Na manhã desta quinta-feira, 06/06, o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução das Medidas Socioeducativas do Tribunal de Justiça de Sergipe - GMF / SE, sob a supervisão do desembargador Diógenes Barreto, reuniu-se com o Conselho de Comunidade na Execução Penal de Sergipe (CCEP/SE) para tratar de questões relacionadas à situação prisional do Estado.
“Essa colaboração entre as instituições demonstra um compromisso conjunto em abordar os desafios enfrentados pelo sistema carcerário em Sergipe, buscando soluções que promovam a ressocialização dos detentos e contribuam para a construção de uma sociedade mais justa e segura”, salientou o desembargador Diógenes Barreto, supervisor do GMF/TJSE.
Um dos pontos de destaque na pauta foi o Programa ´´Começar de Novo em Sergipe´´.
O programa, uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), visa sensibilizar tanto órgãos públicos quanto a sociedade civil para oferecerem oportunidades de trabalho e cursos de capacitação profissional para presos e egressos do sistema prisional. O propósito central é promover a cidadania e, consequentemente, reduzir a reincidência criminal.
Além disso, o CCEP/SE apresentou ao GMF/TJSE uma série de ações planejadas para os presídios feminino e semiaberto. Entre elas, a realização de oficinas com temas variados, como empreendedorismo, cidadania, arte e cultura, bem como a identificação das habilidades e aptidões dos internos.
Outro ponto abordado foi a iniciativa de oferecer cursos de capacitação para policiais penais, visando sensibilizá-los sobre questões de cidadania, governança, a vida no cárcere e os direitos. O diálogo busca aprimorar a interação entre os policiais penais e os internos, contribuindo para um ambiente mais humanizado dentro das unidades prisionais.
A reunião contou com a participação do desembargador Diógenes Barreto, supervisor do GMF/TJSE; e representantes do CCEP/SE, incluindo Erivaldo Vieira, Magal da Pastoral e Kátia Araújo, respectivamente presidente, vice-presidente e primeira secretária do Conselho; além da assistente técnica do Programa Fazendo Justiça do CNJ/Pnud, Glória Ventapane.



