutória, em que é traçado o percurso do Poder Judiciário como indutor de políticas penais A partir da compreensão da importância do papel dos GMFs enquanto órgão local e especializado para o monitoramento e qualificação 1. PODER JUDICIÁRIO como indutor de POLÍTICAS PENAIS e SOCIOEDUCATIVAS
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| Modelo de Gestão da Política Prisional Caderno I: Fundamentos Conceituais e Principiológicos |
1. Introdução Dinâmicas do encarceramento: a seletividade penal e o lugar da prisão na sociedade brasileira contemporânea PARTE I _______________________________________________________________________________________ Fundamentos e aspectos conceituais do Modelo de Gestão Política Prisional 1. Postulados para um Modelo de Gestão da Política Prisional 1.1. Princípios para um Modelo de Gestão da Política Prisional Princípio Nº 01 - da segurança dos ambientes prisionais. Princípio Nº 02 – da liberdade como prioridade. Princípio Nº 03 – das pessoas privadas de liberdade como sujeitos de seus processos individuais e coletivos. Princípio Nº 04 – dos deveres das pessoas privadas de liberdade e das responsabilidades da Administração Penitenciária. Princípio Nº 05 – do respeito às diferenças e da qualificação dos sujeitos. Princípio Nº 06 – dos direitos civis, de informação e segurança individual. Princípio Nº 07 – da integridade física e mental das pessoas privadas de liberdade. Princípio Nº 08 – da integridade em trânsito e soltura. Princípio Nº 09 – da atenção aos egressos prisionais. Princípio Nº 10 – da profissionalização dos serviços penais e de suas estruturas de gestão. Princípio Nº 11 – do enfoque restaurativo na gestão de conflitos. Princípio Nº 12 – da participação social. Princípio Nº 13 – das políticas de diversidades. 1.2. Diretrizes para um Modelo de Gestão da Política Prisional. PARTE II ______________________________________________________________________________________ Interfaces entre a política prisional e políticas públicas 2. O papel das políticas e assistências na Gestão Prisional: parâmetros legais e normativas internacionais 2.1. O que diz a Lei de Execução Penal 2.1.1. Assistência Material 2.1.2. Assistência à Saúde 2.1.3. Assistência Jurídica 2.1.4. Assistência Educacional 2.1.5. Assistência Social 2.1.6. Assistência Religiosa 2.1.7. Assistência ao egresso 2.1.8. Trabalho 2.2. O estágio atual das políticas e assistências na Gestão Prisional: uma interpretação 2.2.1. Assistência material 2.2.2. Assistência à saúde 2.2.3. Assistência educacional 2.2.4. Assistência social 2.2.5. Assistência religiosa 2.2.6. Trabalho 3. Segurança Dinâmica: conceito, parâmetros e aplicações relacionados aos serviços, incluindo horários 3.1. Serviços 3.1.1. Horários de convívio, atividades e responsabilização dos sujeitos: o princípio da normalidade 3.1.2. Alimentação 3.1.3. Mecanismos de comunicação e contato com o mundo externo 3.1.4. Visitas sociais e visitas íntimas 3.1.5. Escoltas e transporte de pessoas privadas de liberdade LISTA DE GRÁFICOS, FIGURAS E TABELAS Gráfico 1: População prisional segundo tipos de crime. Brasil, 2008 a 2012 Gráfico 2: Estabelecimentos prisionais construídos ou adaptados. Elaboração própria a partir de dados do Infopen Gráfico 3: Serviços terceirizados. Elaboração própria a partir de dados do Infopen Gráfico 4: Novas equipes de saúde a partir do PNSSP e PNAISP Gráfico 5: Unidades com e sem salas de aula Gráfico 6: Tipologia das escolas nos estados Gráfico 7: Investimentos na política de educação em prisões Gráfico 8: Distribuição por gênero do quadro de assistentes sociais Gráfico 9: Quadro de agentes de custódia por gênero Gráfico 10: Unidades com espaços apropriados para visitação Gráfico 11: Unidades prisionais com e sem espaço para oficinas de trabalho Figura 1: Foto de alojamento em estabelecimento prisional de regime semiaberto. Março de 2016 Figura 2: AEVPs de São Paulo Tabela 1: Tabela 2: Tabela 3: Tabela 4: Tabela 5: Tabela 6: |
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> – 4.191 páginas em 89 itens 1) ABI-ACKEL, IBRAHIM. 2) ADELMAN, Mirian. 3) AGAMBEN, Giorgio. 4) AGUIRRE, Carlos. 5) ALVAREZ, Marcos César. 6) ASHOKA - Empreendedores Sociais e McKinsey & Company. Revista Delito y sociedad: revista de ciencias sociales. Nº 14. Universidad de La Rioja, 2000. 8) BONELLI, Maria da Glória. 9) BRAGA, Ana Gabriela; SILVA, André Luiz Augusto; FREIRE, Christiane Russomano. 10) BRASIL. Presidência da República. Gabinete da Presidência. 11) BRASIL. (1984). 12) BRASIL. Ministério da Justiça. Departamento Penitenciário Nacional. 13) BRASIL. Presidência da República. Ministério da Educação. Secretaria de Articulação com os sistemas de ensino. 14) BRASIL. Ministério da Saúde. 15) BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. 16) BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Serviço de Avaliação e acompanhamento de medidas terapêuticas aplicáveis à pessoa com 17) BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, 18) BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/MEC Nº 02, de 19 de maio de 2010. Ministério da Educação - Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica.
19) BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional de Assistência Social – SNAS. Departamento de Gestão do Sistema Único da Assistência Social – DGSUAS. LOAS ANOTADA - Lei Orgânica da Assistência Social – 36 páginas Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social, 2009.
20) BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Política Nacional de Assistência Social. Norma Operacional Básica – NOB SUAS 2005 – 149 páginas Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social, 2005.
21) BUTLER, Judith. Vida precária – 21 páginas In: Contemporânea – Dossiê Diferenças e (Des)Igualdades. Revista do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos. São Carlos: UFSCar. Nº 01, p. 13-33, jan./jun. 2011.
22)CAMPOS, Marcelo da Silveira. Pela metade: as principais implicações da nova lei de drogas no sistema de justiça criminal em São Paulo – 30 páginas Tese (Doutorado em Sociologia) – FFLCH – USP, São Paulo, 2015.
23) COHEN, Ernesto e FRANCO, Rolando. Avaliação de projetos sociais - 28 páginas Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. 24) COMITÉ INTERNACIONAL DE LA CRUS ROJA. Agua, saneamiento, higiene y hábitat en las cárceles. Guía complementaria – 86 páginas Genebra, agosto de 2013.
25) CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA CRIMINAL E PENITENCIÁRIA. Ministério da Justiça. Resolução Nº 04, de 21 de junho de 2011 – 7 páginas
26) COYLE, Andrew. Administração Penitenciária: uma abordagem de direitos humanos – 187 páginas Manual para servidores penitenciários. Londres: Internacional Centre for Prison Studies, 2002. (Edição Brasileira)
27) CURITIBA. Prefeitura Municipal. Experiência e aprendizados do desenvolvimento comunitário em Curitiba. GETS - Grupo de Estudos do Terceiro Setor; United Way of Canada - Centraide Canada, 2002.
28) DE CERTEAU, Michel. A invenção do cotidiano. Artes de fazer – 176 páginas Petrópolis: Vozes, 1998
29) DEPEN – Departamento Penitenciário Nacional / Ministério da Justiça. Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias. Infopen – 2025.
30) DEPEN – Departamento Penitenciário Nacional e PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Relatório de equipes de saúde existentes no sistema prisional: Produto 01 da Consultoria Nacional Especializada Brasília: Ministério da Justiça, Departamento Penitenciário Nacional, 2016a.
31) DIAS, Camila Caldeira Nunes. PCC: hegemonia nas prisões e monopólio da violência. São Paulo: Saraiva, 2013. (Col. Saberes Monográficos)
32) A igreja como refúgio e a bíblia como esconderijo: religião e violência na prisão. São Paulo: Humanitas, 2008.
33) Conversão evangélica na prisão: sobre ambigüidade, estigma e poder. Plural (USP), v. 13, p. 85-110, 2006
34) DIRECCIÓN NACIONAL DEL SERVICIO PENITENCIARIO FEDERAL. Informe de Gestión. Republica Argentina, Servicio Penitenciario Federal. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Republica Argentina, 2014.
35) DUARTE, Evandro C. Piza; MURARO, Mariel; LACERDA, Marina; GRACIA, Rafael de Deus. Quem é o suspeito do crime de tráfico de drogas? Anotações sobre a dinâmica dos preconceitos raciais e sociais na definição das condutas de usuário e traficante In: Segurança pública e direitos humanos: temas transversais / organização: Cristiane Socorre Loureiro Lima...
FBPS – Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Ano 2025 – 436 páginas
36) FELTRAN, Gabriel de Santis. Fronteiras de Tensão. Política e violência nas periferias de São Paulo São Paulo: Editora UNESP: CEM: CEBRAP, 2011.
37) FERREIRA, Paulo Guimarães. A estrutura do sistema prisional brasileiro frente aos objetivos da teoria da pena In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, XV, n. 103, ago 2012.
38) FISCHER, Rosa Maria. O círculo do poder – As práticas invisíveis de sujeição nas organizações complexas. In: PETTIGREWM, Andrew; BERTERO, Carlos Osmar; DUTRA, Joel Souza; MAANEN, John; SEGNINI, Liliana; FREURY, Maria Teresa Leme; SILVA, Márcia Terra da; FISCHER, Rosa Maria. Cultura e poder nas organizações. São Paulo: Atlas, 1996. P. 65-88
39) FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 13.ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1983. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. 4.ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1996. Educação Como prática da Liberdade. 23.ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1999.
40) FREITAS, Cristiano Rodrigues de; OLIVEIRA, Luciene Cristine Pena; GRAÇA, Maria Dalila Aragão; Fragmentos de discursos (não tão amorosos) sobre o Exame Criminológico: Um livro falado./ Cristiano Rodrigues de Freitas ... [et al.]. Rio de Janeiro: Conselho Regional de Psicologia 5ª Região, 2013.
41)GALDEANO, Ana Paula. Políticas, violência e agency: redes sociais de uma organização de direitos humanos na periferia de São Paulo. Redes Sociais no Brasil: sociabilidade, organizações civis e políticas públicas. 1ed. Belo Horizonte: Fino Traço, 2012, v., p. 211-247. 42) GARLAND, David. A cultura do controle: crime e ordem social na sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: REVAN, 2008. Punishment and Modern Society: a study in social theory. Chicago: Oxford University Press, 1993. 43) GENDARMERÍA DE CHILE - site Manual de Derechos humanos de la función penitenciaria. Gendarmería de Chile - Unidad de protección y promoción de los derechos humanos. 44) HONSBERGER, Janet e GEORGE, Linda. Facilitando oficinas: da teoria à prática. Treinamento de capacitadores do Projeto GETS - United Way of Canada. São Paulo: United Way of Canada, Centraide Canada; GETS - Grupo de Estudos do Terceiro Setor, 2002. 45) HUMAN RIGHTS WATCH. World Report 2016. 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Janeiro/Abril 2015. 51) LIMA, Cristiane Socorre Loureiro[et al.]. Segurança pública e direitos humanos: temas transversais – 250 páginas Direção geral: Isabel Seixas de Figueiredo. – Brasília: Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), 2014. (Coleção Pensando a Segurança Pública; v. 5) 52) LIMA, Renato Sérgio de. & RATTON, José Luiz. As ciências sociais e os pioneiros nos estudos sobre crime, violência e direitos humanos no Brasil – 308 páginas São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública; Urbania; ANPOCS, 2011. 53) MAIA, Clarissa Nunes; NETO, Fábio de Sá; COSTA, Marcos; BRETAS, Marcos Luiz. História das Prisões no Brasil, Volume 1. Rio de Janeiro: Rocco, 2009. 54) MARINO, Eduardo. Manual de avaliação de projetos sociais. São Paulo: Saraiva, 2003. 55) MARQUES, E. C. Redes sociais, segregação e pobreza em São Paulo. São Paulo: Editora UNESP, Centro de Estudos da Metrópole, 2010. + Bichir, R.; Moya, M. ; Zoppi, M. ; Pantoja, I. ; PAVEZ, T. 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Não publicado. 58) MERCOSUR – Reunión de Ministros de Justicia del Mercado Común del Sur. Declaración de Buenos Aires. Buenos Aires, 14 de novembro de 2014. 59) MERCOSUR - Derechos Humanos. Ganar derechos. Lineamientos para la formulación de políticas públicas Instituto de Políticas Públicas en Derechos Humanos del MERCOSUR, septiembre 2014. Serie Documentos de Trabajo 2. Miskolci, Richard . Os Saberes Subalternos e os Direitos Humanos. In: REIS, Rossana Rocha (Org.). 60) OAS - ORGANIZATION OF AMERICAN STATES. Inter American Comission on Human Rights. Rapporteurship on the Rights of Persons Deprived of Liberty. OEA/Ser.L/V/II.131. Doc. 38. March 13, 2009. 61) OEA – Organização dos Estados Americanos. Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Informe sobre los Derechos Humanos de las Personas Privadas de Libertad em las Américas – 247 páginas Comisión Interamericana de Derechos Humanos. OEA/Ser.L/V/II. Doc.64, 2011. 62) ONOFRE, Elenice Maria Cammarosano. O espaço da prisão e suas práticas educativas – 289 páginas Enfoques e perspectivas contemporâneas. + Educação escolar entre as grades. 63) ONOFRE, Elenice Maria Cammarosano e JULIÃO, Elionaldo Fernandes. A Educação na Prisão como Política Pública: entre desafios e tarefas Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 38, n. 1, p. 51-69, jan./mar. 2013. 64) ONU - Organização das Nações Unidas. Conselho Econômico e Social. Regras mínimas para otratamento de prisioneiros - Genebra, em 1955. 65) ONU – Organização das Nações Unidas. O Direito Humano à Água e Saneamento. Comunicado aos Media. Programa da Década da Água da ONU-Água sobre Advocacia e Comunicação (UNW-DPAC). + Los Derechos Humanos Y las prisiones. Manual de bolsillo de normas internacionales de derechos OTTOBONI, Mário. MAIA, Clarissa Nunes; NETO, Fábio de Sá; COSTA, Marcos; BRETAS, Marcos Luiz. 66) PADOVANI, Natália Corazza. Perpétuas espirais: Falas do poder e do prazer sexual em trinta anos (1977-2009) da Penitenciária Feminina da Capital. Dissertação (Mestrado em Sociologia). UNICAMP, 2009. 67) PAVEZ, T. Gonçalves, Renata Rocha; TOLEDO, D. G. C. Revista Brasileira de Segurança Pública, v. 5, p. 178-191, 2011. 68) PEREIRA, Edson. Extinção de exame criminológico é um grande passo In: SEDEP – Acompanhamento de Processos. Publicado em 16 de junho de 2015. 69) PIMENTA, Victor Martins. Conter o poder punitivo: alternativas ao encarceramento em massa. Artigo em publicação eletrônica. Carta Maior. Publicado em 29/06/2015. 70) REISCHOFFER, Jefferson Cruz e BICALHO, Pedro Paulo Gastalho. Insegurança e produção de subjetividades no Brasil Contemporâneo. In: Fractal: Revista de Psicologia, v. 21 – nº 2, p. 425-444, Maio/Ago. 2009. 71) RODRIGUES, Patrícia Matos Amatto. A nova concepção de família no ordenamento jurídico brasileiro In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, XII, n. 69, out 2009. 72) ROSA, Elizabete Terezinha Silva. A centralidade da família na política de assistência social Anais do 1 Congresso Internacional de Pedagogia Social. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica, Março de 2006. 73) SÁ, Augusto Alvino de; BRAGA, Ana Gabriela Mendes; BRETAN, Maria Emilia Accioli Nobre e CALDERONI, Vivian (org). GDUCC: Grupo de Diálogo Universidade - Cárcere Comunidade: uma experiência de integração entre a sociedade e o cárcere. Brasília: Ministério da Justiça, 2013. 74) SÁ, Augusto Alvino de. Sugestão de um esboço de bases conceituais para um sistema penitenciário. In: Manual de Projetos de Reintegração Social. Governo do Estado de São Paulo / Secretaria da Administração Penitenciária, 2005. 75) SALLA, Fernando. A retomada do encarceramento, as masmorras high techs e a atualidade do pensamento de Michel Foucault. + O encarceramento em São Paulo: das enxovias à Penitenciária do Estado. Tese (Doutorado em Sociologia) – FFLCH-USP, São Paulo, 1997. 76) SEARLE, John. Consciência e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2010. 77) SERVICIO PENITENCIARIO FEDERAL. Seguridad dinámica en establecimientos penitenciarios federales – 98 páginas In: Servicio Penitenciario Federal. Gobierno de la República Argentina. Publicado em 05 de maio de 2015. 78) SILVA, Agnaldo José. Praça Velho: um estudo sobre a socialização policial militar. Dissertação (Mestrado em Sociologia). Universidade Federal de Goiás – UFG, Goiânia, 2002. 79) SILVÉRIO, Valter Roberto. O multiculturalismo e o reconhecimento: mito e metáfora – 12 páginas São Paulo: Revista USP, nº 42, junho/agosto 1999. 80) SINHORETTO, Jacqueline; BATITUCCI, Eduardo; MOTA, Fábio Reis; SCHLITTLER, Maria Carolina; A filtragem racial na seleção de suspeitos: segurança pública e relações raciais – 38 páginas In: Segurança pública e direitos humanos: temas transversais / organização: Cristiane Socorre Loureiro Lima... [et al.]; Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), 2014. (Coleção Pensando a Segurança Pública; v. 5) 81) TAYLOR, Charles. El multiculturalismo y la política del reconocimiento – 61 páginas Mexico: Fondo de Cultura Económica, 2009. 82) TORO, José Bernardo e WERNECK, Nisia Maria Duarte. Mobilização social: um modo de construir a democracia e a participação – 90 páginas Brasília: UNESCO Brasil, 1996.
83) UNO – UNITED NATIONS ORGANIZATION. Economic and Social Council. United Nations Standard Minimum Rules for the Treatment of Prisoners (the Mandela Rules). Comission on Crime Prevention and Criminal Justice. 24ª Session. Viena, 18 – 22 May 2015. E/CN.15/2015/L.6/Rev.1. 84) UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Marco de Ação de Belém. Confintea VI Brasília: UNESCO; Ministério da Educação, 2010. 85) UNODC – United Nations Office on Drugs and Crime. Handbook on Dynamic Security and Prison Intelligence. Criminal Justice Handbook Series. United Nations: Vienna, New York, 2015. 86) UNODC – UNITED NATION OFFICE ON DRUGS AND CRIME. Handbook on strategies to reduce overcrowding in prisons. Criminal Justice Handbook Series. New York: United Nations, 2013. 87) UNODC – United Nations Office on Drugs and Crime & WHO - World Health Organization. Regional Office for Europe. Good governance for prison health in the 21st century. A policy brief on the organization of prison health. Copenhagen, Denmark, 2013. 88) WEBER, Max. O que é a Burocracia ? Brasília: Conselho Federal de Administração, s/d. 89) WIEVIORKA, Michel. O novo paradigma da violência – 38 páginas In: Tempo Social. Revista de Sociologia da USP, São Paulo, 9(1): 5-41, maio de 1997. |
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Inspeções Judiciais e CNIEP
Plataformas, Ferramentas e Metodologia de Inspeções
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Exposição de Motivos da Resolução CNJ nº 593/2024 Introdução O CNIEP (Cadastro Nacional de Inspeções em Estabelecimentos Penais) é uma ferramenta desenvolvida pelo CNJ O CNIEP é uma plataforma digital nacional que organiza, padroniza e armazena as informações produzidas em inspeções A partir de metodologia detalhada na Resolução CNJ nº 593/2024 e no Manual de Inspeções, o CNIEP opera com base São instrumentos padronizados que organizam a coleta de dados nas inspeções mensais, divididos em cinco temas: Acesso ao CNIEP (Cadastro Nacional de Inspeções) - https://cniep.cnj.jus.br Este material está alinhado à Resolução CNJ nº 593/2024 e ao Manual de Inspeções Judiciais em Estabelecimentos Manuais e Formulários de Inspeção Prisional
Manual - Volume II Caderno 1: Aspectos Gerais: estrutura, ocupação, população prisional e servidores/as penais - 115 páginas Manual - Volume III
Formulário 3 – Serviços, assistências e contato com o mundo exterior - 75 páginas Formulário 4 – Segurança e prevenção da violência - 58 páginas Formulário 5 – Acesso à saúde integral - 44 páginas
Perguntas e respostas sobre o Manual
Perguntas frequentes - Portal CNJ
- Acesso inicial ao sistema; - Início e acompanhamento de inspeções; - Preenchimento dos formulários temáticos; - Registro de providências; - Compartilhamento e trabalho em equipe; - Submissão final dos relatórios; - Referências normativas e materiais de apoio.
Introdução: fundamentos e objetivos do CNIEP Acesso Inicial: como acessar a plataforma Inspeções: - Painel geral - Início de nova inspeção - Formulários e relatórios - Compartilhamento e equipe
Qual é o objetivo do manual ? Fortalecer a atuação judicial na fiscalização de estabelecimentos de privação de liberdade, padronizando procedimentos, A quem se destina o manual ? - Magistrados(as) corregedores(as) de presídios, Como a nova metodologia e o manual foram construídos? Todas as etapas da nova metodologia de inspeções judiciais foram feitas através de estudos e pesquisas das melhores evidências Calendarização e Ciclo de Inspeções
As inspeções devem ser realizadas de maneira presencial mensalmente. * Quais são os cinco eixos temáticos ? Aspectos gerais (que deve ser aplicado nos meses de junho e dezembro); Habitabilidade e necessidades básicas; Serviços, assistências e contato com o mundo exterior; Segurança e prevenção da violência; Acesso à saúde integral.
Levantamento de informações da unidade, organização logística, consulta a registros anteriores e impressão * O que é esperado na inspeção? A inspeção deve incluir vistoria dos espaços, entrevistas com pessoas privadas de liberdade, familiares, policiais penais Por meio da triangulação da informação, realizar a verificação cruzada entre diferentes fontes (pessoas privadas de liberdade, * O que é esperado no pós-inspeção? O pós-inspeção é um momento crucial na nova metodologia, pois é neste momento que magistrados e magistradas, Formulários e Providências
* O que são os formulários de inspeção? Instrumentos padronizados que guiam o(a) magistrado(a) na coleta de dados, verificação de direitos e posterior * Os formulários precisam ser sempre preenchidos? Sim. O preenchimento completo dos campos é essencial para o monitoramento, padronização e responsabilização. Atuação Responsiva
É uma atuação judicial emergencial diante de eventual situação de crise em estabelecimento prisional (tais como rebeliões, O que o(a) juiz(a) fiscal deve fazer diante de uma denúncia de tortura, maus-tratos ou óbito de pessoa privada de liberdade? Utilizar o formulário específico do Volume III, entrevistar a vítima com sigilo e adotar medidas de proteção, investigação e comunicação ao GMF. O GMF deve acompanhar administrativamente o andamento dos casos, verificar se os trâmites fiscalizatórios e de segurança O suporte técnico ao sistema é um serviço disponibilizado para te auxiliar na utilização da ferramenta CNIEP, garantindo maior eficiência e segurança nas operações.
Sistema de Chamados – Suporte CNJ - https://suporteti.cnj.jus.br Voltar Ir para a página principal ⇑ |
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| Diagnóstico das EQUIPES MULTIDISCIPLINARES nas unidades Judiciárias |
1. INTRODUÇÃOO relatório está dividido em seis capítulos, contando com esta introdução, como primeiro capítulo. 2. METODOLOGIA
3.4 ATRIBUIÇÕES DAS EQUIPES MULTIDISCIPLINARES Código Penal de 1890 Marco Legal da Primeira Infância Pacto Nacional da Primeira Infância– 80 páginas Minuta do Plano Nacional de ações da Política Judiciária Nacional pela Primeira Infância – 76 páginas Curso Oficina de Parentalidade
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REFERÊNCIAS com links eletrônicos verificados 3 - BRASIL. Decreto-Lei n. 3.689, de 3 de outubro de 1941. Código de Processo Penal. 4 - BRASIL. Lei n. 6.697, de 10 de outubro de 1979. 5 - BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 5 de outubro de 1988. 6 - BRASIL. Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990. 7 - BRASIL. Lei n. 10.216, de 6 de abril de 2001. 9 - BRASIL. Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006. 10 - BRASIL. Lei n. 11.343, de 23 de agosto de 2006. Ir para a publicação ⇑ Voltar11 - BRASIL. Lei n. 12.594, de 18 de janeiro de 2012. 12 - BRASIL. Lei n. 13.146 de 6 de julho de 2015. 13 - BRASIL. Lei n. 13.257 de 8 de março de 2016. 14 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 77, de 26 de maio de 2009. 15 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Corregedoria Nacional. 16 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 213, de 15 de dezembro de 2015. 17 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 253, de 4 de setembro de 2018. 18 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 288, de 25 de junho de 2019. 19 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 289, de 14 de agosto de 2019. 20 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 254, de 4 de setembro de 2018. Ir para a publicação ⇑ Voltar21 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 369, de 19 de janeiro de 2021. 22 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 386, de 9 de abril de 2021. 23 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 405, de 6 de julho de 2021. 25 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 470, de 31 de agosto de 2022. 26 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 485, de 18 de janeiro de 2023. 27 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 487, de 15 de fevereiro de 2023. 28 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. 29 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Ir para a publicação ⇑ Voltar31 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. 34 - BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. Resolução CNJ n. 585 de 4 de outubro de 2024. 35 - CONTERATTO, Deisi e TOZI, Thalita Sanção. 36 - Luseni, ALENCAR, Joana e STUKER, Paola. 37 - FÁVERO, Eunice Teresinha, MELÃO, Magda Jorge Ribeiro, JORGE, Maria Rachel Tolosa (orgs.) 38 - MELLO, Marília Montenegro Pessoa de., ROSENBLATT, Fernanda Cruz da Fonseca, MEDEIROS, Carolina Salazar I’Armée Queiroga. 39 - OLIVEIRA, Jorge Amâncio de. 41 - VÊNCIO FILHO, Esmar Custódio. Ir para a publicação ⇑ Voltar Ir para a página principal ⇑ |
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| GUIA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA INTERNACIONAL |
1. CONTROLE DE CONVENCIONALIDADE EM MATÉRIA DE PRIVAÇÃO DE LIBERDADE 2. DIREITOS DAS PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE E AS DECISÕES DO SISTEMA INTERAMERICANO 2.1 Assunto do Complexo Penitenciário de Curado. 2 .1 .1 Características 2 .1 .2 Direitos Violados 2 .1 .3 Obrigações do Estado 2 .1 .4 Medidas de Reparação 2.2 Assunto do Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho. 2 .2 .1 Características 2 .2 .2 Direitos Violados 2 .2 .3 Obrigações do Estado 2 .2 .4 Medidas de Reparação Ir para a publicação ⇑ Voltar2.3 Assunto do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. 2 .3 .1 Características 2 .3 .2 Direitos Violados 2 .3 .3 Obrigações do Estado 2 .3 .4 Medidas de Reparação 2.4 Assunto da Penitenciária Evaristo de Moraes 2 .4 .1 Características 2 .4 .2 Direitos Violados 2 .4 .3 Obrigações do Estado 2 .4 .4 Medidas de Reparação 2.5 Comissão Interamericana de Direitos Humanos 2 .5 .1 Características 2 .5 .2 Obrigações do Estado 2 .5 .3 Medidas de Reparação 2.6 Comissão Interamericana de Direitos Humanos - decreto no 678, de 6 de novembro de 1992
2 .6 .2 Direitos Violados 2 .6 .3 Obrigações do Estado 2 .6 .4 Medidas de Reparação Ir para a publicação ⇑ Voltar
3. Direitos das pessoas privadas de liberdade e a corte interamericana de direitos humanos 3.1 Conceito de Privação de Liberdade 3.2 Obrigações do Estado
3 .2 .2 Garantias processuais 3 .2 .3 Legalidade da privação de liberdade 3 .2 .4 Não-arbitrariedade da privação de liberdade 3 .2 .5 Requisitos para a decretação de prisão provisória 3 .2 .6 Direito de ser informado sobre as razões da privação de liberdade (artigo 7.4) 3 .2 .7 Direito de ser levado perante uma autoridade competente em prazo razoável (artigo 7.5) 3 .2 .8 Direito à impugnação/revisão da decisão (artigo 7.6) Ir para a publicação ⇑ Voltar
3.3 Direito à integridade pessoal
3 .3 .2 Condições de detenção 3 .3 .3 Principais normas sobre condições carcerárias 3 .3 .4 Isolamento 3 .3 .5 Atenção médica 3 .3 .6 Parâmetros gerais de atenção médica 3 .3 .7 Parâmetros de atenção médica para pessoas com doenças graves, crônicas ou terminais 3 .3 .8 Uso da força contra as pessoas privadas de liberdade 3 .3 .9 Tortura ou tratamentos cruéis, desumanos e degradantes 3 .3 .10 Proibição absoluta e inderrogável da tortura e jus cogens 3 .3 .11 Dever de investigação 3 .3 .12 Finalidade e readaptação social Ir para a publicação ⇑ Voltar
4 .1 .1 A necessidade de adotar medidas especiais para garantir os direitos das mulheres grávidas, em período pós-parto de liberdade 4.2 Direitos da População LGBTQIAP+ - Cadernos de jurisprudência do supremo tribunal federal: concretizando direitos humano – 140 páginas
4 .2 .4 A visita íntima das pessoas LGBTQIAP+ privadas de liberdade Ir para a publicação ⇑ Voltar
- Referências legais
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4 .4 .6 A reinserção e reintegração social das pessoas idosas privadas de liberdade – 25 páginas
4 .6 .1 Perspectiva étnico-racial – 190 páginas 4.7 Direitos das Pessoas Migrantes 4 .8 .1 Direitos à vida, à privacidade e à proteção especial 5. NORMATIVA INTERNACIONAL - TRATADOS INTERNACIONAIS RATIFICADOS PELO BRASIL 5.1 Convenção Americana sobre Direitos Humanos, de 1969 - Pacto de São José da Costa Rica Ir para a publicação ⇑ Voltar
6.1 Regras Mínimas das Nações Unidas para o Tratamento de Presos (Regras de Man dela) – 45 páginas Ir para a publicação ⇑ Voltar Ir para a página principal ⇑ |
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