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Escritório Social



Os Escritórios Sociais são equipamentos públicos fomentados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e que têm como objetivo proporcionar acolhimento e serviços especializados às pessoas egressas do sistema prisional e aos seus familiares, promovendo suporte qualificado para a reintegração social e o exercício pleno da liberdade civil.
Para sua implementação e funcionamento, o CNJ aposta na articulação entre Judiciário e Executivo. ​

​Ainda, por meio da implementação dos Escritórios Sociais, busca-se a fiscalização e a efetivação da implementação das cotas legais de contratação de pessoas presas e egressas do sistema prisional em serviços contratados por órgãos e entidades da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional e pelo Poder Judiciário, conforme Orientação Técnica Conjunta n. 1 do Conselho Nacional de Justiça e do Ministério Público do Trabalho, de 19 de julho de 2021. ​

Escritório Social no Estado de Sergipe visa atuar na reinserção social e na adaptação da pessoa após o período de encarceramento.

É m
antido pela Secretaria de Estado da Justiça e de Defesa do Consumidor, e atualmente está localizado dentro do Fórum Olímpio Mendonça, ao lado da Vara de Execuções Penais.


NORMATIVO

Resolução CNJ 307 de 17 de Dezembro 2019

Institui a Política de Atenção a Pessoas Egressas do Sistema Prisional no âmbito do Poder Judiciário, prevendo os procedimentos, as diretrizes, o modelo institucional e a metodologia de trabalho para sua implementação.


    Principais Ações                                                                                                                                                                                                          

 A articulação com a assistência social.

 A regularização da documentação civil (RG) junto ao Instituto de Identificação.

 A viabilização da possibilidade de trabalho na vida pós-cárcere, através da qualificação dentro do sistema (cursos profissionalizantes).

    Público Alvo                                                                                                                                                                                                                  

 Pró-egressos (pessoa a 6 meses da soltura).

 Pessoas em livramento condicional (durante o período de prova).

 Pessoa liberada em definitivo (até 1 ano, a contar da saída do estabelecimento prisional), nos termos do artigo 26, da LEP - Lei de Execuções Penais.


Contatos:

Telefone: (79) 3451-9800

WhatsApp: (79) 98851-9702

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Instagram: @escritoriosocial.se



MANUAIS


Caderno de Gestão dos Escritórios Sociais I - 233 páginas; e mais links de 6 temas correlatos, somando 1.088 páginas


Caderno de Gestão dos Escritórios Sociais II - 137 páginas


Caderno de Gestão dos Escritórios Sociais III - 182 páginas

- Bibliografia com 26 temas, e links verificados - confira


Começar de Novo e Escritório Social - 42 páginas


Guia para Aplicação da Metodologia de Mobilização de Pessoas Pré - Egressas - 94 páginas

Bibliografia com 50 temas, e links verificados - confira


 



 
 
 
Caderno de Gestão dos Escritórios Sociais I ⇑

Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional 

Parte I _________________________________________

Aspectos empíricos e conceituais da Política Nacional.
 
1. Punição e questão social na contemporaneidade.

2. A preocupação com o egresso na história das políticas penais. 

2.1. A assistência ao egresso no Brasil.


3. Direitos e documentos de referência. 

3.1. Legislações internacionais. 

3.1.1. As Regras Mínimas para Tratamento de Presos das Nações Unidas. - 45 páginas

3.1.2. Convenção Americana sobre Direitos Humanos. - 470 páginas

3.2. Legislação e outras referências nacionais.

3.2.1. Constituição Federal. 
3.2.2. Lei de Execução Penal (LEP). 
3.2.3. Código Penal. 
3.2.4. Resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. 
3.2.5. III Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH). - 228 páginas
3.2.6. Plano Nacional de Política Criminal e Penitenciária.

4. Consequências do processo de encarceramento. 

4.1. Marcadores da condição da pessoa egressa.

5. A transversalidade das políticas públicas no atendimento à pessoa egressa. 

5.1. Configuração dos serviços existentes. 
5.1.1. Institucionalidades. 
5.1.2. Público atendido. 
5.1.3. Atividades realizadas. 

5.2. Síntese analítica.

6. O atendimento à pessoa egressa como política pública social - 233 páginas

7. Postulados e princípios da Política. 

7.1. Reconhecimento da seletividade do sistema de justiça penal. - 28 páginas
7.1.1. Princípios. 

7.2. Respeito à pessoa egressa como sujeito de direitos e com participação crítica e construtiva na vida social. 
7.2.1. Princípios. 

7.3. Participação de todos os setores do sistema de justiça penal, das políticas sociais e da sociedade civil. 
7.3.1. Princípios.

8. Diretrizes da Política.


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Parte II _________________________________________

Estruturas organizacional e institucional para implantação e execução da Política.

1. As políticas públicas e suas interfaces com a Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional. 
1.1. Interfaces da gestão prisional. 

1.2. Política de educação e atenção às pessoas egressas do sistema prisional. 

1.3. Assistência social. 

1.4. Política de Saúde. 

1.5. Assistência judiciária. 

1.6. Políticas de trabalho, geração de renda e qualificação profissional. 

1.7. Parcerias com o Poder Judiciário.

2. O modelo organizacional para a Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional.

Parte III _________________________________________

Metodologia dos serviços.

1. Atores e atribuições. 

1.1. O Poder Executivo Estadual. 

1.2. O Poder Executivo Municipal. 

1.3. A parceria entre o Poder Executivo Estadual e o Sistema de Justiça. 

1.4. Grupo Gestor nos estados e municípios. 

1.5. Os estabelecimentos prisionais. 

1.6. O equipamento de atenção às pessoas egressas. 

1.7. A equipe técnica. 

1.8. A rede parceira.


2. Modelo de articulação com entidades da Rede para encaminhamentos diversos: fluxos e procedimentos. 

2.1. Procedimentos.


3. Documentos de referência. 

3.1. Termo de Cooperação com instituição. 

3.2. Formulário de Cadastro de Entidade. 

3.3. Modelo de ofício de encaminhamento.


4. Objetivos e beneficiários diretos dos equipamentos de atenção às pessoas egressas. 

4.1. Ações metodológicas. 

4.2. Recomendações acerca da política para diversidades.

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Parte IV _________________________________________

Subsídios para Elaboração de Estratégia de Comunicação e Avaliação da Política.

1. Uma abordagem sobre comunicação como mobilização social.

1.1. Proposta conceitual.


2. A transversalidade da Política e sua articulação como rede de atendimento - 84 páginas

2.1. O papel dos municípios.

2.2. Escolas de Serviços Penais e processos formativos para a Política.


3. Estratégias.


4. A avaliação da Política e dos serviços.


Parte V _________________________________________

Planos Educacionais.

1. Processos formativos segundo o Modelo de Gestão da Política Prisional.

2. A Matriz Curricular da Escola Nacional de Serviços Penais.

3. Base comum: intersecção entre o Modelo de Gestão e a Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional.

3.1. Cursos relacionados ao Modelo de Gestão da Política Prisional.

- Organização de Rotinas para Custódia baseadas em Políticas e Serviços de Atendimento às Pessoas Privadas de Liberdade.

- Gestão das Políticas e Serviços de Atendimento às Pessoas Privadas de Liberdade.

3.2. Curso relacionado à Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional – base comum

3.3. Introdução à Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional.


4. Curso relacionado à Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional – base específica.

- Modelo Colaborativo e de Participação.

Bibliografia.

Apêndice.

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Índice de tabelas, figuras e gráficos

Tabela 1: Lista de estados e órgãos/iniciativas visitados. Período: maio a dezembro de 2017.

Tabela 2: Principais serviços e atendimentos oferecidos às pessoas egressas.

Tabela 3: Formas e finalidades de parcerias com o Poder Judiciário.

Tabela 4: Obstáculos percebidos para inserção produtiva no sistema prisional.

Tabela 5: Instâncias e procedimentos de vinculação social e promoção da liberdade.

Tabela 6: Instâncias de gestão da Política.

Tabela 7: Instâncias de gestão estadual da Política.

Tabela 8: Tipos e finalidades da comunicação.

Tabela 9: Posicionamento estratégico de comunicação.

Tabela 10: Eixos de comunicação e formas de abordagem.

Tabela 11: Procedimentos para implantação e monitoramento da Política.

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Figura 1: Principais demandas de egressos da CRSC/SP.
Figura 2: Fluxos de encaminhamentos de egressos.
Figura 3: Organograma dos processos de promoção de ambientes seguros.

Figura 4: Organograma de processos de vinculação social e promoção da liberdade.
Figura 5: Organograma de estabelecimentos prisionais.
Figura 6: Organograma de órgão gestor da política prisional.

Figura 7: Fluxos entre a gestão prisional, serviços para pessoas egressas e redes de políticas públicas.
Figura 8: Fluxos e responsabilidades no atendimento às pessoas egressas.
Figura 9: Fluxo de encaminhamentos e interfaces entre equipamento de atenção às pessoas egressas e rede de organizações parceiras.

Gráfico 1: Critérios de institucionalidade.

Gráfico 2: Quantidade de critérios atribuídos a cada iniciativa.

Gráfico 3: Públicos beneficiários das atividades.

Gráfico 4: Serviços realizados diretamente pelas iniciativas visitadas.

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 Caderno de GestãodosEscritórios Sociais II ⇑

Metodologia para singularização do atendimento a pessoas em privação de liberdade, e egressas do sistema prisional

PARTE I _________________________________________

- Os Instrumentos Atuais de Classificação das Pessoas Privadas de Liberdade
.
 

1. Introdução.

2. A “pré-história” da criminologia no Brasil: perspectiva crítica.

3. Instrumentos atuais baseados nas estruturas psciopatológicas.

4. Diagnóstico de personalidade psciopática e sua aparente neutralidade.

5. A contribuição da abordagem sociológica.

PARTE II _________________________________________

- Introdução Conceitual à Análise de Redes Sociais (ARS) e Matriciamento para a Gestão Prisional - 233 páginas


1. As redes sociais e suas possibilidades de análise. 
1.1. Rede – uma palavra, vários sentidos. 
1.2. Tipos de redes sociais.

2. Elementos e conceitos da metodologia.

3. Redes pessoais e esferas de sociabilidade.

PARTE III _________________________________________

- Gerando Dados para uma Análise de Redes Sociais.

1. Breve história da perspectiva metodológica das redes sociais.

2. Dados relacionais versus atributos.

3. Coleta de dados relacionais.

PARTE IV _________________________________________

- Medidas e Análise de Dados.

1. A análise descritiva das redes sociais.

2. Indicadores e representações gráficas.

2.1. Redes coletivas: o exemplo de uma comunidade segregada em contexto urbano. 
2.2. A análise de redes pessoais.

3. Usos de programas computacionais. 

3.1. Organizando e registrando os dados relacionais.

PARTE V _________________________________________

- Trajetórias e Sociabilidades de Indivíduos em Privação de Liberdade.

1. O efeito da privação de liberdade nas esferas de sociabilidade dos indivíduos. 

1.1. Analisando trajetórias e esferas de sociabilidade. 
1.2. Das trajetórias ao matriciamento.

PARTE VI _________________________________________

- O Processo de Singularização do Atendimento.

1. Apresentação do Instrumento de Singularização do Atendimento. 

1.1. O Instrumento de Singularização do Atendimento.

2. Orientações para utilização do Instrumento de Singularização. 

2.1. Apresentação. 
2.2. Orientações para realização da entrevista. 
2.3. Orientações para a aplicação do instrumento de singularização.

3. Matriciamento em gestão prisional.

4. O Projeto Singular Integrado como produto do matriciamento em gestão prisional.

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Caderno de Gestão dos Escritórios Sociais III ⇑

Um esforço interinstitucional inédito

PARTE I _________________________________________

1. Entendendo a Política de Atenção à Pessoa Egressa


2. Origens do Atendimento à Pessoa Egressa


3. Legislação de apoio para a política de atendimento à pessoa egressa

3.1. Referências nacionais

3.1.1. Lei de Execução Penal

3.1.2. Resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária

3.1.3. Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania

3.1.4. III Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH)

3.1.5. Plano Nacional de Política Criminal e Penitenciária

3.1.6. Política Nacional do Trabalho

3.1.7. Proposta de Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional

3.2. Referências internacionais

3.2.1. Princípios Básicos Relativos ao Tratamento de Reclusos

3.2.2. Regras de Mandela - 45 páginas

3.2.3. Regras de Bangkok - 43 páginas


4. O papel das instituições e suas responsabilidades

4.1. Poder Judiciário

4.1.1. Tribunais de Justiça

4.1.2. Varas de Execução Penal


4.2. Poder Executivo

4.2.1. Órgão Gestor da Administração Penitenciária - 145 páginas

4.2.2. Unidade Prisional

4.2.3. Gestão de Políticas Públicas

4.2.4. Prefeituras municipais

4.3. Sociedade Civil

4.3.1. Conselho da Comunidade

4.3.2. Universidades e outras instituições de ensino

4.3.3. Entidades de defesa e garantia de direitos


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PARTE II _________________________________________

Compreendendo o Escritório Social

5. Bases para o trabalho dos Escritórios Sociais

5.1. Os princípios éticos para o trabalho dos Escritórios Sociais são:

5.1.1. Adesão voluntária

5.1.2. Respeito às diversidades e combate às discriminações

5.1.3. Reconhecimento das determinações e consequências a prisão

5.1.4. Referência nos direitos de cidadania


5.2. A pessoa egressa e suas demandas

6. Modulações de Escritórios Sociais

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PARTE III _________________________________________

Compreendendo as Etapas para Implementação do Escritório Social

7. Manifestação de Interesse ao DMF/CNJ


7.1. Processo de planejamento do serviço

7.1.1. Olhando ao redor

7.1.2. Reconhecendo as condições da prisão e do sistema sociojurídico local

7.1.3. Mapeamento de ativos existentes no município

7.1.4. Possibilidades e limites da sociedade civil


7.2. Definição de partícipes e envio de minuta de Termo de Cooperação Técnica


7.3. Processamento interno do Conselho Nacional de Justiça e agenda de lançamento


7.4. Evento de lançamento e assinatura do Termo de Cooperação Técnica

7.5. Fluxograma para implantação do Escritório Socia
l


7.6. Elaboração de plano de trabalho

7.6.1. A importância do plano de trabalho


7.7. Outras possibilidades de incidência

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PARTE IV _________________________________________

O Escritório Social em Funcionamento

8. Provisões, estrutura organizacional e funcionamento

8.1. Ambiente físico e identidade visual

8.2. Recursos materiais


8.3. Recursos humanos

8.3.1. Gerência do Serviç
o

8.3.2. Equipe técnica

8.3.3. Setor administrativo

8.3.4. Setor de educação, cultura e formação profissional

8.3.5. Acompanhamento de Pessoas em Medida de Segurança


9. Bases Metodológicas do Escritório Social


9.1. Parâmetros epistemológicos das metodologias

9.1.1. Transversalidade das políticas identitárias

9.1.2. Intersetorialidade e interdisciplinaridade

9.1.3. Gestão democrática e participativa


9.2. Metodologia de mobilização de pessoas pré-egressas - 94 páginas

9.2.1. Saída do estabelecimento prisional

9.3. Metodologia de Singularização do atendimento

9.4. Metodologia de Mobilização de rede


10. Fluxos de atividades no Escritório Social

10.1. De “Portas abertas”: a chegada dos(as) usuários(as) ao Escritório Social


10.2. Acolhimento e inclusão

10.2.1. Entrevistas de singularização
10.2.2. Matriciamento
10.2.3. Registro dos atendimentos


10.3. Trabalho em grupos

10.3.1. Temáticas e técnicas
10.3.2. Registro da prática


10.4. Atividades culturais

10.4.1. Registro das atividades


10.5. Formação, qualificação e inserção ao trabalho

10.5.1. Inserção no mercado de trabalho
formal
10.5.2. Inserção produtiva
10.5.3. Observações importantes sobre a gestão das estratégias de empregabilidade para usuários(as)
10.5.4. Registro das atividades


10.6. Busca Ativa


10.7. Fluxograma do atendimento à pessoa egressa no Escritório Social

11. Processos de formação e capacitação

11.1. Formação das equipes dos Escritórios Sociais
11.2. Formação da rede parceira dos Escritórios Sociais

11.2.1. Instituições de ensino e pesquisa

12. Avaliação e monitoramento das práticas

12.1. Avaliação
12.2. Monitoramento
12.3. Grupo de monitoramento e avaliação
12.4. Formas de comunicação social

13. Articulação com outras experiências de atendimento à pessoa egressa

13.1. Interface com o Serviço de Atendimento à Pessoa Custodiada

13.2. Interface com a Central Integrada de Alternativas Penais

13.3. Interface com a Central de Monitoração Eletrônica

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                                                                                                               >
     REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS - 26 TEMAS   
     Links Eletrônicos Verificados   
                                                                                                               >



1) ALMEIDA, Candido Mendes de.
Contribuição do Brasil: sessões e resoluções da conferência penal e penitenciária realizada no Rio de Janeiro em junho 1930  – 296 páginas
Rio de Janeiro: Ministério da Justiça e Negócios Interiores, 1933.

2) BARATTA, Alessandro Cárcel y Estado social. OLIVAS, Enrique (org.).
Problemas de legitimación em el estado social.
Madrid: Editorial Trotta, 1991.

3) BRASIL. Decreto nº 2.848/1940 - Institui o Código Penal.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848.htm

4) Lei nº 7.210/1984.
Institui a Lei de Execução Penal.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7210.htm

5) Decreto nº 7.037/2009.
Aprova o Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH-3 e dá outras providências.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/decreto/d7037.htm

6) Decreto nº 9.540/2018.
Institui a Política Nacional de Trabalho no âmbito do Sistema Prisional.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/decreto/d9540.htm

  
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7) BRITO, Lemos.
Patronato Lima Drumond. In
Jornal Correio do Povo
Porto Alegre, 16 de outubro de 1955.

8) CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa e NICACIO, Fernanda.
Instituições de “portas abertas”: novas relações usuários-equipes-contextos na atenção em saúde mental de base comunitária/territorial.
Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, v. 16, n. 1, p. 40-46, jan./abr., 2005.
http://www.revistas.usp.br/rto/article/ view/13957/15775

9) CENTRO DE ESTUDIOS EM SEGURIDAD CIUDADANA
Volver a confiar: los primeiros 100 días em libertad.
Porto Alegre: Tribunal de Justiça do RS; Vara de Execuções de Penas e Medidas Alternativas. S/D 97 Manual de Gestão e Funcionamento dos Escritórios Sociais

10) CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA.
Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional
Brasília: Conselho Nacional de Justiça, 2020. (Coleção Justiça Presente; Eixo 3).

11) Guia para aplicação da metodologia de atendimento à pessoa pré-egressa - 94 páginas
Brasília: Conselho Nacional de Justiça, 2020a. (Coleção Justiça Presente; Eixo 3)

12) Metodologia para singularização do atendimento a pessoas em privação de liberdade e egressas do sistema prisional - 137 páginas
Brasília: Conselho Nacional de Justiça, 2020b (Coleção Justiça Presente; Eixo 3).

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13) Modelo de Gestão da Política Prisional.. – 176 páginas
Brasília: Conselho Nacional de Justiça, 2020c (Coleção Justiça Presente; Eixo 3)


14) Plano Nacional de Política Criminal e Penitenciária – 125 páginas
Comissão do plano nacional de política criminal e penitenciária

15) Resolução 307/2019.
Institui a Política de Atenção a Pessoas Egressas do Sistema Prisional no âmbito do Poder Judiciário.

16) CNPCP – Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária - CNPCP.
Resolução nº 4 /2001.

17) Curitiba. Prefeitura Municipal.
Modelo colaborativo: experiência e aprendizados do desenvolvimento comunitário em Curitiba / Prefeitura Municipal de Curitiba; GETS – Grupo de Estudos do Terceiro Setor; United Way of Canada – Centraide Canada
Curitiba: Instituto Municipal de Administração Pública, 2003

18) DE CERTEAU, Michel.
Relatos de espaço. A invenção do cotidiano. Rio de Janeiro: Ed. Vozes, 2008.

19) IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
Reincidência Criminal no Brasil – Relatório de Pesquisa – 162 páginas
Rio de Janeiro 2015


20) ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS.
Princípios Básicos Relativos ao Tratamento de Reclusos
Adotados e proclamados pela Assembleia Geral das Nações Unidas na sua resolução 45/111, de 14 de dezembro de 1990.

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21) ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS 2015.
Regras de Mandela
 – 45 páginas

22) TORO, Bernando e WERNECK, Nísia.
Mobilização social: um modo de construir a democracia e a participação.
Brasília: UNESCO, 1996.

23) WACQUANT, Löic.
A reinserção do prisioneiro como mito e cerimônia.
In: Carlen, Pat; França, Leandro Aires (Orgs). Criminologias alternativas. Porto Alegre: Editora Canal Ciências Criminais, 2017.

24) WOLFF, Maria Palma. In: DAUFEMBACK, Valdirene e DE VITTO, Renato (Orgs).
Para além da prisão: reflexões e propostas para uma nova política penal. Belo Horizonte: Letramento, 2018.

25) WOLFF, Maria Palma.
Postulados, princípios e diretrizes para a política de atendimento às pessoas egressas do sistema prisional. p. 46

26) ZAFFARONI, Eugenio R.
Sistema Penales y Derechos Humanos en América Latina – Informe final. Buenos Aires: Ediciones Dapalma, 1986.

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ANEXOS

Anexo 1 - MANIFESTAÇÃO INTERESSE AO DMF/CNJ

Anexo 2 - MAPEAMENTO DE ATIVOS SOCIAIS

Anexo 3 - IDENTIDADE VISUAL


Anexo 4 - DAS ESPECIFICAÇÕES DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

Anexo 5 - PRONTUÁRIO DE ATIVIDADES INDIVIDUAIS

Anexo 6 - PRONTUÁRIO DE ATIVIDADES COLETIVAS / INSTITUCIONAIS


Anexo 7 - PRONTUÁRIO TÉCNICO

Anexo 8 - FORMULÁRIO DE ATENDIMENTO

Anexo 9 - SUBSÍDIOS METODOLÓGICOS DO TRABALHO EM GRUPO NOS ESCRITÓRIOS SOCIAIS


Anexo 10 - EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO

Anexo 11 - FORMULÁRIO DE CADASTRO DE ENTIDADE

Anexo 12 - OFÍCIO DE ENCAMINHAMENTO PARA INSTITUIÇÃO


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 Começar de Novo e
Escritório Social I ⇑

42 páginas

Estratégia de Convergência da Política Nacional de Atenção às Pessoas Egressas

Sumário.

 Apresentação.

Programa Fazendo Justiça do CNJ.

- 5 Eixos

- 28 projetos desenvolvidos

- Eixo 3

Pesquisa sobre o Projeto Começar de Novo.

- Objetivo

- Nota metodológica.

O Começar de Novo.

- Ações.

- Fluxograma 1: Projeto Começar de Novo

- Considerações de percurso

Alternativas para integração entre o Começar de Novo e os Escritórios Sociais.

- Diagrama 1: Escritório Social e Começar de Novo

- Avanços da integração.

- Estrutura do trabalho integrado.

- Fluxograma 2: Escritórios Sociais e Começar de Novo.

- Bibliografia.

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Guia 
para Aplicação
da
Metodologia de Mobilização
de
Pessoas Pré - Egressas

94 páginas

PARTE I _______________________________________________
Entendendo a metodologia e seus fundamentos

1. O que é a Metodologia de Mobilização de Pessoas Pré - Egressas?

Quais são seus objetivos ?

2. Quem é a pessoa pré - egressa no contexto da metodologia e quais são suas condicionantes ?

2.1. Presença da questão social: as desigualdades de raça e de classe
2.2. Desconsideração aos direitos individuais
2.3. Consequências da vida na prisão

3. Quais os princípios que embasam as ações propostas?

3.1. Reconhecimento da realidade prisional e de suas consequências
3.2. Inserção na realidade social, territorial e comunitária
3.3. Perspectiva de rede contraposta às práticas endógenas e isoladas
3.4. Reconhecimento da pessoa pré - egressa como sujeito de direitos, comprometimento com os direitos humanos e respeito às diferenças
3.5. Práticas realizadas com avaliação e crítica permanentes
3.6. Participação como base das ações


4. Quais são as instituições implicadas e quais as atribuições propostas?

4.1. Escritórios Sociais
4.2. Órgão central de administração penitenciária
4.3. Unidades prisionais
4.4. Prefeituras municipais
4.5. Conselhos da Comunidade
4.6. Poder Judiciário


PARTE II_________________________________________

Preparando a implementação das ações

5. Como a Metodologia se organiza? Quais os eixos das ações?

6. Como iniciar a implantação da Metodologia de Mobilização de Pessoas Pré-Egressas ? Com quem articular ?


7. O que é o diagnóstico situacional ?

7.1. Realidade social
7.2. Realidade prisional

8. Como elaborar o planejamento local ?

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PARTE III_________________________________________

O atendimento direto

9. Como se dá o ingresso no atendimento ?

10. O que é o Plano Individual de Saída ?

11. O que deve ser abordado no atendimento individual ?

12. O que é o Mapa de Saída ?

13. O que são as oficinas temáticas e quais temáticas devem ser abordadas ?

14. Quais são as finalidades de cada temática e quais seus instrumentos e técnicas ?

14.1. Direitos e recursos de cidadania (o significado de ter direitos)
14.2. A prisão e suas consequências
14.3. Relações pessoais, familiares e comunitárias
14.4. Trabalho e alternativas profissionais

15. Que atividades complementares podem ser desenvolvidas ?

PARTE IV ________________________________________

Qualificação técnica, apoio e divulgação da prática


16. O que é a formação continuada ?

16.1. Para executores da Metodologia
16.2. Atividades para o conjunto de servidores do estabelecimento prisional
16.3. Capacitação da rede de serviços e parcerias

17. Como é feito o monitoramento e supervisão da prática ?

18. Quando e como é importante fazer a avaliação das atividades ?

19. Como fazer a comunicação social e a divulgação ?

19.1. Divulgação Interna
19.2. Divulgação na rede participante e comunidade em geral
19.3.Comunicação científica 

20. O quê e porquê registrar as ações realizadas ?

20.1. Registro das atividades em geral
20.2.
Registro dos atendimentos individuais

21. Depois de tudo, o que é importante destacar ?

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   REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS   
   Links Eletrônicos Verificados    
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Regras de Bangkok – 43 páginas

Convenção contra a tortura e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanas ou degradantes

Princípios de Yogyakarta – 14 páginas

Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos

38) ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS

Pacto de São José da Costa Rica

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- A questão Criminal
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ANEXOS

Anexo 1________________________________________________

Folder explicativo da Metodologia - notas sobre a metodologia de mobilização de pessoas pré-egressas

Anexo 2 _________________________________________________

Diagnóstico situacional - Levantamento da realidade local - Caracterização da Unidade Prisional

Anexo 3 _________________________________________________

Roteiro de planejamento local - Planejamento das atividades de atendimento da pessoa pré-egressa no Presídio X

Anexo 4 _________________________________________________

Plano Individual e Mapa da Saída

Anexo 5 _________________________________________________

Atividades complementares - Cine debate

Anexo 6 _________________________________________________

Portaria estadual de adoção da Metodologia

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