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6ª JORNADA DE LEITURA NO CÁRCERE

Segunda, 17 Novembro 2025 08:17
6ª JORNADA DE LEITURA NO CÁRCERE


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Observatório do Livro e da Leitura  e a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen/MJSP) realizam, de 17 a 19 de novembro de 2025, a sexta edição da Jornada de Leitura no Cárcere.
Com o tema Palavra e pertencimento: a leitura como território de libertação, o objetivo é ampliar o acesso à leitura para pessoas privadas de liberdade e egressas e fortalecer práticas sociais, educativas e culturais previstas na 
Resolução CNJ n. 391/2021.

A programação reúne autoras e autores, intelectuais, profissionais do sistema de justiça, educadoras(es), gestoras(es) públicas(os), pessoas privadas de liberdade e egressas, com transmissão ao vivo pelo canal do CNJ no YouTube e exibição nas TVs internas das unidades prisionais. É possível acompanhar o evento de forma online e gratuita. Para receber certificado de participação, inscreva-se neste link.

Realizado desde 2020, o evento consolidou-se como o principal espaço nacional de mobilização cultural no sistema prisional. Em 2024, mais de 10 mil pessoas privadas de liberdade participaram das transmissões em mais de 300 unidades prisionais de todo o país. A proposta é ampliar o diálogo entre cultura e justiça, conectando o público dentro e fora das unidades em um mesmo território simbólico de leitura.

A 6ª Jornada de Leitura no Cárcere é uma iniciativa do Observatório da Leitura e do Livro e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no âmbito do Programa Fazendo Justiça — parceria do CNJ com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) — e conta com o apoio da Secretaria Nacional de Políticas Penais do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senappen/MJSP), do Ministério da Cultura (MinC), do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), da Editora Record, da Companhia das Letras e da Fundação Biblioteca Nacional.

O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução das Medidas Socioeducativas do Tribunal de Justiça de Sergipe - GMF / SE, conforme solicitado pelo CNJ, deu ampla divulgação ao evento no site do TJSE, mobilizou os atores da rede local que possuam atuação estratégica nas temáticas da educação prisional, programas de leitura e políticas de esporte, cultura e lazer, no sistema prisional através de Ofícios e, diante da matéria, irá acompanhar a realização do evento ´in loco´.

Confira a programação abaixo:

Dia 17                                                                                                                                        

13h30 – Mesa de abertura

14h – Leitura e Justiça Social

- Andréa Brito, do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do Conselho Nacional de Justiça (DMF/CNJ).
- Representante da Senappen/MJSP Jeférson dos Santos Assumção, da Diretoria de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura.
Apresentação e mediação de Juliana Tonche (DMF/CNJ).


15h – Palavra e Pertencimento: a leitura como território de libertação, bate papo com o autor Nei Lopes.

Apresentação e mediação de Carlos Rodrigo Dias (Senappen/MJSP).


16h – Sarau Literário



Dia 18                                                                                                                                        

13h30 – Respeito as religiões afroindígenas e o direito de existir.

- Prof. Dr. Babalawô Ivanir dos Santos, professor e orientador no Programa de Pós-graduação em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Apresentação e mediação de Renata Sangoranti, presidente e produtora cultural do Centro Cultural Orunmilá.


14h30 – Bibliotecas que transformam: o mundo que a leitura inaugura
- Janete Duarte, da Comissão de Bibliotecas Prisionais da FEBAB.
- Léia Santos, Bibliotecária, doutoranda em Ciência da Informação (PPGCI/ECA/USP).
- Andréa Melo, da Secretaria de Administração Penitenciária do Amazonas, membro da Comissão Brasileira de Bibliotecas Prisionais.
- Eunice Godinho, da Funap e Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo.
Apresentação e mediação de Nadja Cézar, coordenadora Geral de Leitura e Bibliotecas do MinC .


15h40 – Arte como expressão e identidade
Bate papo com o rapper, ator e escritor Sagat B, autor da autobiografia O bandido que virou artista.
Apresentação e mediação de Galeno Amorim.


16h10 – Sarau Literário, apresentação da peça Pena Justa: o Encontro da ADPF 347, realizada na Penitenciária Desembargador Silvio Porto na Paraíba.



Dia 19                                                                                                                                        

13h30 – A construção de um novo mundo pela palavra.

- Sirlene Domingues, egressa do sistema prisional, coordenadora do Clube de Leituras Virando a Página e autora do e-book Lembranças do Cárcere.
- Gih Trajano, poeta e slammer, egressa do sistema prisional e autora do livro Quem saberia perder.
- Edson Souza Júnior, advogado criminalista, professor universitário e ex-policial militar, autor do livro Reconhecimento Fotográfico Racista.
Apresentação e mediação de  Iraneida Soares da Silva, secretária executiva da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as/es.


14h30 – Cine debate
- Anna Dantas, do curta Entre Marés, fundadora da Tarrafa Produtora e Distribuidora e membra da diretoria executiva da Federação Pernambucana de Cineclubes.
- Thay Limeira, chefe da Divisão de Políticas para o Cineclubismo na Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura.
Apresentação e mediação de Miriam Gomes Alves,  coordenadora-geral de Cultura em Direitos Humanos e Midias Digitais do MDHC e autora de Masculinidades Negras na Educação de Jovens e Adultos.


15h15 – Valorização da leitura e da escrita e sua democratização junto às pessoas privadas de liberdade.
- Cleide Ramos, promotora de justiça do Ministério Público da Bahia e idealizadora do Projeto Relere.
- Alexandre Machado, juiz da 16ª Vara Criminal de Maceió e idealizador do projeto de remição pela leitura Livros que Libertam
- Julyana Patricio, defensora pública do Maranhão, idealizadora e coordenadora do projeto Escrita que Liberta: reescrevendo o futuro.
Apresentação e mediação de Solange Reimberg, juíza auxiliar da presidência (DMF/CNJ).


16h – Exibição do documentário Livros que libertam, produzido pelo Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas.



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