Os Escritórios Sociais são equipamentos públicos fomentados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e que têm como objetivo proporcionar acolhimento e serviços especializados às pessoas egressas do sistema prisional e aos seus familiares, promovendo suporte qualificado para a reintegração social e o exercício pleno da liberdade civil.
Para sua implementação e funcionamento, o CNJ aposta na articulação entre Judiciário e Executivo.
Ainda, por meio da implementação dos Escritórios Sociais, busca-se a fiscalização e a efetivação da implementação das cotas legais de contratação de pessoas presas e egressas do sistema prisional em serviços contratados por órgãos e entidades da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional e pelo Poder Judiciário, conforme Orientação Técnica Conjunta n. 1 do Conselho Nacional de Justiça e do Ministério Público do Trabalho, de 19 de julho de 2021.
O Escritório Social no Estado de Sergipe visa atuar na reinserção social e na adaptação da pessoa após o período de encarceramento.
É mantido pela Secretaria de Estado da Justiça e de Defesa do Consumidor, e atualmente está localizado dentro do Fórum Olímpio Mendonça, ao lado da Vara de Execuções Penais.
NORMATIVO
Resolução CNJ 307 de 17 de Dezembro 2019
Institui a Política de Atenção a Pessoas Egressas do Sistema Prisional no âmbito do Poder Judiciário, prevendo os procedimentos, as diretrizes, o modelo institucional e a metodologia de trabalho para sua implementação.
Principais Ações
— A articulação com a assistência social.
— A regularização da documentação civil (RG) junto ao Instituto de Identificação.
— A viabilização da possibilidade de trabalho na vida pós-cárcere, através da qualificação dentro do sistema (cursos profissionalizantes).
Público Alvo
— Pró-egressos (pessoa a 6 meses da soltura).
— Pessoas em livramento condicional (durante o período de prova).
— Pessoa liberada em definitivo (até 1 ano, a contar da saída do estabelecimento prisional), nos termos do artigo 26, da LEP - Lei de Execuções Penais.
Contatos:
Telefone: (79) 3451-9800
WhatsApp: (79) 98851-9702
Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Instagram: @escritoriosocial.se
— 1ª SEDE
Endereço: Fórum Olímpio Mendonça Cj. Orlando Dantas – R. Central Três – Cep: 49042-149, São Conrado, Aracaju/SE.
Telefone: (79) 3226-3880
Celular: (79) 9 9861-1934.
— 2ª SEDE
Endereço: Edifício Estado de Sergipe – 15º Andar, Travessa Baltazar Góis, nº 86, Centro, Aracaju/SE.
MANUAIS |
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⊆⊇ Caderno de Gestão dos Escritórios Sociais I - 233 páginas
⊆⊇ Caderno de Gestão dos Escritórios Sociais II - 137 páginas
⊆⊇ Caderno de Gestão dos Escritórios Sociais III - 182 páginas
⊆⊇ Começar de Novo e Escritório Social - 42 páginas
⊆⊇ Guia para Aplicação da Metodologia de Mobilização de Pessoas Pré - Egressas - 94 páginas
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Caderno de Gestão dos Escritórios Sociais I ⇑ Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional |
Parte I _________________________________________ 2.1. A assistência ao egresso no Brasil. 3. Direitos e documentos de referência. 3.1. Legislações internacionais. 3.1.1. As Regras Mínimas para Tratamento de Presos das Nações Unidas. - 45 páginas 3.1.2. Convenção Americana sobre Direitos Humanos. - 470 páginas 3.2. Legislação e outras referências nacionais. 3.2.1. Constituição Federal. 3.2.3. Código Penal. 3.2.4. Resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. 4. Consequências do processo de encarceramento. 4.1. Marcadores da condição da pessoa egressa. 5. A transversalidade das políticas públicas no atendimento à pessoa egressa. 5.1. Configuração dos serviços existentes. 5.1.1. Institucionalidades. 5.2. Síntese analítica. 6. O atendimento à pessoa egressa como política pública social - 233 páginas 7.1. Reconhecimento da seletividade do sistema de justiça penal. - 28 páginas 7.1.1. Princípios. 7.2. Respeito à pessoa egressa como sujeito de direitos e com participação crítica e construtiva na vida social. 7.2.1. Princípios. 7.3. Participação de todos os setores do sistema de justiça penal, das políticas sociais e da sociedade civil. 7.3.1. Princípios. 8. Diretrizes da Política. Parte II _________________________________________ 1.1. Interfaces da gestão prisional. 2. O modelo organizacional para a Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional. 1.1. O Poder Executivo Estadual. 2. Modelo de articulação com entidades da Rede para encaminhamentos diversos: fluxos e procedimentos. 2.1. Procedimentos. 3. Documentos de referência. 3.1. Termo de Cooperação com instituição. 4. Objetivos e beneficiários diretos dos equipamentos de atenção às pessoas egressas. 4.1. Ações metodológicas.
1.1. Proposta conceitual. 2. A transversalidade da Política e sua articulação como rede de atendimento - 84 páginas 2.1. O papel dos municípios. 3. Estratégias. 3.1. Cursos relacionados ao Modelo de Gestão da Política Prisional. 4. Curso relacionado à Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional – base específica. Índice de tabelas, figuras e gráficos Figura 1: Principais demandas de egressos da CRSC/SP.
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| Caderno de Gestão dos Escritórios Sociais II ⇑ Metodologia para singularização do atendimento a pessoas em privação de liberdade, e egressas do sistema prisional |
PARTE I _________________________________________ 1.1. Rede – uma palavra, vários sentidos. 2. Elementos e conceitos da metodologia. 2.1. Redes coletivas: o exemplo de uma comunidade segregada em contexto urbano. 3. Usos de programas computacionais. 3.1. Organizando e registrando os dados relacionais.
1.1. Analisando trajetórias e esferas de sociabilidade.
1.1. O Instrumento de Singularização do Atendimento. 2. Orientações para utilização do Instrumento de Singularização. 2.1. Apresentação. 3. Matriciamento em gestão prisional. |
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Caderno de Gestão
Um esforço interinstitucional inédito |
PARTE I _________________________________________
3.1.1. Lei de Execução Penal 3.2. Referências internacionais 3.2.1. Princípios Básicos Relativos ao Tratamento de Reclusos
4.1. Poder Judiciário 4.1.1. Tribunais de Justiça 4.2. Poder Executivo 4.2.1. Órgão Gestor da Administração Penitenciária - 145 páginas 4.3. Sociedade Civil 4.3.1. Conselho da Comunidade PARTE II _________________________________________ 5.1. Os princípios éticos para o trabalho dos Escritórios Sociais são: 5.1.1. Adesão voluntária 5.2. A pessoa egressa e suas demandas 6. Modulações de Escritórios Sociais PARTE III _________________________________________ 7.1. Processo de planejamento do serviço 7.1.1. Olhando ao redor 7.2. Definição de partícipes e envio de minuta de Termo de Cooperação Técnica PARTE IV _________________________________________ 8.1. Ambiente físico e identidade visual 8.3.1. Gerência do Serviço 9. Bases Metodológicas do Escritório Social 9.1. Parâmetros epistemológicos das metodologias 9.1.1. Transversalidade das políticas identitárias 9.2. Metodologia de mobilização de pessoas pré-egressas - 94 páginas 9.2.1. Saída do estabelecimento prisional 9.3. Metodologia de Singularização do atendimento 10. Fluxos de atividades no Escritório Social 10.1. De “Portas abertas”: a chegada dos(as) usuários(as) ao Escritório Social 10.2.1. Entrevistas de singularização 10.3. Trabalho em grupos 10.3.1. Temáticas e técnicas 10.4. Atividades culturais 10.4.1. Registro das atividades 10.5. Formação, qualificação e inserção ao trabalho 10.5.1. Inserção no mercado de trabalho formal 10.6. Busca Ativa
11.1. Formação das equipes dos Escritórios Sociais 11.2.1. Instituições de ensino e pesquisa
12.1. Avaliação
13.1.
2) BARATTA, Alessandro Cárcel y Estado social. OLIVAS, Enrique (org.) 7) BRITO, Lemos. 13) CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA 21) ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS 2015. ANEXOS ________________________________________________________
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Começar de Novo
Estratégia de Convergência da Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas |
Sumário. Θ 5 Eixos ≈ Proporcionalidade penal; Θ 28 projetos desenvolvidos de forma simultânea com foco em resultados concretos e sustentabilidade de médio e longo prazos. Θ Eixo 3 i. Políticas de cidadania e garantia de direitos; Pesquisa sobre o Projeto Começar de Novo. O escopo desta pesquisa foi compreender a inserção do Projeto Começar de Novo no conjunto de iniciativas voltadas à implementação e a efetividade das políticas de cidadania e garantia de direitos e da Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas fomentadas pelo Conselho Nacional de Justiça. Θ Objetivo Esta seção aborda os procedimentos metodológicos (descrição do método para coleta, descrição da fonte de dados utilizada e técnicas adotadas) empregados na pesquisa Começar de Novo. Θ O Começar de Novo. Instituído pela Resolução CNJ Nº 96, de 27 de outubro de 2009, o projeto Começar de Novo tem por finalidade a “sensibilização de órgãos públicos e da sociedade civil para que forneçam postos de trabalho e cursos de capacitação profissional para presos e egressos do sistema carcerário” Θ Ações. Θ Fluxograma 1: Projeto Começar de Novo Alternativas para integração entre o Começar de Novo e os Escritórios Sociais. |
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Guia para Aplicação da Metodologia de Mobilização de Pessoas Pré - Egressas 94 páginas |
PARTE I _______________________________________________ 2.1. Presença da questão social: as desigualdades de raça e de classe 3. Quais os princípios que embasam as ações propostas? 3.1. Reconhecimento da realidade prisional e de suas consequências
4.1. Escritórios Sociais
7.1. Realidade social 8. Como elaborar o planejamento local ? PARTE III_________________________________________ 10. O que é o Plano Individual de Saída ? 11. O que deve ser abordado no atendimento individual ? 14.1. Direitos e recursos de cidadania (o significado de ter direitos) 15. Que atividades complementares podem ser desenvolvidas ? PARTE IV ________________________________________ 16.1. Para executores da Metodologia 17. Como é feito o monitoramento e supervisão da prática ? 19.1. Divulgação Interna 20. O quê e porquê registrar as ações realizadas ? 20.1. Registro das atividades em geral 21. Depois de tudo, o que é importante destacar ?
1) ANYAR DE CASTRO, Lola. 2) ALMEIDA, Silvio. 3) ALEXADER. Michele. 4) BAPTISTA, Nilo. 5) BAPTISTA, Nilo. 6) BARATTA, Alessandro. 7) BARATTA, Alessandro. 8) BARROCO. Maria Lúcia S. 9) BEHRING, Elaine R. SANTOS, Silvana M. Moraes. 10) BOSCHETTI, Ivanete. 11) CALVI, Kéttini Upp. 12) CARVALHO, Salo. 13) CARVALHO, Eder A.; KODATO, Sergio; PAULA, Alexandre da S. 14) CASARA, Rubens e PRADO, Geraldo. 15) CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. 16) CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. 17) DUARTE, Evandro Charles P. 18) DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL 19) FANON, Franz. 20) FLAUZINA 21) FERAJOLI, Luigi. Prefácio. In: RIVERA BEIRAS, Iñaki. 22) FOUCAULT, Michel. 23) GONZALEZ, Lelia. 24) INSTITUTO DE PESQUISAS APLICADAS. 25) INSTITUTO TERRA, TRABALHO E CIDADANIA. 26) GANDIN, Danilo. 27) GOFFMAN. Erving. 28) GOHN, Maria da Glória. 29) HART, Carl. 30) KARAM, Maria Lúcia. 31) MACCAULAY, Fiona 34) MATTOS, Maurílio Castro. 37) ORGANIZAÇÃO DA NAÇÕES UNIDAS. 39) PROVÍNCIA MARISTA BRASIL CENTRO-NORTE/ UNIÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO E ENSINO. 41) RAICHELIS, Raquel. 48) WORLD PRISON POPULATION LIST 2018 ANEXOS Ir para a publicação⇑ Voltar Ir para a página principal |
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